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Eventos on-line como estratégia


Do Diário do Grande ABC

28/10/2020 | 00:06


Muito tem se falado sobre a quantidade e a qualidade das lives realizadas durante a quarentena. YouTube, Instagram ou qualquer outra rede social foram grandes fomentadoras desse novo estilo de entrega de conteúdo e que caiu no gosto de diversos artistas e marcas. Assim como outros segmentos, os cantores de todos os cantos do Brasil também precisaram se reinventar e os palcos passaram a ser as telas do celular, TV e computador. Com repertórios de diversos gostos, de cunho social e com o intuito de arrecadações para o combate ao coronavírus, eis que surge um fenômeno nos negócios. Shows que antes eram realizados para dez mil, 20 mil, 50 mil ou 100 mil pessoas passaram a ter mais de 3 milhões de telespectadores, engajamento esse extremamente inimaginável nos eventos físicos. Se olharmos por outro ângulo, pessoas que nunca tiveram a oportunidade de ir em determinado show, passaram a ter a chance dessa experiência na forma remota e sem gastos elevados com deslocamento e hospedagem.

De olho nesse mercado em ascensão, aos poucos empresas e associações começaram a entender que os eventos on-line não seriam passageiros, e a necessidade de se adaptarem foi imediata. Para se ter ideia, em 2019 foram realizados 25 congressos on-line e, com a chegada da pandemia, em setembro foi atingida a marca de mais de 900 mil inscrições em eventos on-line. Acredito que muito disso só foi possível porque as marcas, empreendedores e companhias entenderam o potencial que o digital tem para fomentar e impulsionar o segmento. Além disso, tem algo particularmente que gosto de enfatizar sobre o setor de eventos on-line – a democratização. Para as pessoas que estão em busca de conteúdos, elas possuem autonomia para escolher aquilo que melhor interessar, participar de onde quiser e interagir com os palestrantes com proximidade muito mais real do que evento tradicional permite.

Já para organizações que realizam eventos digitais ou pensam em começar, plataformas on-line possibilitam abrangência e engajamento de magnitude imensurável. A tecnologia oferece a chance de pessoas de diversas regiões do mundo conhecerem o que você faz e a marca que representa. Esse impacto jamais seria possível de se alcançar com eventos presenciais, mas com certeza será união que dará supercerto na retomada do setor. No mais, já ficou claro que eventos on-line são caminho sem volta. Esse formato veio para ficar, porém, não tira a importância e relevância que o mercado tradicional tem para a economia mundial. Por isso fica uma provocação: será que você ainda vai para o tudo ou nada e correr o risco de falhar ou será que agora é a hora de transformar (literalmente) o seu evento e expandir sua empresa?

Luiz Gustavo Borges é CEO da plataforma de congressos on-line Congresse.me.


PALAVRA DO LEITOR

Resolvido!
Gostaria de agradecer a este Diário sobre a reclamação que fiz da UBS Alves Dias, nesta coluna (Palavra do Leitor (UBS Alves Dias, dia 24). Entraram em contato comigo por telefone dia 26 e foi resolvida a queixa sobre a falta do medicamento. Muito obrigada.
Keiko Sakata
São Bernardo

Divergentes
O mínimo que se espera do ocupante de cargo no Executivo, seja ele municipal, estadual ou federal, é que sua equipe de assessores, ou seja, os secretários ou ministros, tenha entendimento no encaminhamento das propostas do governo. Como se pode notar, no Executivo federal há muitas divergências. E mais, há críticas irônicas e agressivas. Situação recente levou o presidente da Câmara Federal a declarar que o ‘ministro do Meio Ambiente, não satisfeito em destruir o meio ambiente, resolveu destruir o governo’. A que ponto chegamos.
Uriel Villas Boas
Santos (SP)

Consignado
Ao aposentar-se após décadas de contribuição à Previdência, o brasileiro imagina poder viver com tranquilidade o resto da vida. Ledo engano. Não bastasse o famigerado fator previdenciário criado no governo FHC, somos surpreendidos com nova modalidade, o empréstimo consignado, que está fazendo a felicidade de certas instituições financeiras que, sem conhecimento ou autorização do segurado, contratam empréstimos junto ao INSS, como fez comigo um tal banco Ficsa. Tentei contato para reverter a situação por meio da tal instituição, sem sucesso. Acionei o Banco Central e até agora nada. Tentei bloquear o pagamento das parcelas junto ao INSS que, pasmem, não pode fazê-lo! Quer dizer que contratar empréstimo sem autorização ou conhecimento pode, bloquear o pagamento não? Tenho que assumir dívida que não fiz, feita por instituição que desconheço e sem minha autorização? Instituições como o BC, que deveria zelar pelas outras sob sua tutela, e o INSS, pelo patrimônio gerado pelos trabalhadores, mostram-se incapazes? Que País é este que não respeita os que contribuíram por muitos anos e agora veem seus parcos vencimentos serem objeto de arapucas sob o olhar complacente de quem deveria cuidar deles?
Vanderlei A. Retondo
Santo André

Mortalidade
A reportagem neste Diário que mostra que a média de mortes por Covid-19 aumentou no Grande ABC demonstra que as prefeituras não estão fazendo o dever de casa em seguir os protocolos de segurança, principalmente em São Bernardo (Setecidades, dia 24). Mesmo com monitoramento por câmera no Paço é visível a grande quantidade de pessoas formando aglomerações no espaço, principalmente nos fins de semana, a maioria sem máscara, jogando bola e até de madrugada com veículos com som alto e ignorando a lei municipal sobre as regras de distanciamento físico. E se o munícipe andar pelas principais avenidas da cidade vai perceber que a fiscalização é zero, com comércio sempre lotado, nada de seguir as regras de distanciamento, e fechando os estabelecimentos após o horário permitido somente depois de reclamação de perturbação de sossego pelos moradores da região. Com certeza a preocupação com votos é mais importante que salvar vidas humanas. Por isso o eleitor deve repensar e mostrar nas urnas a sua insatisfação com o desrespeito às leis e cobrar das autoridades as medidas legais para manter a ordem, segurança e saúde pública na cidade.
Maria de Lourdes Barbosa dos Santos
São Bernardo 



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Eventos on-line como estratégia

Do Diário do Grande ABC

28/10/2020 | 00:06


Muito tem se falado sobre a quantidade e a qualidade das lives realizadas durante a quarentena. YouTube, Instagram ou qualquer outra rede social foram grandes fomentadoras desse novo estilo de entrega de conteúdo e que caiu no gosto de diversos artistas e marcas. Assim como outros segmentos, os cantores de todos os cantos do Brasil também precisaram se reinventar e os palcos passaram a ser as telas do celular, TV e computador. Com repertórios de diversos gostos, de cunho social e com o intuito de arrecadações para o combate ao coronavírus, eis que surge um fenômeno nos negócios. Shows que antes eram realizados para dez mil, 20 mil, 50 mil ou 100 mil pessoas passaram a ter mais de 3 milhões de telespectadores, engajamento esse extremamente inimaginável nos eventos físicos. Se olharmos por outro ângulo, pessoas que nunca tiveram a oportunidade de ir em determinado show, passaram a ter a chance dessa experiência na forma remota e sem gastos elevados com deslocamento e hospedagem.

De olho nesse mercado em ascensão, aos poucos empresas e associações começaram a entender que os eventos on-line não seriam passageiros, e a necessidade de se adaptarem foi imediata. Para se ter ideia, em 2019 foram realizados 25 congressos on-line e, com a chegada da pandemia, em setembro foi atingida a marca de mais de 900 mil inscrições em eventos on-line. Acredito que muito disso só foi possível porque as marcas, empreendedores e companhias entenderam o potencial que o digital tem para fomentar e impulsionar o segmento. Além disso, tem algo particularmente que gosto de enfatizar sobre o setor de eventos on-line – a democratização. Para as pessoas que estão em busca de conteúdos, elas possuem autonomia para escolher aquilo que melhor interessar, participar de onde quiser e interagir com os palestrantes com proximidade muito mais real do que evento tradicional permite.

Já para organizações que realizam eventos digitais ou pensam em começar, plataformas on-line possibilitam abrangência e engajamento de magnitude imensurável. A tecnologia oferece a chance de pessoas de diversas regiões do mundo conhecerem o que você faz e a marca que representa. Esse impacto jamais seria possível de se alcançar com eventos presenciais, mas com certeza será união que dará supercerto na retomada do setor. No mais, já ficou claro que eventos on-line são caminho sem volta. Esse formato veio para ficar, porém, não tira a importância e relevância que o mercado tradicional tem para a economia mundial. Por isso fica uma provocação: será que você ainda vai para o tudo ou nada e correr o risco de falhar ou será que agora é a hora de transformar (literalmente) o seu evento e expandir sua empresa?

Luiz Gustavo Borges é CEO da plataforma de congressos on-line Congresse.me.


PALAVRA DO LEITOR

Resolvido!
Gostaria de agradecer a este Diário sobre a reclamação que fiz da UBS Alves Dias, nesta coluna (Palavra do Leitor (UBS Alves Dias, dia 24). Entraram em contato comigo por telefone dia 26 e foi resolvida a queixa sobre a falta do medicamento. Muito obrigada.
Keiko Sakata
São Bernardo

Divergentes
O mínimo que se espera do ocupante de cargo no Executivo, seja ele municipal, estadual ou federal, é que sua equipe de assessores, ou seja, os secretários ou ministros, tenha entendimento no encaminhamento das propostas do governo. Como se pode notar, no Executivo federal há muitas divergências. E mais, há críticas irônicas e agressivas. Situação recente levou o presidente da Câmara Federal a declarar que o ‘ministro do Meio Ambiente, não satisfeito em destruir o meio ambiente, resolveu destruir o governo’. A que ponto chegamos.
Uriel Villas Boas
Santos (SP)

Consignado
Ao aposentar-se após décadas de contribuição à Previdência, o brasileiro imagina poder viver com tranquilidade o resto da vida. Ledo engano. Não bastasse o famigerado fator previdenciário criado no governo FHC, somos surpreendidos com nova modalidade, o empréstimo consignado, que está fazendo a felicidade de certas instituições financeiras que, sem conhecimento ou autorização do segurado, contratam empréstimos junto ao INSS, como fez comigo um tal banco Ficsa. Tentei contato para reverter a situação por meio da tal instituição, sem sucesso. Acionei o Banco Central e até agora nada. Tentei bloquear o pagamento das parcelas junto ao INSS que, pasmem, não pode fazê-lo! Quer dizer que contratar empréstimo sem autorização ou conhecimento pode, bloquear o pagamento não? Tenho que assumir dívida que não fiz, feita por instituição que desconheço e sem minha autorização? Instituições como o BC, que deveria zelar pelas outras sob sua tutela, e o INSS, pelo patrimônio gerado pelos trabalhadores, mostram-se incapazes? Que País é este que não respeita os que contribuíram por muitos anos e agora veem seus parcos vencimentos serem objeto de arapucas sob o olhar complacente de quem deveria cuidar deles?
Vanderlei A. Retondo
Santo André

Mortalidade
A reportagem neste Diário que mostra que a média de mortes por Covid-19 aumentou no Grande ABC demonstra que as prefeituras não estão fazendo o dever de casa em seguir os protocolos de segurança, principalmente em São Bernardo (Setecidades, dia 24). Mesmo com monitoramento por câmera no Paço é visível a grande quantidade de pessoas formando aglomerações no espaço, principalmente nos fins de semana, a maioria sem máscara, jogando bola e até de madrugada com veículos com som alto e ignorando a lei municipal sobre as regras de distanciamento físico. E se o munícipe andar pelas principais avenidas da cidade vai perceber que a fiscalização é zero, com comércio sempre lotado, nada de seguir as regras de distanciamento, e fechando os estabelecimentos após o horário permitido somente depois de reclamação de perturbação de sossego pelos moradores da região. Com certeza a preocupação com votos é mais importante que salvar vidas humanas. Por isso o eleitor deve repensar e mostrar nas urnas a sua insatisfação com o desrespeito às leis e cobrar das autoridades as medidas legais para manter a ordem, segurança e saúde pública na cidade.
Maria de Lourdes Barbosa dos Santos
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