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Pandemia tira um a cada dez GCMs de combate no Grande ABC

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Afastamentos ocorreram por infecção pelo coronavírus, por idade ou alguma comorbidade


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

27/10/2020 | 23:55


A pandemia do coronavírus tirou pelo menos 163 GCMs (Guardas-Civis Municipais) das ruas do Grande ABC, seja por pertencerem ao grupo de risco – pessoas acima de 60 anos ou diagnosticadas com doença crônica – ou por testar positivo para a Covid-19. De acordo com seis das sete cidades – São Bernardo não informou o efetivo total nem o número de profissionais infectados –, são 1.724 profissionais, o que representa desfalque de 9,4%, ou seja, praticamente um a cada dez profissionais.

A categoria foi uma das mais atingidas porque os profissionais, assim como os policiais civis e militares, não puderam cumprir o isolamento físico no momento mais crítico da pandemia, ficando exposta diariamente. <EM>Em Santo André, por exemplo, desde o início da pandemia já foram diagnosticados 120 casos na corporação. Atualmente, são 85 profissionais afastados do 570 que integram a guarda, boa parte por causa da idade ou por alguma comorbidade. O retorno destes profissionais só será feito mediante publicação de decreto municipal autorizando, o que só deve acontecer com o fim da pandemia. No caso de profissionais infectados com a Covid, a volta acontece automaticamente depois de 14 dias de isolamento físico.

Em nota, a administração andreense disse que tem conseguido suprir as necessidades porque “a GCM segue realizando remanejamento de equipes para suprir as demandas operacionais destes profissionais e alterando escalas e plantões para que o serviço não seja prejudicado”.

Em Diadema, entre os 293 guardas do município, quatro seguem afastados da corporação com previsão de retorno para terça-feira. A administração informou que “não há afastamento preventivo para integrantes da área de segurança sem atestado médico”. No início da pandemia, a Prefeitura suspendeu férias e licenças para não desfalcar o efetivo.

Com 15 casos confirmados na corporação de 240 GCMs, Mauá informou que, no momento, nenhum profissional do setor está afastado por causa da doença. A cidade planejou cancelar férias ou licenças em caso de grande número de afastamentos, mas, segundo o Paço, a medida não foi necessária.

Ribeirão Pires explicou que, entre os 177 profissionais do município, ninguém está afastado por quarentena ou por compor o grupo de risco. A Prefeitura informou que oito trabalhadores testaram positivo para o coronavírus desde o início da pandemia. Caso seja necessário, a administração disse que pode fazer convocação para hora extra dos trabalhadores.

São Caetano não informou o número de profissionais que positivaram para a doença, já que, segundo a administração, diversos guardas municipais foram afastados ao apresentarem os sintomas, mas não foram diagnosticado com a Covid. “Muitos ficaram os 14 dias longe do serviço, em isolamento, mas retornaram mesmo não tendo sido testados positivos. O efetivo são-caetanense possui 420 profissionais.

Com 24 GCMs, Rio Grande da Serra informou que nenhum profissional testou positivo para a Covid-19 e não revelou quantos estão afastados das atividades por idade ou comorbidade.

A Prefeitura de São Bernardo não informou qual o total do efetivo da GCM nem quantos já se infectaram. Em nota, disse apenas que cinco profissionais estão cumprindo quarentena e 11 estão fora de combate por pertencer ao grupo de risco. 



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Pandemia tira um a cada dez GCMs de combate no Grande ABC

Afastamentos ocorreram por infecção pelo coronavírus, por idade ou alguma comorbidade

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

27/10/2020 | 23:55


A pandemia do coronavírus tirou pelo menos 163 GCMs (Guardas-Civis Municipais) das ruas do Grande ABC, seja por pertencerem ao grupo de risco – pessoas acima de 60 anos ou diagnosticadas com doença crônica – ou por testar positivo para a Covid-19. De acordo com seis das sete cidades – São Bernardo não informou o efetivo total nem o número de profissionais infectados –, são 1.724 profissionais, o que representa desfalque de 9,4%, ou seja, praticamente um a cada dez profissionais.

A categoria foi uma das mais atingidas porque os profissionais, assim como os policiais civis e militares, não puderam cumprir o isolamento físico no momento mais crítico da pandemia, ficando exposta diariamente. <EM>Em Santo André, por exemplo, desde o início da pandemia já foram diagnosticados 120 casos na corporação. Atualmente, são 85 profissionais afastados do 570 que integram a guarda, boa parte por causa da idade ou por alguma comorbidade. O retorno destes profissionais só será feito mediante publicação de decreto municipal autorizando, o que só deve acontecer com o fim da pandemia. No caso de profissionais infectados com a Covid, a volta acontece automaticamente depois de 14 dias de isolamento físico.

Em nota, a administração andreense disse que tem conseguido suprir as necessidades porque “a GCM segue realizando remanejamento de equipes para suprir as demandas operacionais destes profissionais e alterando escalas e plantões para que o serviço não seja prejudicado”.

Em Diadema, entre os 293 guardas do município, quatro seguem afastados da corporação com previsão de retorno para terça-feira. A administração informou que “não há afastamento preventivo para integrantes da área de segurança sem atestado médico”. No início da pandemia, a Prefeitura suspendeu férias e licenças para não desfalcar o efetivo.

Com 15 casos confirmados na corporação de 240 GCMs, Mauá informou que, no momento, nenhum profissional do setor está afastado por causa da doença. A cidade planejou cancelar férias ou licenças em caso de grande número de afastamentos, mas, segundo o Paço, a medida não foi necessária.

Ribeirão Pires explicou que, entre os 177 profissionais do município, ninguém está afastado por quarentena ou por compor o grupo de risco. A Prefeitura informou que oito trabalhadores testaram positivo para o coronavírus desde o início da pandemia. Caso seja necessário, a administração disse que pode fazer convocação para hora extra dos trabalhadores.

São Caetano não informou o número de profissionais que positivaram para a doença, já que, segundo a administração, diversos guardas municipais foram afastados ao apresentarem os sintomas, mas não foram diagnosticado com a Covid. “Muitos ficaram os 14 dias longe do serviço, em isolamento, mas retornaram mesmo não tendo sido testados positivos. O efetivo são-caetanense possui 420 profissionais.

Com 24 GCMs, Rio Grande da Serra informou que nenhum profissional testou positivo para a Covid-19 e não revelou quantos estão afastados das atividades por idade ou comorbidade.

A Prefeitura de São Bernardo não informou qual o total do efetivo da GCM nem quantos já se infectaram. Em nota, disse apenas que cinco profissionais estão cumprindo quarentena e 11 estão fora de combate por pertencer ao grupo de risco. 

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