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Anbima eleva projeção de IPCA de 2020 de 2,0% para 2,8%; PIB deve cair 4,8%



28/10/2020 | 11:20


As instituições filiadas à Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) revisaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2020. A inflação, antes estimada em 2,0%, agora deve ficar em 2,8%.

A projeção foi alterada por conta de fatores como "a recomposição das margens de lucro, a alta nos preços dos alimentos e das commodities e os desalinhamentos pontuais entre demanda e oferta que surgiram com a pandemia", diz nota divulgada pela Anbima.

PIB

A associação também alterou a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, que antes era de queda em 5,0% e agora é de retração de 4,8%, por conta do que os economistas das entidades associadas classificam como "trajetória de recuperação gradual" da atividade.

A projeção para o câmbio no fim do ano também mudou: de R$ 5,21 para R$ 5,40, uma desvalorização anual de 34%.

A Anbima estima que a taxa básica de juros, a Selic, seja mantida em 2,0% pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne nesta quarta, e deve permanecer nesse patamar até o fim de 2020.



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Anbima eleva projeção de IPCA de 2020 de 2,0% para 2,8%; PIB deve cair 4,8%


28/10/2020 | 11:20


As instituições filiadas à Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) revisaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2020. A inflação, antes estimada em 2,0%, agora deve ficar em 2,8%.

A projeção foi alterada por conta de fatores como "a recomposição das margens de lucro, a alta nos preços dos alimentos e das commodities e os desalinhamentos pontuais entre demanda e oferta que surgiram com a pandemia", diz nota divulgada pela Anbima.

PIB

A associação também alterou a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, que antes era de queda em 5,0% e agora é de retração de 4,8%, por conta do que os economistas das entidades associadas classificam como "trajetória de recuperação gradual" da atividade.

A projeção para o câmbio no fim do ano também mudou: de R$ 5,21 para R$ 5,40, uma desvalorização anual de 34%.

A Anbima estima que a taxa básica de juros, a Selic, seja mantida em 2,0% pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que se reúne nesta quarta, e deve permanecer nesse patamar até o fim de 2020.

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