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Europa: bolsas fecham na maioria em baixa, com covid e estímulos fiscais no radar



30/09/2020 | 14:05


As bolsas europeias fecharam na maioria em baixa, em dia de fortes oscilações, com sinalizações diferentes ao mercado. Por um lado, há a expectativa pela aprovação de um novo pacote de estímulos pelo Congresso dos Estados Unidos. Pelo outro, as incertezas após o debate presidencial no país e o aumento de casos de coronavírus na Europa. A exceção foi Lisboa, que teve ganhos na sessão. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou nesta quarta-feira em baixa de 0,11%, a 361,09 pontos.

"Os mercados europeus abriram em baixa esta manhã e, embora a atenção esteja voltada para os eventos de ontem à noite nos EUA, a preocupação real continua sendo em torno da crescente probabilidade de que a segunda onda de preocupações reduza a atividade econômica no final do ano", sinalizou Michael Hewson da CMC Markets, citando o debate presidencial nos EUA, mas também a preocupação com a covid-19.

Mais tarde, as bolsas tiveram ganhos com "Steven Mnuchin, o secretário do Tesouro dos EUA, dizendo que terá mais uma tentativa de tentar chegar a um acordo com os democratas com relação a um pacote de alívio do coronavírus e isso ajudou as ações", avaliou David Madden da mesma CMC Markets. O tempo para a aprovação antes do fim do ano fiscal do país está se esgotando, e há muita pressão. No entanto, o movimento perdeu força ao longo da sessão, e as bolsas tiveram tendência de queda.

Em Londres, as ações da Royal Dutch Shell caíram 2,02%, repercutindo anúncio de um novo plano visando a economia de "baixo carbono", que prevê até 9 mil demissões nos próximos anos. Uma das grande notícias de hoje foi a divulgação de um tombo no Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido de quase 20% no segundo trimestre ante os três primeiros meses do ano. Com isso, o índice FTSE, na capital britânica, caiu 0,53%, a 5.866,10 pontos.

Na China, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da IHS Markit e da Caixin, recuou de 53,1 em agosto a 53,0 na preliminar de setembro. Em Paris e Frankfurt as bolsas abriram em baixa em seguida ao índice, e assim também fecharam o dia. Na França, o CAC 40 teve queda de 0,59%, a 4.803,44 pontos, e na Alemanha, o DAX recuou 0,51%, a 12,760,73 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB fechou em baixa de 0,24%, a 19.015,27 pontos. Em Madrid, pequena variação, com o IBEX 35 avançando 0,04%, a 6.716,60.

Lisboa destoou e registrou alta de 0,84% no PSI 20, em dia com forte valorização no setor de energia no país, com EDP Renováveis (+2,02%), Galp (1,99%) e EDP (+1,20%) acumulando ganhos. Além disso, após forte perda nas últimas semanas, o setor bancário teve alguns incentivos positivos, e o BCP Millenium fechou em alta de 0,88%.



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Europa: bolsas fecham na maioria em baixa, com covid e estímulos fiscais no radar


30/09/2020 | 14:05


As bolsas europeias fecharam na maioria em baixa, em dia de fortes oscilações, com sinalizações diferentes ao mercado. Por um lado, há a expectativa pela aprovação de um novo pacote de estímulos pelo Congresso dos Estados Unidos. Pelo outro, as incertezas após o debate presidencial no país e o aumento de casos de coronavírus na Europa. A exceção foi Lisboa, que teve ganhos na sessão. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou nesta quarta-feira em baixa de 0,11%, a 361,09 pontos.

"Os mercados europeus abriram em baixa esta manhã e, embora a atenção esteja voltada para os eventos de ontem à noite nos EUA, a preocupação real continua sendo em torno da crescente probabilidade de que a segunda onda de preocupações reduza a atividade econômica no final do ano", sinalizou Michael Hewson da CMC Markets, citando o debate presidencial nos EUA, mas também a preocupação com a covid-19.

Mais tarde, as bolsas tiveram ganhos com "Steven Mnuchin, o secretário do Tesouro dos EUA, dizendo que terá mais uma tentativa de tentar chegar a um acordo com os democratas com relação a um pacote de alívio do coronavírus e isso ajudou as ações", avaliou David Madden da mesma CMC Markets. O tempo para a aprovação antes do fim do ano fiscal do país está se esgotando, e há muita pressão. No entanto, o movimento perdeu força ao longo da sessão, e as bolsas tiveram tendência de queda.

Em Londres, as ações da Royal Dutch Shell caíram 2,02%, repercutindo anúncio de um novo plano visando a economia de "baixo carbono", que prevê até 9 mil demissões nos próximos anos. Uma das grande notícias de hoje foi a divulgação de um tombo no Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido de quase 20% no segundo trimestre ante os três primeiros meses do ano. Com isso, o índice FTSE, na capital britânica, caiu 0,53%, a 5.866,10 pontos.

Na China, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da IHS Markit e da Caixin, recuou de 53,1 em agosto a 53,0 na preliminar de setembro. Em Paris e Frankfurt as bolsas abriram em baixa em seguida ao índice, e assim também fecharam o dia. Na França, o CAC 40 teve queda de 0,59%, a 4.803,44 pontos, e na Alemanha, o DAX recuou 0,51%, a 12,760,73 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB fechou em baixa de 0,24%, a 19.015,27 pontos. Em Madrid, pequena variação, com o IBEX 35 avançando 0,04%, a 6.716,60.

Lisboa destoou e registrou alta de 0,84% no PSI 20, em dia com forte valorização no setor de energia no país, com EDP Renováveis (+2,02%), Galp (1,99%) e EDP (+1,20%) acumulando ganhos. Além disso, após forte perda nas últimas semanas, o setor bancário teve alguns incentivos positivos, e o BCP Millenium fechou em alta de 0,88%.

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