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Kiko tem candidatura em Ribeirão contestada por morador de Rio Grande

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Jornalista alega que político foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/10/2020 | 17:18


O prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSDB), teve seu pedido de candidatura à reeleição contestado por um jornalista morador de Rio Grande da Serra, que anexou na Justiça Eleitoral condenação judicial sofrida pelo tucano no passado. A requisição de impugnação será analisada pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), órgão competente para avaliar a condição jurídica dos candidatos.

Márcio de Andrade Prado, conhecido como Peninha, citou a condenação confirmada pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) de Kiko, por improbidade administrativa, em caso que remonta a 2008, quando ele era prefeito de Rio Grande da Serra. À época, o tucano nomeou Anderson Meira Lopes, filho d então secretário de Administração, Luiz Castilho Lopes, para um cargo no governo. Como configurou-se nepotismo, ele exonerou Lopes. Porém, segundo o Ministério Público, houve realocação de Lopes indiretamente no Paço, uma vez que ele foi contratado para trabalhar na empresa BV Service Informática Ltda, prestadora de serviço da Prefeitura de Rio Grande.

Peninha também anexou ao pedido de impugnação reprodução de página mantida pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que aponta a viabilidade jurídica dos candidatos. No site, a condenação em segunda instância contra Kiko está presente e diz que o tucano tem os direitos políticos suspensos até 2023.

No mês passado, ao Diário, Kiko assegurou ter condições jurídicas de concorrer ao segundo mandato de prefeito em Ribeirão Pires – se eleito, bate recorde ao ter quatro governos no Executivo, contabilizando os dois em Rio Grande. “Esse questionamento (jurídico) me acompanha desde 2008. Em 2014, falaram que não seria candidato a deputado federal. Fui, tive 31.720 votos. Dois anos depois, falaram que não seria candidato em Ribeirão Pires. Fui e ganhei. Recorrer a isso mostra a fragilidade dos adversários, das propostas”, disse Kiko, à ocasião. “Não fui condenado por ato doloso ou de má-fé e não posso ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Se pairasse alguma dúvida (jurídica) eu sequer seria candidato. E não haveria o leque de aliados que temos.”



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Kiko tem candidatura em Ribeirão contestada por morador de Rio Grande

Jornalista alega que político foi condenado em segunda instância por improbidade administrativa

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/10/2020 | 17:18


O prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSDB), teve seu pedido de candidatura à reeleição contestado por um jornalista morador de Rio Grande da Serra, que anexou na Justiça Eleitoral condenação judicial sofrida pelo tucano no passado. A requisição de impugnação será analisada pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), órgão competente para avaliar a condição jurídica dos candidatos.

Márcio de Andrade Prado, conhecido como Peninha, citou a condenação confirmada pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) de Kiko, por improbidade administrativa, em caso que remonta a 2008, quando ele era prefeito de Rio Grande da Serra. À época, o tucano nomeou Anderson Meira Lopes, filho d então secretário de Administração, Luiz Castilho Lopes, para um cargo no governo. Como configurou-se nepotismo, ele exonerou Lopes. Porém, segundo o Ministério Público, houve realocação de Lopes indiretamente no Paço, uma vez que ele foi contratado para trabalhar na empresa BV Service Informática Ltda, prestadora de serviço da Prefeitura de Rio Grande.

Peninha também anexou ao pedido de impugnação reprodução de página mantida pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que aponta a viabilidade jurídica dos candidatos. No site, a condenação em segunda instância contra Kiko está presente e diz que o tucano tem os direitos políticos suspensos até 2023.

No mês passado, ao Diário, Kiko assegurou ter condições jurídicas de concorrer ao segundo mandato de prefeito em Ribeirão Pires – se eleito, bate recorde ao ter quatro governos no Executivo, contabilizando os dois em Rio Grande. “Esse questionamento (jurídico) me acompanha desde 2008. Em 2014, falaram que não seria candidato a deputado federal. Fui, tive 31.720 votos. Dois anos depois, falaram que não seria candidato em Ribeirão Pires. Fui e ganhei. Recorrer a isso mostra a fragilidade dos adversários, das propostas”, disse Kiko, à ocasião. “Não fui condenado por ato doloso ou de má-fé e não posso ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Se pairasse alguma dúvida (jurídica) eu sequer seria candidato. E não haveria o leque de aliados que temos.”

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