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Com crise, Jefferson vem à região afagar candidatos bolsonaristas

Fábio Martins/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente nacional do PTB compareceu no ato em Santo André para gravar apoio a aliados com discurso alinhado ao presidente


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

29/10/2020 | 15:16


Diante do cenário de crise com coligações eleitorais vetadas pelo partido, o ex-deputado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, compareceu hoje em agenda no Grande ABC para afagar candidaturas autoproclamadas bolsonaristas. O dirigente marcou presença no ato realizado em escritório no Centro de Santo André para tirar fotos e gravar vídeo individual em apoio a esses postulantes por vaga nas Câmaras da região que estejam filiados a legendas consideradas da ala governista e tenham discurso político alinhado ao presidente da República.

“Fui convidado a vir para Santo André e dar apoio a candidatos e políticos da cidade e região, com vistas a impulsionar as campanhas, principalmente do meu partido. Ideia é convocar todos os bolsonaristas do PTB, aqueles que tem o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como líder maior. Isso porque os que estarão pedindo votos nesta eleição (municipal) serão os mesmos que vão encampar adesão no pleito de 2022”, disse Jefferson, ao lado de Miguel Heredia (PTB), ex-superintendente do IPSA (Instituto de Previdência de Santo André) e responsável pela agenda.

Entre os candidatos participantes do grupo, maciçamente composto por petebistas, estavam Dr Cristiano Schroeder, Dr Giancarlo Trentim, Dra Sônia Ortega, Galdino Souza, Professor Davi Ramos, Professora Rose e Sales Gente Boa, todos integrantes da chapa proporcional do PTB, além de outros nomes ligados a siglas aliadas, como Sylvia Ribeiro (PRTB). “Temos que ter linha coerente de discurso, que diga ao brasileiro a posição pela pátria, Deus, vida e liberdade. É o discurso do Bolsonaro. Somos cristãos, conservadores, e vamos lutar por esse legado”, defendeu o dirigente.

A atividade também teve cunho de repúdio à decisão da Justiça Eleitoral em manter as coligações do PTB com partidos ditos inimigos de Bolsonaro, a despeito de ação jurídica movida pela própria nacional petebista para anular as convenções seladas no período. As sentenças, a princípio, desfavoráveis envolvem cidades avaliadas pela cúpula da sigla como chave na esfera nacional, a exemplo de São Bernardo, sendo vice do ex-prefeito Luiz Marinho (PT), Salvador, na Bahia, em aliança com DEM (de Bruno Reis), e Fortaleza, no Ceará, frente ao acordo celebrado com o PDT (de José Sarto).

“Em São Bernardo, interviemos, dissolvemos o partido lá, mas o juiz deu decisão contra a vontade da direção nacional sobre essa coligação. Ela é absolutamente arbitrária, politizada, contra a lei. Está escrito (em documento interno) que o PTB não pode ser se coligar com partidos do Foro de São Paulo e nem com DEM e PSDB. Foi decidido isso de forma unânime. São Bernardo quer coligação com o PT para desmoralizar o discurso nacional. Terra do (ex-presidente) Lula, Marinho. É absurdo”, acrescentou o líder petebista com reduto no Rio de Janeiro e conhecido nacionalmente após delatar esquema do Mensalão, em 2005.

Jefferson adiantou que pretende “ir até o fim” nas apelações dos processos, com recursos também em outras instâncias, na tentativa de reverter o cenário adverso. “Estou concentrando nos lugares de maior importância. São Paulo é a caixa de ressonância, espinha dorsal do País. Já o DEM é do (deputado Rodrigo) Maia, cara que mais conspira contra o presidente. Na Bahia, a ação é mais enérgica contra o DEM, pois lá está o presidente nacional (da sigla, prefeito) ACM Neto. Essas sacudidas mais fortes se dão porque são emblemáticas.”

A atividade reuniu 25 pessoas no escritório. A maioria usou máscara durante toda a permanência no local. Jefferson foi uma das exceções a retirar o material para discursar, quando fez ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal), chamando de braço da esquerda, e ao gravar os vídeos de campanha. Houve disponibilização de álcool gel e distanciamento entre as cadeiras, respeitando parte das orientações sanitárias. Não existiu, contudo, medição de temperatura na entrada.



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Com crise, Jefferson vem à região afagar candidatos bolsonaristas

Presidente nacional do PTB compareceu no ato em Santo André para gravar apoio a aliados com discurso alinhado ao presidente

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

29/10/2020 | 15:16


Diante do cenário de crise com coligações eleitorais vetadas pelo partido, o ex-deputado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, compareceu hoje em agenda no Grande ABC para afagar candidaturas autoproclamadas bolsonaristas. O dirigente marcou presença no ato realizado em escritório no Centro de Santo André para tirar fotos e gravar vídeo individual em apoio a esses postulantes por vaga nas Câmaras da região que estejam filiados a legendas consideradas da ala governista e tenham discurso político alinhado ao presidente da República.

“Fui convidado a vir para Santo André e dar apoio a candidatos e políticos da cidade e região, com vistas a impulsionar as campanhas, principalmente do meu partido. Ideia é convocar todos os bolsonaristas do PTB, aqueles que tem o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como líder maior. Isso porque os que estarão pedindo votos nesta eleição (municipal) serão os mesmos que vão encampar adesão no pleito de 2022”, disse Jefferson, ao lado de Miguel Heredia (PTB), ex-superintendente do IPSA (Instituto de Previdência de Santo André) e responsável pela agenda.

Entre os candidatos participantes do grupo, maciçamente composto por petebistas, estavam Dr Cristiano Schroeder, Dr Giancarlo Trentim, Dra Sônia Ortega, Galdino Souza, Professor Davi Ramos, Professora Rose e Sales Gente Boa, todos integrantes da chapa proporcional do PTB, além de outros nomes ligados a siglas aliadas, como Sylvia Ribeiro (PRTB). “Temos que ter linha coerente de discurso, que diga ao brasileiro a posição pela pátria, Deus, vida e liberdade. É o discurso do Bolsonaro. Somos cristãos, conservadores, e vamos lutar por esse legado”, defendeu o dirigente.

A atividade também teve cunho de repúdio à decisão da Justiça Eleitoral em manter as coligações do PTB com partidos ditos inimigos de Bolsonaro, a despeito de ação jurídica movida pela própria nacional petebista para anular as convenções seladas no período. As sentenças, a princípio, desfavoráveis envolvem cidades avaliadas pela cúpula da sigla como chave na esfera nacional, a exemplo de São Bernardo, sendo vice do ex-prefeito Luiz Marinho (PT), Salvador, na Bahia, em aliança com DEM (de Bruno Reis), e Fortaleza, no Ceará, frente ao acordo celebrado com o PDT (de José Sarto).

“Em São Bernardo, interviemos, dissolvemos o partido lá, mas o juiz deu decisão contra a vontade da direção nacional sobre essa coligação. Ela é absolutamente arbitrária, politizada, contra a lei. Está escrito (em documento interno) que o PTB não pode ser se coligar com partidos do Foro de São Paulo e nem com DEM e PSDB. Foi decidido isso de forma unânime. São Bernardo quer coligação com o PT para desmoralizar o discurso nacional. Terra do (ex-presidente) Lula, Marinho. É absurdo”, acrescentou o líder petebista com reduto no Rio de Janeiro e conhecido nacionalmente após delatar esquema do Mensalão, em 2005.

Jefferson adiantou que pretende “ir até o fim” nas apelações dos processos, com recursos também em outras instâncias, na tentativa de reverter o cenário adverso. “Estou concentrando nos lugares de maior importância. São Paulo é a caixa de ressonância, espinha dorsal do País. Já o DEM é do (deputado Rodrigo) Maia, cara que mais conspira contra o presidente. Na Bahia, a ação é mais enérgica contra o DEM, pois lá está o presidente nacional (da sigla, prefeito) ACM Neto. Essas sacudidas mais fortes se dão porque são emblemáticas.”

A atividade reuniu 25 pessoas no escritório. A maioria usou máscara durante toda a permanência no local. Jefferson foi uma das exceções a retirar o material para discursar, quando fez ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal), chamando de braço da esquerda, e ao gravar os vídeos de campanha. Houve disponibilização de álcool gel e distanciamento entre as cadeiras, respeitando parte das orientações sanitárias. Não existiu, contudo, medição de temperatura na entrada.

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