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Europa: Bolsas operam mistas com pressão de 'lockdowns' e impasse fiscal nos EUA



20/10/2020 | 07:57


Os mercados europeus operam em direções distintas na manhã desta terça-feira, 20, com a tríade covid-19, pacote fiscal americano e Brexit, como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), pautando o humor dos investidores. Enquanto o recorde de novas infecções no Velho Continente eleva a preocupação quanto a "lockdowns" nacionais, como anunciou a Irlanda ontem, o fim do prazo para o acerto de uma nova ajuda nos Estados Unidos mantém o sentimento de cautela.

Às 6h57 (de Brasília), o Stoxx-600 - índice que representa 90% das ações europeias - tinha baixa marginal de 0,04%, a 366,64 pontos.

A temporada de resultados do terceiro trimestre ao redor do globo contribui para encorajar uma alta dos mercados. Um dos destaques hoje foram os números do UBS, maior banco suíço, com uma alta de 99% no lucro líquido do período e o melhor trimestre em uma década. Pouco antes das 7h, suas ações subiam quase 3%.

Em Wall Street, os olhos hoje estão voltados para a divulgação de resultados do Netflix, um dos queridinhos da tecnologia.

De volta aos catalisadores de tensões dos investidores, a preocupação com novos "lockdowns" para conter a escalada recorde de casos na Europa predomina. Ontem, a Irlanda decretou confinamento a partir da meia-noite de quarta-feira, 21. O país é o primeiro da União Europeia a tomar tal medida.

Também é esperado algum sinal de fogo das tratativas para um acordo fiscal nos Estados Unidos. O prazo estabelecido pela presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, de 48 horas para a fixação de um pacote, termina hoje. Uma nova conversa está prevista entre a democrata e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Quanto ao Brexit, terceiro item da tríade de preocupações, há expectativa de retomada das conversas entre o Reino Unido e a UE amanhã, dia 21. Tanto o banco dinamarquês Danske Bank quanto a consultoria de risco político Eurásia ainda acreditam que a chance de um acordo é de 60% até o fim deste ano, apesar do desfecho desastroso da semana passada.

Nos mercados europeus, também às 6h57, o índice CAC-40, de Paris, subia 0,11% e o FTSE-100, de Londres, tinha elevação de 0,16%. Na contramão, em Frankfurt, o DAX-30 apontava queda de 0,35%, após dados mostrarem que os preços ao produtor da Alemanha caíram 1% na comparação anual de setembro, enquanto o PSI-20, de Lisboa, também figurava no vermelho, com baixa de 0,26%. Já o Ibex-35, de Madri, subia 0,85%, na liderança das altas, enquanto o índice FTSE-MIB, de Milão, tinha acréscimo de 0,32%.



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Europa: Bolsas operam mistas com pressão de 'lockdowns' e impasse fiscal nos EUA


20/10/2020 | 07:57


Os mercados europeus operam em direções distintas na manhã desta terça-feira, 20, com a tríade covid-19, pacote fiscal americano e Brexit, como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), pautando o humor dos investidores. Enquanto o recorde de novas infecções no Velho Continente eleva a preocupação quanto a "lockdowns" nacionais, como anunciou a Irlanda ontem, o fim do prazo para o acerto de uma nova ajuda nos Estados Unidos mantém o sentimento de cautela.

Às 6h57 (de Brasília), o Stoxx-600 - índice que representa 90% das ações europeias - tinha baixa marginal de 0,04%, a 366,64 pontos.

A temporada de resultados do terceiro trimestre ao redor do globo contribui para encorajar uma alta dos mercados. Um dos destaques hoje foram os números do UBS, maior banco suíço, com uma alta de 99% no lucro líquido do período e o melhor trimestre em uma década. Pouco antes das 7h, suas ações subiam quase 3%.

Em Wall Street, os olhos hoje estão voltados para a divulgação de resultados do Netflix, um dos queridinhos da tecnologia.

De volta aos catalisadores de tensões dos investidores, a preocupação com novos "lockdowns" para conter a escalada recorde de casos na Europa predomina. Ontem, a Irlanda decretou confinamento a partir da meia-noite de quarta-feira, 21. O país é o primeiro da União Europeia a tomar tal medida.

Também é esperado algum sinal de fogo das tratativas para um acordo fiscal nos Estados Unidos. O prazo estabelecido pela presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, de 48 horas para a fixação de um pacote, termina hoje. Uma nova conversa está prevista entre a democrata e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Quanto ao Brexit, terceiro item da tríade de preocupações, há expectativa de retomada das conversas entre o Reino Unido e a UE amanhã, dia 21. Tanto o banco dinamarquês Danske Bank quanto a consultoria de risco político Eurásia ainda acreditam que a chance de um acordo é de 60% até o fim deste ano, apesar do desfecho desastroso da semana passada.

Nos mercados europeus, também às 6h57, o índice CAC-40, de Paris, subia 0,11% e o FTSE-100, de Londres, tinha elevação de 0,16%. Na contramão, em Frankfurt, o DAX-30 apontava queda de 0,35%, após dados mostrarem que os preços ao produtor da Alemanha caíram 1% na comparação anual de setembro, enquanto o PSI-20, de Lisboa, também figurava no vermelho, com baixa de 0,26%. Já o Ibex-35, de Madri, subia 0,85%, na liderança das altas, enquanto o índice FTSE-MIB, de Milão, tinha acréscimo de 0,32%.

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