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Veterinário em domicílio se consolida no ‘novo normal’

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Criado durante a pandemia, atendimento vai continuar mesmo após retomada total de atividades econômicas


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

03/11/2020 | 00:07


Durante a pandemia de Covid-19, diversos serviços tiveram de se adaptar para atender aos clientes em suas residências. Enquanto muitos negócios sucumbiram e não tiveram condição de se modernizar de um dia para o outro, alguns profissionais viram na crise sanitária uma oportunidade de negócio, como é o caso da veterinária Natasha Pinheiro Fazio Jeronimo, 28 anos, de Santo André. A profissional prestava serviço de ultrassonografista em um centro diagnóstico, mas não tinha uma clínica convencional, foi então que decidiu criar a VetLar, para atender cães, gatos e outros bichinhos nas casas de seus donos. A iniciativa deu tão certo que a veterinária vai continuar com o serviço mesmo com a flexibilização da quarentena.

Tudo começou com atendimentos e vacinas aos pets de amigos e conhecidos, mas, motivada pela preocupação de que os animais não ficassem sem assistência durante o isolamento, lançou o serviço em agosto. “Muitos tutores possuem dificuldade para locomoção, são de grupos de risco para a Covid-19, ou simplesmente preferem a comodidade de não ter que sair de casa”, relatou, explicando o público-alvo do seu negócio. “Além disso, alguns pets não aceitam serem transportados nas caixas, ou já apresentam certo trauma/medo de clínica veterinária, dificultando o transporte até uma clínica convencional”, completou Natasha.

Evitar o estresse com deslocamento dos dois coelhos, Gaya e Olaf, e da gata Lua, foi o que motivou a psicóloga Thainara Batista Augustini, 26, a se interessar pelo atendimento domiciliar. “Também pelo risco da Covid estava evitando sair e como não tenho carro, acabava sendo um transtorno chamar carro de aplicativo, levar os bichinhos, foi bem melhor que eles viessem até nós”, afirmou a moradora de Santo André. 

Para a psicóloga, além da comodidade de não ter que se deslocar com os bichos de estimação, e o fato de que após a consulta eles não demonstravam nenhum sinal de irritação, como acontecia quando tinham que passar longos períodos em caixas de transporte, o custo acessível foi outra vantagem. “O que eu gastaria com carros de aplicativo, mais o valor das consultas, das vacinas, achei uma relação custo-benefício bem justa”, completou.

Antes das consultas em domicílio propriamente ditas, Natasha realizou alguns mutirões de vacinas em condomínios, com grande interesse a aprovação por parte dos moradores. “O maior número de pacientes foram os gatos, que receberam atendimento veterinário e não demonstraram qualquer estresse”, relatou Natasha. “Estamos recebendo muitos feedbacks positivos”, completou.

Os atendimentos veterinários em domicílio são direcionados a cães, gatos e os chamados pets não convencionais, como aves, répteis, roedores, entre outros. Além de consultas e vacinas, também são realizados coleta de exames laboratoriais, diagnóstico por imagem (raio X e ultrassom), fisioterapia, acupuntura e ozonioterapia.  



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Veterinário em domicílio se consolida no ‘novo normal’

Criado durante a pandemia, atendimento vai continuar mesmo após retomada total de atividades econômicas

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

03/11/2020 | 00:07


Durante a pandemia de Covid-19, diversos serviços tiveram de se adaptar para atender aos clientes em suas residências. Enquanto muitos negócios sucumbiram e não tiveram condição de se modernizar de um dia para o outro, alguns profissionais viram na crise sanitária uma oportunidade de negócio, como é o caso da veterinária Natasha Pinheiro Fazio Jeronimo, 28 anos, de Santo André. A profissional prestava serviço de ultrassonografista em um centro diagnóstico, mas não tinha uma clínica convencional, foi então que decidiu criar a VetLar, para atender cães, gatos e outros bichinhos nas casas de seus donos. A iniciativa deu tão certo que a veterinária vai continuar com o serviço mesmo com a flexibilização da quarentena.

Tudo começou com atendimentos e vacinas aos pets de amigos e conhecidos, mas, motivada pela preocupação de que os animais não ficassem sem assistência durante o isolamento, lançou o serviço em agosto. “Muitos tutores possuem dificuldade para locomoção, são de grupos de risco para a Covid-19, ou simplesmente preferem a comodidade de não ter que sair de casa”, relatou, explicando o público-alvo do seu negócio. “Além disso, alguns pets não aceitam serem transportados nas caixas, ou já apresentam certo trauma/medo de clínica veterinária, dificultando o transporte até uma clínica convencional”, completou Natasha.

Evitar o estresse com deslocamento dos dois coelhos, Gaya e Olaf, e da gata Lua, foi o que motivou a psicóloga Thainara Batista Augustini, 26, a se interessar pelo atendimento domiciliar. “Também pelo risco da Covid estava evitando sair e como não tenho carro, acabava sendo um transtorno chamar carro de aplicativo, levar os bichinhos, foi bem melhor que eles viessem até nós”, afirmou a moradora de Santo André. 

Para a psicóloga, além da comodidade de não ter que se deslocar com os bichos de estimação, e o fato de que após a consulta eles não demonstravam nenhum sinal de irritação, como acontecia quando tinham que passar longos períodos em caixas de transporte, o custo acessível foi outra vantagem. “O que eu gastaria com carros de aplicativo, mais o valor das consultas, das vacinas, achei uma relação custo-benefício bem justa”, completou.

Antes das consultas em domicílio propriamente ditas, Natasha realizou alguns mutirões de vacinas em condomínios, com grande interesse a aprovação por parte dos moradores. “O maior número de pacientes foram os gatos, que receberam atendimento veterinário e não demonstraram qualquer estresse”, relatou Natasha. “Estamos recebendo muitos feedbacks positivos”, completou.

Os atendimentos veterinários em domicílio são direcionados a cães, gatos e os chamados pets não convencionais, como aves, répteis, roedores, entre outros. Além de consultas e vacinas, também são realizados coleta de exames laboratoriais, diagnóstico por imagem (raio X e ultrassom), fisioterapia, acupuntura e ozonioterapia.  

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