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São Caetano tem bastidores marcados por caos de gerência

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-funcionários reclamam do presidente do clube e salários ainda estão atrasados


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

19/10/2020 | 23:59


A turbulência nos bastidores do São Caetano não para. Mesmo com a primeira vitória na Série D do Campeonato Brasileiro, conquistada no domingo, com o 2 a 1 em cima do Joinville (Santa Catarina), a equipe tem chamado mais a atenção por questões administrativas. 

No time, a novidade mais recente foi a saída do ex-zagueiro Dininho. Ele tinha assumido a função de técnico interino depois que Alexandre Gallo pediu demissão do cargo horas depois de levar o time ao título da Série A-2 do Campeonato Paulista deste ano, no dia 12. “Sem dúvida (um dos motivos) foi pela complicação política que existia no clube. A falta de compromisso com a gente, atletas e comissão técnica. Tudo era difícil”, comentou Gallo sobre sua decisão. Agora, o papel de treinador provisório tem sido do também ex-jogador Fabinho Félix. 

Carlos Silva, administrador de futebol azulino, e Marcio Griggio, que atuava como executivo de futebol, também deixaram seus cargos nos últimos dias. Junto com grupo de investidores, o advogado Paulo Henriques Fernandes havia firmado acordo para ajudar na reestruturação financeira do clube neste ano, mas ficou dois meses no posto de um dos novos donos do time, entre agosto e começo de outubro, quando também se despediu do projeto. 

Segundo Dininho e Griggio, seus desligamentos foram motivados pela volta do presidente Nairo Ferreira de Souza ao comando do clube após fim das parcerias. Ele está no posto desde a fundação do São Caetano. Especula-se que houve algum atrito entre Paulo Henriques Fernandes e o veterano ‘cartola’ pouco antes das finais do último título estadual.

Informações extraoficiais dizem que os salários dos jogadores estão atrasados há cerca de quatro meses e que a premiação em dinheiro da Série A-2 não foi repassada ao grupo.

Em nota, o São Caetano comunicou que tenta resolver os problemas administrativos. “Sobre as pendências financeiras com jogadores, membros da comissão técnica e funcionários, a diretoria do São Caetano Futebol Ltda esclarece que tenta solucionar essas questões o mais rápido possível.” O Diário não conseguiu entrar em contato com o presidente Nairo Ferreira de Souza. 



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São Caetano tem bastidores marcados por caos de gerência

Ex-funcionários reclamam do presidente do clube e salários ainda estão atrasados

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

19/10/2020 | 23:59


A turbulência nos bastidores do São Caetano não para. Mesmo com a primeira vitória na Série D do Campeonato Brasileiro, conquistada no domingo, com o 2 a 1 em cima do Joinville (Santa Catarina), a equipe tem chamado mais a atenção por questões administrativas. 

No time, a novidade mais recente foi a saída do ex-zagueiro Dininho. Ele tinha assumido a função de técnico interino depois que Alexandre Gallo pediu demissão do cargo horas depois de levar o time ao título da Série A-2 do Campeonato Paulista deste ano, no dia 12. “Sem dúvida (um dos motivos) foi pela complicação política que existia no clube. A falta de compromisso com a gente, atletas e comissão técnica. Tudo era difícil”, comentou Gallo sobre sua decisão. Agora, o papel de treinador provisório tem sido do também ex-jogador Fabinho Félix. 

Carlos Silva, administrador de futebol azulino, e Marcio Griggio, que atuava como executivo de futebol, também deixaram seus cargos nos últimos dias. Junto com grupo de investidores, o advogado Paulo Henriques Fernandes havia firmado acordo para ajudar na reestruturação financeira do clube neste ano, mas ficou dois meses no posto de um dos novos donos do time, entre agosto e começo de outubro, quando também se despediu do projeto. 

Segundo Dininho e Griggio, seus desligamentos foram motivados pela volta do presidente Nairo Ferreira de Souza ao comando do clube após fim das parcerias. Ele está no posto desde a fundação do São Caetano. Especula-se que houve algum atrito entre Paulo Henriques Fernandes e o veterano ‘cartola’ pouco antes das finais do último título estadual.

Informações extraoficiais dizem que os salários dos jogadores estão atrasados há cerca de quatro meses e que a premiação em dinheiro da Série A-2 não foi repassada ao grupo.

Em nota, o São Caetano comunicou que tenta resolver os problemas administrativos. “Sobre as pendências financeiras com jogadores, membros da comissão técnica e funcionários, a diretoria do São Caetano Futebol Ltda esclarece que tenta solucionar essas questões o mais rápido possível.” O Diário não conseguiu entrar em contato com o presidente Nairo Ferreira de Souza. 

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