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Dólar à vista cai com exterior, após começar o dia em alta com cautela fiscal



29/09/2020 | 09:50


O dólar à vista passou a cair na manhã desta terça-feira, 29, em linha com o viés de baixa predominante no exterior, após começar a sessão em alta, refletindo cautela fiscal. Pode estar havendo ainda pressão técnica nesta véspera de definição, amanhã, da última Ptax de setembro e do terceiro trimestre.

Apesar da queda ante o real, operadores afirmam que se mantém a cautela dado o risco de pedalada e de calote do governo ao propor que o programa Renda Cidadã seja financiado com recursos do Fundeb e com precatórios. Além disso, há desconforto com a falta de previsão de corte de gastos do governo e o adiamento do envio da proposta de reforma tributária do Executivo para o Congresso, por falta de acordo com líderes partidários. Lá fora, o dólar se enfraquece em meio à possibilidade de um acordo para novos estímulos nos Estados Unidos.

Nesse ambiente, a alta de 4,34% do IGP-M em setembro, de 2,74% em agosto, fica em segundo plano, uma vez que ficou aquém da mediana do mercado (4,42%).

Às 9h39, o dólar à vista caía 0,34%, a R$ 5,6167, após subir até a máxima de R$ 5,6587 (+0,42%). O dólar futuro de outubro recuava 0,79%, a R$ 5,6165, ante máxima a R$ 5,6580 (-0,06%).



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Dólar à vista cai com exterior, após começar o dia em alta com cautela fiscal


29/09/2020 | 09:50


O dólar à vista passou a cair na manhã desta terça-feira, 29, em linha com o viés de baixa predominante no exterior, após começar a sessão em alta, refletindo cautela fiscal. Pode estar havendo ainda pressão técnica nesta véspera de definição, amanhã, da última Ptax de setembro e do terceiro trimestre.

Apesar da queda ante o real, operadores afirmam que se mantém a cautela dado o risco de pedalada e de calote do governo ao propor que o programa Renda Cidadã seja financiado com recursos do Fundeb e com precatórios. Além disso, há desconforto com a falta de previsão de corte de gastos do governo e o adiamento do envio da proposta de reforma tributária do Executivo para o Congresso, por falta de acordo com líderes partidários. Lá fora, o dólar se enfraquece em meio à possibilidade de um acordo para novos estímulos nos Estados Unidos.

Nesse ambiente, a alta de 4,34% do IGP-M em setembro, de 2,74% em agosto, fica em segundo plano, uma vez que ficou aquém da mediana do mercado (4,42%).

Às 9h39, o dólar à vista caía 0,34%, a R$ 5,6167, após subir até a máxima de R$ 5,6587 (+0,42%). O dólar futuro de outubro recuava 0,79%, a R$ 5,6165, ante máxima a R$ 5,6580 (-0,06%).

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