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Doria: Recomendo ao presidente Bolsonaro parar de me atacar e começar a trabalhar



30/10/2020 | 15:46


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em resposta à investida que tem sofrido do presidente da Jair Bolsonaro, sugeriu que o presidente pare de atacá-lo e "comece a trabalhar". Segundo o governador, "o povo não quer briga, quer emprego". "O Brasil não quer divisão, quer compaixão. O Brasil não quer um presidente que só pensa em reeleição", completou.

A réplica foi dada ao Broadcast Político, após o presidente afirmar que Doria "só não quebrou" o Estado por causa da ajuda financeira dada pelo governo federal. Bolsonaro também se referiu ao governador como "esse da vacina obrigatória" durante discurso a apoiadores na quarta-feira, 28.

Doria e Bolsonaro aumentaram a frequência das críticas entre si desde que o Ministério da Saúde suspendeu a intenção de compra das doses da vacina contra o novo coronavírus, em produção pelo paulista Instituto Butantã. Na última semana, em menos de 24h após a assinatura do acordo, o presidente disse que o imunizante não seria comprado. O governo paulista pleiteia junto ao governo federal o financiamento para a produção das doses e aplicação dentro do Plano Nacional de Imunização (PNI) sob responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS).



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Doria: Recomendo ao presidente Bolsonaro parar de me atacar e começar a trabalhar


30/10/2020 | 15:46


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em resposta à investida que tem sofrido do presidente da Jair Bolsonaro, sugeriu que o presidente pare de atacá-lo e "comece a trabalhar". Segundo o governador, "o povo não quer briga, quer emprego". "O Brasil não quer divisão, quer compaixão. O Brasil não quer um presidente que só pensa em reeleição", completou.

A réplica foi dada ao Broadcast Político, após o presidente afirmar que Doria "só não quebrou" o Estado por causa da ajuda financeira dada pelo governo federal. Bolsonaro também se referiu ao governador como "esse da vacina obrigatória" durante discurso a apoiadores na quarta-feira, 28.

Doria e Bolsonaro aumentaram a frequência das críticas entre si desde que o Ministério da Saúde suspendeu a intenção de compra das doses da vacina contra o novo coronavírus, em produção pelo paulista Instituto Butantã. Na última semana, em menos de 24h após a assinatura do acordo, o presidente disse que o imunizante não seria comprado. O governo paulista pleiteia junto ao governo federal o financiamento para a produção das doses e aplicação dentro do Plano Nacional de Imunização (PNI) sob responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

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