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Uso consciente da tecnologia

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Estipular horários para uso das telas é essencial; livros digitais são boas opções de aproveitamento


Da Redação

17/10/2020 | 23:59


As telas de computadores, tablets e celulares sempre fascinaram a criançada com suas cores, sons e interatividade. Com a chegada da pandemia devido ao novo coronavírus, o que fez com que se passasse mais tempo em casa, se questiona muito o tempo ideal para que a garotada faça uso do mundo virtual. Hoje, por exemplo, os aparelhos móveis já se tornaram essenciais, inclusive para assistir às aulas on-line.
 

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o uso de telas por parte das crianças precisa ter controle rigoroso por parte dos pais. A recomendação sobre o tempo que os pequenos passam em frente a celulares, tablets, TVs e computadores varia conforme a idade: crianças menores de 2 anos não devem ser expostas a nenhum tipo de tela; de 2 a 5 devem ter acesso aos eletrônicos durante uma hora por dia; de 6 a 10 anos, no máximo duas horas ao dia; acima de 10 anos e adolescentes, o limite é de três horas. De acordo com a pedagoga de plataforma de livros personalizáveis Claudia Onofre, a tecnologia não deve ser tratada como inimiga, pois, se usada com moderação, pode contribuir de forma positiva para o desenvolvimento infantil, principalmente em tempos de pandemia.
 

Para o  book advisor (profissional responsável por acompanhar o autor do início ao fim do projeto editorial) Eduardo Villela, a exposição aos aparelhos digitais muito cedo na vida dos pequenos pode prejudicar algumas habilidades, como, por exemplo, a socialização, uma vez que a criança passa mais tempo no aparelho e esquece de interagir com a família. “O livro, além de ajudar no desenvolvimento das habilidades cognitivas, também fortalece o vínculo entre pais e filhos. Fazer a criança se interessar pela leitura pode ser tarefa desafiadora. Para incentivar a leitura em crianças que mostram grande interesse em tecnologia e não gostam tanto de ler no tradicional livro de papel, uma opção são os digitais.”



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Uso consciente da tecnologia

Estipular horários para uso das telas é essencial; livros digitais são boas opções de aproveitamento

Da Redação

17/10/2020 | 23:59


As telas de computadores, tablets e celulares sempre fascinaram a criançada com suas cores, sons e interatividade. Com a chegada da pandemia devido ao novo coronavírus, o que fez com que se passasse mais tempo em casa, se questiona muito o tempo ideal para que a garotada faça uso do mundo virtual. Hoje, por exemplo, os aparelhos móveis já se tornaram essenciais, inclusive para assistir às aulas on-line.
 

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o uso de telas por parte das crianças precisa ter controle rigoroso por parte dos pais. A recomendação sobre o tempo que os pequenos passam em frente a celulares, tablets, TVs e computadores varia conforme a idade: crianças menores de 2 anos não devem ser expostas a nenhum tipo de tela; de 2 a 5 devem ter acesso aos eletrônicos durante uma hora por dia; de 6 a 10 anos, no máximo duas horas ao dia; acima de 10 anos e adolescentes, o limite é de três horas. De acordo com a pedagoga de plataforma de livros personalizáveis Claudia Onofre, a tecnologia não deve ser tratada como inimiga, pois, se usada com moderação, pode contribuir de forma positiva para o desenvolvimento infantil, principalmente em tempos de pandemia.
 

Para o  book advisor (profissional responsável por acompanhar o autor do início ao fim do projeto editorial) Eduardo Villela, a exposição aos aparelhos digitais muito cedo na vida dos pequenos pode prejudicar algumas habilidades, como, por exemplo, a socialização, uma vez que a criança passa mais tempo no aparelho e esquece de interagir com a família. “O livro, além de ajudar no desenvolvimento das habilidades cognitivas, também fortalece o vínculo entre pais e filhos. Fazer a criança se interessar pela leitura pode ser tarefa desafiadora. Para incentivar a leitura em crianças que mostram grande interesse em tecnologia e não gostam tanto de ler no tradicional livro de papel, uma opção são os digitais.”

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