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Fiesp: atividade da indústria paulista sobe 3,3% em agosto ante julho, com ajuste

Arquivo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

No ano de 2020, no entanto, o total de horas trabalhadas na produção ainda é 10,4% inferior ao registrado em igual período de 2019



28/09/2020 | 12:12


A atividade da indústria paulista medida em horas trabalhadas na produção cresceu 3,3% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, segundo levantamento de conjuntura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na margem, houve altas de 0,6% no volume de vendas reais e de 0,6% nos salários reais médios da indústria. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) cresceu 2,4 pontos porcentuais, para 76,9%, o maior nível desde junho de 2015 (77,54%).

No ano de 2020, no entanto, o total de horas trabalhadas na produção ainda é 10,4% inferior ao registrado em igual período de 2019. Também no acumulado do ano, os salários reais médios caíram 4,7%. Mesmo com o avanço, o Nuci ainda está 3,2 pontos porcentuais abaixo da média histórica do mês, de 81,0%.

Sensor

Os empresários da indústria paulista enxergaram melhora nas suas atividades em setembro. A pesquisa Sensor, da Fiesp, captou melhora no índice de atividade geral do setor, que subiu a 50,7 no mês, de 49,5 em agosto.

É a primeira vez desde fevereiro em que o indicador supera a marca de 50 pontos, que indica expansão na atividade, na série com ajuste sazonal. Nas aberturas, dois dos quatro componentes ficaram acima deste nível.

O sensor de mercado subiu a 55,0 pontos, de 53,7 em agosto, indicando melhora no setor de atuação dos empresários. O índice de vendas avançou a 52,4 pontos, de 52,1 em agosto, sinalizando aumento das vendas das empresas.

Na outra ponta, o índice de emprego caiu de 47,1 para 45,7, indicando redução no nível de emprego no mês. O índice de investimentos avançou de 44,7 para 45,9, mas ainda sinaliza redução nos investimentos.

O índice de estoques subiu de 49,3 pontos para 52,5 pontos e sinaliza estoques abaixo do nível desejável nas empresas.



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Fiesp: atividade da indústria paulista sobe 3,3% em agosto ante julho, com ajuste

No ano de 2020, no entanto, o total de horas trabalhadas na produção ainda é 10,4% inferior ao registrado em igual período de 2019


28/09/2020 | 12:12


A atividade da indústria paulista medida em horas trabalhadas na produção cresceu 3,3% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, segundo levantamento de conjuntura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na margem, houve altas de 0,6% no volume de vendas reais e de 0,6% nos salários reais médios da indústria. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) cresceu 2,4 pontos porcentuais, para 76,9%, o maior nível desde junho de 2015 (77,54%).

No ano de 2020, no entanto, o total de horas trabalhadas na produção ainda é 10,4% inferior ao registrado em igual período de 2019. Também no acumulado do ano, os salários reais médios caíram 4,7%. Mesmo com o avanço, o Nuci ainda está 3,2 pontos porcentuais abaixo da média histórica do mês, de 81,0%.

Sensor

Os empresários da indústria paulista enxergaram melhora nas suas atividades em setembro. A pesquisa Sensor, da Fiesp, captou melhora no índice de atividade geral do setor, que subiu a 50,7 no mês, de 49,5 em agosto.

É a primeira vez desde fevereiro em que o indicador supera a marca de 50 pontos, que indica expansão na atividade, na série com ajuste sazonal. Nas aberturas, dois dos quatro componentes ficaram acima deste nível.

O sensor de mercado subiu a 55,0 pontos, de 53,7 em agosto, indicando melhora no setor de atuação dos empresários. O índice de vendas avançou a 52,4 pontos, de 52,1 em agosto, sinalizando aumento das vendas das empresas.

Na outra ponta, o índice de emprego caiu de 47,1 para 45,7, indicando redução no nível de emprego no mês. O índice de investimentos avançou de 44,7 para 45,9, mas ainda sinaliza redução nos investimentos.

O índice de estoques subiu de 49,3 pontos para 52,5 pontos e sinaliza estoques abaixo do nível desejável nas empresas.

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