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De olho nos vereadores


Do Diário do Grande ABC

31/10/2020 | 13:25


Duzentos e vinte e nove candidatos a vereador nas sete cidades foram barrados pela Justiça, sob as mais variadas razões, e não vão poder disputar o pleito em 15 de novembro – a menos que consigam reverter o indeferimento em instâncias superiores. O número é absurdo. Equivale a um em cada grupo de 16 nomes à vereança. O inusitado da história chama a atenção para a qualidade da biografia dos que pretendem governar os municípios da região – porque sim, legisladores, e não apenas os prefeitos, são também responsáveis pela administração. É preciso, portanto, escolher com bastante responsabilidade quem vai compor os assentos das câmaras.

O trabalho dos vereadores é tão importante quanto o do prefeito. Divisar candidatos qualificados, que podem exercer o mandato com autonomia e respeito pelos anseios populares, é sinal de maturidade democrática dos cidadãos. Ao eleger um Legislativo qualificado, o munícipe estará contribuindo para garantir o sucesso da administração pelos próximos quatro anos.

Muita gente acha que basta eleger um bom prefeito para garantir gestão eficiente. Trata-se de equívoco perigosíssimo. A qualidade do trabalho do Executivo depende muito da atuação dos vereadores. Inclusive os de oposição, que, sendo sérios e estando preocupados com o bem-estar da população, podem contribuir sobremaneira, com críticas e sugestões, para aprimorar projetos e propostas e, fiscalizando-o, o que é sua atribuição constitucional, aliás, manter o governo nos trilhos da moralidade.

Executivo e Legislativo são parceiros na gestão do governo. Qualificar os quadros que vão representá-los deve ser a preocupação premente dos eleitores do Grande ABC – na verdade, do Brasil todo. É importante que todo mundo apto a participar do pleito estude à exaustão as opções que possui antes de se dirigir às urnas no dia 15. Os efeitos de suas escolhas vão perdurar por, no mínimo, quatro anos. Não dá, portanto, para errar. Como dizia slogan de antiga campanha pela moralização política, voto não tem preço, tem consequência. 



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De olho nos vereadores

Do Diário do Grande ABC

31/10/2020 | 13:25


Duzentos e vinte e nove candidatos a vereador nas sete cidades foram barrados pela Justiça, sob as mais variadas razões, e não vão poder disputar o pleito em 15 de novembro – a menos que consigam reverter o indeferimento em instâncias superiores. O número é absurdo. Equivale a um em cada grupo de 16 nomes à vereança. O inusitado da história chama a atenção para a qualidade da biografia dos que pretendem governar os municípios da região – porque sim, legisladores, e não apenas os prefeitos, são também responsáveis pela administração. É preciso, portanto, escolher com bastante responsabilidade quem vai compor os assentos das câmaras.

O trabalho dos vereadores é tão importante quanto o do prefeito. Divisar candidatos qualificados, que podem exercer o mandato com autonomia e respeito pelos anseios populares, é sinal de maturidade democrática dos cidadãos. Ao eleger um Legislativo qualificado, o munícipe estará contribuindo para garantir o sucesso da administração pelos próximos quatro anos.

Muita gente acha que basta eleger um bom prefeito para garantir gestão eficiente. Trata-se de equívoco perigosíssimo. A qualidade do trabalho do Executivo depende muito da atuação dos vereadores. Inclusive os de oposição, que, sendo sérios e estando preocupados com o bem-estar da população, podem contribuir sobremaneira, com críticas e sugestões, para aprimorar projetos e propostas e, fiscalizando-o, o que é sua atribuição constitucional, aliás, manter o governo nos trilhos da moralidade.

Executivo e Legislativo são parceiros na gestão do governo. Qualificar os quadros que vão representá-los deve ser a preocupação premente dos eleitores do Grande ABC – na verdade, do Brasil todo. É importante que todo mundo apto a participar do pleito estude à exaustão as opções que possui antes de se dirigir às urnas no dia 15. Os efeitos de suas escolhas vão perdurar por, no mínimo, quatro anos. Não dá, portanto, para errar. Como dizia slogan de antiga campanha pela moralização política, voto não tem preço, tem consequência. 

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