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Nano learning: conheça o modo de aprendizagem online e em “pílulas”

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação
Do 33Giga

06/10/2020 | 19:18


*Por Eduardo Parente

O conceito de “nano learning” não é novo, mas ainda é pouco explorado no universo corporativo. Ele consiste em conteúdos curtos de aprendizagem, que exigem de três a cinco minutos de foco, apenas. Pode envolver um tutorial no YouTube, um artigo educacional curto, ou qualquer tipo de formato que seja direto, simples e fácil de ser digerido.

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Um estudo alemão, realizado por Lenny DeFranco, identificou que o método permite 20% mais retenção de informações em comparação a formatos tradicionais, mais longos de ensino. Isso porque, é feito em pequenas doses, sendo mais memorável, garantindo a recuperação rápida de informações e atendendo ao curto período de atenção do aluno.

Mas no meio corporativo, a dúvida paira de como aplicar este conceito. Os treinamentos de capacitação são muito utilizados por empresas, instituições, fundações, etc. para alinhar seus funcionários à missão, visão e valores da empresa, desenvolvendo habilidades que atendam às expectativas da organização.

Leia mais: NordVPN: por que está na hora de você usar redes virtuais privadas
Engenharia Social: saiba o que é e evite cair em golpes virtuais

As marcas muitas vezes precisam lidar com equipes pulverizadas, o que dificulta quando se trata de conteúdos complexos, além de não conseguir medir efetivamente o engajamento, que, atualmente é estimado por horas de atividades realizadas, palestras assistidas, dentre outros pontos que não significam que o aprendizado foi efetivo.

É para resolver essa questão que entra o “nano learning”. Para suprir uma deficiência no mercado de treinamento corporativo, que não consegue alcançar e, principalmente, medir o engajamento, e, consequentemente, o aprendizado e desenvolvimento de habilidades dos colaboradores.

Já parou para pensar que muitas pessoas se tornam especialistas em seus hobbies? Isso se deve à ampla disponibilidade de materiais que utilizam nano learning, principalmente, na internet.
Assim, se aplicado aos funcionários, independentemente se são os que melhor performam ou não, pode torná-los, também, especialistas em suas funções e com habilidades específicas que a organização necessita.

Se os líderes das empresas desejam desenvolver efetivamente seus colaboradores e expandir seus negócios, precisam começar a olhar além dos treinamentos medidos apenas pela carga horária e começar a considerar novas formas, mais tecnológicas, digitais e eficientes, apostando em um conceito que já tem ganhado força e importância ao redor do mundo.

O “nano learning” pode ser o futuro do aprendizado, do ensino e do treinamento corporativo.

*Eduardo Parente é sócio-fundador da Lys, startup que cria, desenvolve e implementa treinamentos e capacitações por celular.



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Nano learning: conheça o modo de aprendizagem online e em “pílulas”

Da Redação
Do 33Giga

06/10/2020 | 19:18


*Por Eduardo Parente

O conceito de “nano learning” não é novo, mas ainda é pouco explorado no universo corporativo. Ele consiste em conteúdos curtos de aprendizagem, que exigem de três a cinco minutos de foco, apenas. Pode envolver um tutorial no YouTube, um artigo educacional curto, ou qualquer tipo de formato que seja direto, simples e fácil de ser digerido.

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Um estudo alemão, realizado por Lenny DeFranco, identificou que o método permite 20% mais retenção de informações em comparação a formatos tradicionais, mais longos de ensino. Isso porque, é feito em pequenas doses, sendo mais memorável, garantindo a recuperação rápida de informações e atendendo ao curto período de atenção do aluno.

Mas no meio corporativo, a dúvida paira de como aplicar este conceito. Os treinamentos de capacitação são muito utilizados por empresas, instituições, fundações, etc. para alinhar seus funcionários à missão, visão e valores da empresa, desenvolvendo habilidades que atendam às expectativas da organização.

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As marcas muitas vezes precisam lidar com equipes pulverizadas, o que dificulta quando se trata de conteúdos complexos, além de não conseguir medir efetivamente o engajamento, que, atualmente é estimado por horas de atividades realizadas, palestras assistidas, dentre outros pontos que não significam que o aprendizado foi efetivo.

É para resolver essa questão que entra o “nano learning”. Para suprir uma deficiência no mercado de treinamento corporativo, que não consegue alcançar e, principalmente, medir o engajamento, e, consequentemente, o aprendizado e desenvolvimento de habilidades dos colaboradores.

Já parou para pensar que muitas pessoas se tornam especialistas em seus hobbies? Isso se deve à ampla disponibilidade de materiais que utilizam nano learning, principalmente, na internet.
Assim, se aplicado aos funcionários, independentemente se são os que melhor performam ou não, pode torná-los, também, especialistas em suas funções e com habilidades específicas que a organização necessita.

Se os líderes das empresas desejam desenvolver efetivamente seus colaboradores e expandir seus negócios, precisam começar a olhar além dos treinamentos medidos apenas pela carga horária e começar a considerar novas formas, mais tecnológicas, digitais e eficientes, apostando em um conceito que já tem ganhado força e importância ao redor do mundo.

O “nano learning” pode ser o futuro do aprendizado, do ensino e do treinamento corporativo.

*Eduardo Parente é sócio-fundador da Lys, startup que cria, desenvolve e implementa treinamentos e capacitações por celular.

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