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Decisão do STF não afeta trabalhos do Conselho de Ética


Do Diário OnLine
Com Agências

26/10/2005 | 11:07


O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, deputado Ricardo Izar (PTB-SP), disse nesta quarta-feira que a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação ao processo contra o deputado José Dirceu (PT-SP) não altera em nada os trabalhos do conselho, Ele afirmou que não há necessidade de releitura do parecer do relator, deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

O ministro Eros Graus, do STF, determinou que sejam lacrados documentos sigilosos que constam do relatório de Júlio Delgado, mas manteve a tramitação do processo no Conselho de Ética. Os advogados de Dirceu entraram com mandado de segurança alegando que Delgado não fundamentou o pedido de transferência para o conselho dos dados telefônicos e bancários do ex-ministro-chefe da Casa Civil que estavam em poder da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios.

Izar disse também que, seja qual for o resultado da votação desta quarta da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) sobre o recurso de Dirceu contra o conselho, as partes envolvidas, inclusive o próprio Izar, ainda podem recorrer ao Plenário.



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Decisão do STF não afeta trabalhos do Conselho de Ética

Do Diário OnLine
Com Agências

26/10/2005 | 11:07


O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, deputado Ricardo Izar (PTB-SP), disse nesta quarta-feira que a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação ao processo contra o deputado José Dirceu (PT-SP) não altera em nada os trabalhos do conselho, Ele afirmou que não há necessidade de releitura do parecer do relator, deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

O ministro Eros Graus, do STF, determinou que sejam lacrados documentos sigilosos que constam do relatório de Júlio Delgado, mas manteve a tramitação do processo no Conselho de Ética. Os advogados de Dirceu entraram com mandado de segurança alegando que Delgado não fundamentou o pedido de transferência para o conselho dos dados telefônicos e bancários do ex-ministro-chefe da Casa Civil que estavam em poder da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios.

Izar disse também que, seja qual for o resultado da votação desta quarta da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) sobre o recurso de Dirceu contra o conselho, as partes envolvidas, inclusive o próprio Izar, ainda podem recorrer ao Plenário.

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