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Floriculturas têm queda de venda em 50%

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Apesar da pandemia de Covid, lojistas esperavam que feriado recuperasse economia do setor


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

03/11/2020 | 00:15


Embora as floriculturas situadas no entorno dos cemitérios do Grande ABC tivessem a expectativa de que o Dia de Finados, celebrado ontem, pudesse ser aliado na recuperação econômica do setor, a venda deste ano caiu em torno de 50% em comparação a 2019, conforme relatado pelos lojistas. A pandemia do novo coronavírus fez com que volume menor de pessoas saísse de casa para homenagear seus entes queridos.

A loja Leida Flores, ao lado do Cemitério Curuçá, em Santo André, sentiu a queda de vendas. Filho de Leida, Luciano Castro, 43 anos, contou que, neste ano, a compra de mercadoria ficou em torno de 40% menor do que costumava adquirir para o período. “Quando o movimento no Dia de Finados vai ser bom, já começa a ter frequência na sexta-feira anterior. Desta vez, foi bem fraco. Normalmente, quase não tem espaço para andar aqui”, relatou.

Proprietário da Floricultura Okumura, ao lado do Cemitério Vila Euclides, em São Bernardo, Nelson Okumura, 67, lamentou que este tem sido “o pior ano de vendas” dos 44 em que está no endereço. “Daqui, sou o mais antigo. Tive de diminuir em torno de 25% da quantidade de mercadoria comprada, pois já esperava uma queda, mas não tanta”, revelou, explicando que aguardava venda de, pelo menos, 75% em comparação aos anos anteriores.

A vendedora da floricultura Lina, também ao lado do Cemitério Vila Euclides, disse que no ano passado a loja comprou 100 caixas de flores e, neste ano, somente 40. “Diminuiu muito do que era, e do que foi esperado.”

Assim como os anos anteriores, o preço dos arranjos variou de R$ 15 a R$ 120, tendo como campeã de vendas o crisântemo. 



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Floriculturas têm queda de venda em 50%

Apesar da pandemia de Covid, lojistas esperavam que feriado recuperasse economia do setor

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

03/11/2020 | 00:15


Embora as floriculturas situadas no entorno dos cemitérios do Grande ABC tivessem a expectativa de que o Dia de Finados, celebrado ontem, pudesse ser aliado na recuperação econômica do setor, a venda deste ano caiu em torno de 50% em comparação a 2019, conforme relatado pelos lojistas. A pandemia do novo coronavírus fez com que volume menor de pessoas saísse de casa para homenagear seus entes queridos.

A loja Leida Flores, ao lado do Cemitério Curuçá, em Santo André, sentiu a queda de vendas. Filho de Leida, Luciano Castro, 43 anos, contou que, neste ano, a compra de mercadoria ficou em torno de 40% menor do que costumava adquirir para o período. “Quando o movimento no Dia de Finados vai ser bom, já começa a ter frequência na sexta-feira anterior. Desta vez, foi bem fraco. Normalmente, quase não tem espaço para andar aqui”, relatou.

Proprietário da Floricultura Okumura, ao lado do Cemitério Vila Euclides, em São Bernardo, Nelson Okumura, 67, lamentou que este tem sido “o pior ano de vendas” dos 44 em que está no endereço. “Daqui, sou o mais antigo. Tive de diminuir em torno de 25% da quantidade de mercadoria comprada, pois já esperava uma queda, mas não tanta”, revelou, explicando que aguardava venda de, pelo menos, 75% em comparação aos anos anteriores.

A vendedora da floricultura Lina, também ao lado do Cemitério Vila Euclides, disse que no ano passado a loja comprou 100 caixas de flores e, neste ano, somente 40. “Diminuiu muito do que era, e do que foi esperado.”

Assim como os anos anteriores, o preço dos arranjos variou de R$ 15 a R$ 120, tendo como campeã de vendas o crisântemo. 

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