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Site da campanha de Trump é invadido por hackers

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

O porta-voz da campanha de Trump, Tim Murtaugh, disse que o site foi reparado rapidamente e nenhum dado sensível ficou comprometido



28/10/2020 | 08:00


Hackers invadiram o site da campanha do presidente Donald Trump nesta terça-feira, 27, a uma semana das eleições americanas, informaram autoridades. "Este site foi tomado", dizia a mensagem que em donaldjtrump.com, portal que costuma trazer detalhes sobre comícios e pedidos de arrecadação de fundos. "O mundo não aguenta mais as notícias falsas espalhadas diariamente pelo presidente Donald J Trump", prosseguia a mensagem, segundo a imprensa americana.

O porta-voz da campanha de Trump, Tim Murtaugh, disse que o site foi reparado rapidamente e nenhum dado sensível ficou comprometido. "O site da campanha de Trump foi alterado e estamos trabalhando com autoridades da lei para investigar a origem do ataque", disse.

O site especializado em tecnologia Techcrunch reportou que a invasão parece ter sido uma fraude com intenção de coletar a criptomoeda Monero, difícil de rastrear.

Em sua mensagem, os hackers alegavam ter informação confidencial sobre Trump e sua família. Eles instruíram as pessoas a enviarem as criptomoedas para um endereço se quisessem que a informação fosse revelada e para um outro, caso quisessem que permanecesse em sigilo.

Embora a invasão pareça ser parte de um esquema comum de roubo de criptomoedas, o incidente ganhou urgência adicional graças à proximidade das eleições americanas. Especialistas em segurança digital disseram que o incidente pode ter sido causado por um ataque de "phishing".

As agências de inteligência dos Estados Unidos têm monitorado de perto grupos de hackers, incluindo equipes apoiadas pelo Irã e pela Rússia, que tentaram invadir sistemas relacionados às eleições e estiveram envolvidos em operações de influência nas últimas semanas.

Há alguns dias, John Ratcliffe, diretor de inteligência nacional, afirmou que hackers disfarçados como membros do grupo de extrema direita Proud Boys enviaram e-mails ameaçadores a eleitores na Flórida.

Na semana passada, Trump disse em um comício de campanha em Tucson, Arizona: "ninguém é hackeado. Para ser hackeado, você precisa de alguém com QI de 197 e ele precisa de cerca de 15% da sua senha", afirmou. (Com agências internacionais).



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Site da campanha de Trump é invadido por hackers

O porta-voz da campanha de Trump, Tim Murtaugh, disse que o site foi reparado rapidamente e nenhum dado sensível ficou comprometido


28/10/2020 | 08:00


Hackers invadiram o site da campanha do presidente Donald Trump nesta terça-feira, 27, a uma semana das eleições americanas, informaram autoridades. "Este site foi tomado", dizia a mensagem que em donaldjtrump.com, portal que costuma trazer detalhes sobre comícios e pedidos de arrecadação de fundos. "O mundo não aguenta mais as notícias falsas espalhadas diariamente pelo presidente Donald J Trump", prosseguia a mensagem, segundo a imprensa americana.

O porta-voz da campanha de Trump, Tim Murtaugh, disse que o site foi reparado rapidamente e nenhum dado sensível ficou comprometido. "O site da campanha de Trump foi alterado e estamos trabalhando com autoridades da lei para investigar a origem do ataque", disse.

O site especializado em tecnologia Techcrunch reportou que a invasão parece ter sido uma fraude com intenção de coletar a criptomoeda Monero, difícil de rastrear.

Em sua mensagem, os hackers alegavam ter informação confidencial sobre Trump e sua família. Eles instruíram as pessoas a enviarem as criptomoedas para um endereço se quisessem que a informação fosse revelada e para um outro, caso quisessem que permanecesse em sigilo.

Embora a invasão pareça ser parte de um esquema comum de roubo de criptomoedas, o incidente ganhou urgência adicional graças à proximidade das eleições americanas. Especialistas em segurança digital disseram que o incidente pode ter sido causado por um ataque de "phishing".

As agências de inteligência dos Estados Unidos têm monitorado de perto grupos de hackers, incluindo equipes apoiadas pelo Irã e pela Rússia, que tentaram invadir sistemas relacionados às eleições e estiveram envolvidos em operações de influência nas últimas semanas.

Há alguns dias, John Ratcliffe, diretor de inteligência nacional, afirmou que hackers disfarçados como membros do grupo de extrema direita Proud Boys enviaram e-mails ameaçadores a eleitores na Flórida.

Na semana passada, Trump disse em um comício de campanha em Tucson, Arizona: "ninguém é hackeado. Para ser hackeado, você precisa de alguém com QI de 197 e ele precisa de cerca de 15% da sua senha", afirmou. (Com agências internacionais).

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