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Justiça Eleitoral indefere registro de candidatura de Bodinho

Vereador de Mauá foi condenado em duas instâncias por improbidade por atos cometidos na Sama


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

28/10/2020 | 00:01


A Justiça Eleitoral de Mauá indeferiu o registro de candidatura do vereador Bodinho Garcia (Patriota) com base na Lei da Ficha Limpa. O parlamentar foi condenado em duas instâncias por atos de improbidade administrativa cometidos na época em que comandou a Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá). Cabe recurso ao TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

O juiz Marcos Alexandre Santos Ambrogi, da 217ª Zona Eleitoral da cidade, destacou em sua decisão que, além de inelegível, Bodinho também está com os direitos políticos suspensos.

A condenação que resultou na impugnação da candidatura de Bodinho remete a ações do hoje parlamentar em 2010, quando foi superintendente da Sama. Naquela época, Bodinho contratou, de forma emergencial e sem licitação, a empresa Comercial Nova Rochamar Construções Ltda para prestar serviços de manutenção predial na sede da autarquia, Sama, pelo valor de R$ 143,5 mil. Segundo o Ministério Público, houve favorecimento da empresa no processo e a emergência usada pelo então superintendente foi “fabricada” para justificar o acordo celebrado sem disputa pública.

Em agosto, o Diário mostrou que Bodinho ficou incomodado com o fato de o TJ-SP comunicar à Justiça Eleitoral paulista que o parlamentar estava inelegível em decorrência das condenações. A defesa, então, entrou com pedido de anulação do comunicado. A petição, porém, foi rejeitada pela desembargadora Teresa Ramos Marques.

Se mantida, a impugnação de Bodinho deixa o Patriota apenas com um vereador em exercício na disputa: Admir Jacomussi, pai do prefeito e candidato à releição, Atila Jacomussi (PSB).

Bodinho não atendeu aos contatos do Diário.  



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Justiça Eleitoral indefere registro de candidatura de Bodinho

Vereador de Mauá foi condenado em duas instâncias por improbidade por atos cometidos na Sama

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

28/10/2020 | 00:01


A Justiça Eleitoral de Mauá indeferiu o registro de candidatura do vereador Bodinho Garcia (Patriota) com base na Lei da Ficha Limpa. O parlamentar foi condenado em duas instâncias por atos de improbidade administrativa cometidos na época em que comandou a Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá). Cabe recurso ao TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo).

O juiz Marcos Alexandre Santos Ambrogi, da 217ª Zona Eleitoral da cidade, destacou em sua decisão que, além de inelegível, Bodinho também está com os direitos políticos suspensos.

A condenação que resultou na impugnação da candidatura de Bodinho remete a ações do hoje parlamentar em 2010, quando foi superintendente da Sama. Naquela época, Bodinho contratou, de forma emergencial e sem licitação, a empresa Comercial Nova Rochamar Construções Ltda para prestar serviços de manutenção predial na sede da autarquia, Sama, pelo valor de R$ 143,5 mil. Segundo o Ministério Público, houve favorecimento da empresa no processo e a emergência usada pelo então superintendente foi “fabricada” para justificar o acordo celebrado sem disputa pública.

Em agosto, o Diário mostrou que Bodinho ficou incomodado com o fato de o TJ-SP comunicar à Justiça Eleitoral paulista que o parlamentar estava inelegível em decorrência das condenações. A defesa, então, entrou com pedido de anulação do comunicado. A petição, porém, foi rejeitada pela desembargadora Teresa Ramos Marques.

Se mantida, a impugnação de Bodinho deixa o Patriota apenas com um vereador em exercício na disputa: Admir Jacomussi, pai do prefeito e candidato à releição, Atila Jacomussi (PSB).

Bodinho não atendeu aos contatos do Diário.  

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