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Trabalhadores de moinhos têm reajuste salarial real de 2,60%


Frederico Rebello Nehme
Do Diário do Grande ABC

30/11/2005 | 08:52


Os cerca de 800 trabalhadores dos moinhos de trigo do Grande ABC terão um reajuste salarial de 8%. O índice foi definido terça-feira pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), depois de uma greve de cinco dias que afetou três moinhos da região e outros oito moinhos da Grande São Paulo.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Industrialização Alimentícia da Grande São Paulo (filiado à Força Sindical), Carlos Vicente de Oliveira, o reajuste reflete aumento real de aproximadamente 2,6%.

"A campanha deste ano, como em outros períodos, foi bastante complicada. Tivemos seis rodadas de negociação e os empresários só ofereceram 6,5%. O índice só mudou com a decisão do TRT", afirmou.

No Grande ABC, a paralisação dos trabalhadores – que têm data-base em novembro – afetou os moinhos Santo André e São Jorge, em Santo André, e Santa Clara, em São Caetano.

"Fizemos apenas paralisações de alerta, para tentar retomar as negociações, o que não foi possível. É sempre melhor definir o reajuste de uma campanha negociando, especialmente com os moinhos, que não enfrentaram crise em 2005", afirmou Oliveira.



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Trabalhadores de moinhos têm reajuste salarial real de 2,60%

Frederico Rebello Nehme
Do Diário do Grande ABC

30/11/2005 | 08:52


Os cerca de 800 trabalhadores dos moinhos de trigo do Grande ABC terão um reajuste salarial de 8%. O índice foi definido terça-feira pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), depois de uma greve de cinco dias que afetou três moinhos da região e outros oito moinhos da Grande São Paulo.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Industrialização Alimentícia da Grande São Paulo (filiado à Força Sindical), Carlos Vicente de Oliveira, o reajuste reflete aumento real de aproximadamente 2,6%.

"A campanha deste ano, como em outros períodos, foi bastante complicada. Tivemos seis rodadas de negociação e os empresários só ofereceram 6,5%. O índice só mudou com a decisão do TRT", afirmou.

No Grande ABC, a paralisação dos trabalhadores – que têm data-base em novembro – afetou os moinhos Santo André e São Jorge, em Santo André, e Santa Clara, em São Caetano.

"Fizemos apenas paralisações de alerta, para tentar retomar as negociações, o que não foi possível. É sempre melhor definir o reajuste de uma campanha negociando, especialmente com os moinhos, que não enfrentaram crise em 2005", afirmou Oliveira.

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