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Casa Branca ainda vê 'divergências significativas' com democratas sobre estímulos



22/10/2020 | 14:57


Diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow afirmou nesta quinta-feira que as conversas sobre estímulos fiscais nos Estados Unidos continuam. "Tendo dito isso, ainda há diferenças significativas de política entre os dois lados", disse ele, durante entrevista à Fox News.

Kudlow disse que entre as divergências estão verba para Estados democratas em dificuldades e garantias contra processos para empresas na reabertura econômica.

Segundo o assessor econômico, a questão da ajuda a Estados poderia ficar para discussão em um momento posterior. Kudlow disse que há ainda divergências sobre "seguro-saúde e dinheiro para imigrantes ilegais".

Na avaliação dele, há "certo otimismo" sobre a chance de um acordo, mas segue o impasse.

Questionado sobre a chance de uma solução antes da disputa eleitoral de 3 de novembro, ele comentou: "O tempo está passando. Em algum momento, é preciso se questionar. Apenas para ter um acordo legislativo, aprovar nas duas Casas e confirmar isso, leva algum tempo."



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Casa Branca ainda vê 'divergências significativas' com democratas sobre estímulos


22/10/2020 | 14:57


Diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow afirmou nesta quinta-feira que as conversas sobre estímulos fiscais nos Estados Unidos continuam. "Tendo dito isso, ainda há diferenças significativas de política entre os dois lados", disse ele, durante entrevista à Fox News.

Kudlow disse que entre as divergências estão verba para Estados democratas em dificuldades e garantias contra processos para empresas na reabertura econômica.

Segundo o assessor econômico, a questão da ajuda a Estados poderia ficar para discussão em um momento posterior. Kudlow disse que há ainda divergências sobre "seguro-saúde e dinheiro para imigrantes ilegais".

Na avaliação dele, há "certo otimismo" sobre a chance de um acordo, mas segue o impasse.

Questionado sobre a chance de uma solução antes da disputa eleitoral de 3 de novembro, ele comentou: "O tempo está passando. Em algum momento, é preciso se questionar. Apenas para ter um acordo legislativo, aprovar nas duas Casas e confirmar isso, leva algum tempo."

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