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Lavagna recusa troca compulsória de bônus


Das Agências

11/07/2002 | 10:17


O ministro argentino da Economia, Roberto Lavagna, vetou nesta quarta-feira a devolução dos depósitos retidos nos bancos com bônus de caráter compulsório, como exige o Fundo Monetário Internacional (FMI), e disse que irá manter a opção voluntária.

"Não vamos perder mais tempo falando sobre o que é inaceitável e iremos discutir como reconstruir o sistema (financeiro) do modo menos negativo possível para os correntistas", disse Lavagna à uma emissora de rádio argentina.

O ministro insistiu em manter a troca voluntária dos depósitos por bônus opcionais de três, cinco e dez anos, que não teve muita aceitação entre os correntistas, que exigem a restituição imediata do dinheiro depositado.

Fontes do Ministério da Economia admitiram que a maior preocupação da missão técnica do FMI, que está no país, se baseia nos saques constantes dos fundos bloqueados através de amparos judiciais.

Devido ao "corralito" (medida que limitou os saques bancários), cerca de US$ 18,3 bilhões estão presos nos bancos para impedir a quebra do sistema financeiro, mas 40 mil correntistas conseguiram a devolução do seu dinheiro através de medidas judiciais.

A missão do FMI revisa o programa monetário argentino, já que o governo quer reprogramar os vencimentos da dívida externa do país, que gira em torno dos US$ 18 bilhões, até o fim de 2003.



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