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7 dicas de segurança digital para casas inteligentes

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

16/10/2020 | 15:18


No conceito de casa conectada, a inteligência nas residências é apoiada por sensores e sistemas que analisam dados, mas também pode ser a porta de entrada para vulnerabilidades. Estudos de ataques cibernéticos mostraram como webcams, termostatos, geladeiras e outros equipamentos podem se tornar um alvo atraente para criminosos. Os hackers ainda podem roubar dados (detalhes do cartão de crédito, data de nascimento e até mesmo número do seguro social) para colocar a vítima em situações de risco.

Ao adquirir um aparelho de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), os consumidores devem ter o direito de assumir que ele é seguro e protegido, garantido por leis e regulamentos. No entanto, atualmente, as diretrizes são muito poucas. Apesar dos fabricantes sofrerem pressão de governos para incorporar segurança ao desenvolvimento destes produtos, a responsabilidades ainda está nas mãos do usuário final. É por isto que consumidores precisam estar atentos e se proteger. Veja sete dicas da DigiCert que irão ajudar você e sua família nesta missão.

Leia mais:
Opinião: 5 provas de que o futuro chegou e revolucionou a sua casa
10 dicas para deixar sua casa mais inteligente

1. Pesquise antes de comprar

Antes de adquirir um dispositivo procure se informar sobre suas vulnerabilidades, que tipo de dados são coletados, como são protegidos e compartilhados. Leia a política de privacidade e veja quanto controle o produto tem sobre suas informações e como elas são usadas. Evite equipamentos sem histórico de segurança – é muito importante priorizar a privacidade sobre o preço.

2. Não use senhas padrão

Senhas padrão são aquelas pré-fabricadas no produto pelo fabricante, às vezes, aparecem escritas no manual do usuário. Sempre que isso acontecer, o consumidor deve alterá-la e criar uma sequência nova baseada em boas práticas. Opte por longas e fortes e mude-as a cada seis meses. Use autenticação de dois fatores ou multifator sempre que possível. Você também pode considerar um gerenciador de senhas e um aplicativo de autenticação, o que dificultará a invasão de hackers.

3. Mantenha os softwares atualizados

As atualizações ajudam seu dispositivo a executar os patches de segurança e proteção mais recentes. Isso é crítico porque, à medida que os hackers evoluem e encontram novas vulnerabilidades, estes updates estão mais preparados para evitar ataques. Quando as atualizações do fabricante forem lançadas, certifique-se de instalá-las e de estar executando o software mais atualizado.

4. Sempre verifique as permissões

Desative todas as configurações desnecessárias, como acesso remoto ou localização. Conceda apenas permissões necessárias e não conecte automaticamente o aparelho à rede – a não ser que seja obrigatório. Também não conecte seus dispositivos a redes públicas ou suspeitas. O Wi-Fi público nem sempre é seguro.

5. Não se esqueça do seu telefone

Muitos dispositivos inteligentes se conectam a aplicativos. Então, proteja seu smartphone. Se você o perder ou for roubado, evita que hackers acessem sua casa inteligente por meio de seus apps.

6. Monitore seus dispositivos

Saiba o que e quem está conectado à sua rede. Cada novo equipamento pode trazer vulnerabilidade, pois é necessário apenas um dispositivo para comprometer toda a conexão. Use apenas o que você precisa e certifique-se de remover aparelhos obsoletos. E mais: ao se livrar de eletrônicos antigos, é importante redefini-los para as configurações de fábrica. Assim, o próximo usuário não tem acesso a seus dados ou sua rede.

7. Opte por redes separadas

Se você tem conhecimento técnico para fazer isso, poderá criar uma rede separada e segura para seus produtos IoT. Você pode separá-las com informações confidenciais para aumentar a segurança.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga



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7 dicas de segurança digital para casas inteligentes

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

16/10/2020 | 15:18


No conceito de casa conectada, a inteligência nas residências é apoiada por sensores e sistemas que analisam dados, mas também pode ser a porta de entrada para vulnerabilidades. Estudos de ataques cibernéticos mostraram como webcams, termostatos, geladeiras e outros equipamentos podem se tornar um alvo atraente para criminosos. Os hackers ainda podem roubar dados (detalhes do cartão de crédito, data de nascimento e até mesmo número do seguro social) para colocar a vítima em situações de risco.

Ao adquirir um aparelho de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), os consumidores devem ter o direito de assumir que ele é seguro e protegido, garantido por leis e regulamentos. No entanto, atualmente, as diretrizes são muito poucas. Apesar dos fabricantes sofrerem pressão de governos para incorporar segurança ao desenvolvimento destes produtos, a responsabilidades ainda está nas mãos do usuário final. É por isto que consumidores precisam estar atentos e se proteger. Veja sete dicas da DigiCert que irão ajudar você e sua família nesta missão.

Leia mais:
Opinião: 5 provas de que o futuro chegou e revolucionou a sua casa
10 dicas para deixar sua casa mais inteligente

1. Pesquise antes de comprar

Antes de adquirir um dispositivo procure se informar sobre suas vulnerabilidades, que tipo de dados são coletados, como são protegidos e compartilhados. Leia a política de privacidade e veja quanto controle o produto tem sobre suas informações e como elas são usadas. Evite equipamentos sem histórico de segurança – é muito importante priorizar a privacidade sobre o preço.

2. Não use senhas padrão

Senhas padrão são aquelas pré-fabricadas no produto pelo fabricante, às vezes, aparecem escritas no manual do usuário. Sempre que isso acontecer, o consumidor deve alterá-la e criar uma sequência nova baseada em boas práticas. Opte por longas e fortes e mude-as a cada seis meses. Use autenticação de dois fatores ou multifator sempre que possível. Você também pode considerar um gerenciador de senhas e um aplicativo de autenticação, o que dificultará a invasão de hackers.

3. Mantenha os softwares atualizados

As atualizações ajudam seu dispositivo a executar os patches de segurança e proteção mais recentes. Isso é crítico porque, à medida que os hackers evoluem e encontram novas vulnerabilidades, estes updates estão mais preparados para evitar ataques. Quando as atualizações do fabricante forem lançadas, certifique-se de instalá-las e de estar executando o software mais atualizado.

4. Sempre verifique as permissões

Desative todas as configurações desnecessárias, como acesso remoto ou localização. Conceda apenas permissões necessárias e não conecte automaticamente o aparelho à rede – a não ser que seja obrigatório. Também não conecte seus dispositivos a redes públicas ou suspeitas. O Wi-Fi público nem sempre é seguro.

5. Não se esqueça do seu telefone

Muitos dispositivos inteligentes se conectam a aplicativos. Então, proteja seu smartphone. Se você o perder ou for roubado, evita que hackers acessem sua casa inteligente por meio de seus apps.

6. Monitore seus dispositivos

Saiba o que e quem está conectado à sua rede. Cada novo equipamento pode trazer vulnerabilidade, pois é necessário apenas um dispositivo para comprometer toda a conexão. Use apenas o que você precisa e certifique-se de remover aparelhos obsoletos. E mais: ao se livrar de eletrônicos antigos, é importante redefini-los para as configurações de fábrica. Assim, o próximo usuário não tem acesso a seus dados ou sua rede.

7. Opte por redes separadas

Se você tem conhecimento técnico para fazer isso, poderá criar uma rede separada e segura para seus produtos IoT. Você pode separá-las com informações confidenciais para aumentar a segurança.

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