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Waldery: premissa é a manutenção de regras fiscais, em especial o teto de gastos



28/09/2020 | 11:19


O secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que, mesmo diante do aumento dos gastos para fazer frente ao novo coronavírus, a equipe econômica tem como premissa a manutenção de regras fiscais, em especial o teto de gastos.

Em audiência na Comissão Mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas para fazer frente à Covid-19, o secretário lembrou que, diante da pandemia, o governo foi dispensado por lei de cumprir neste ano a meta de resultado primário e da regra de ouro. "O teto de gastos continua válido", ressaltou.

Ele ressaltou que o impacto primário das medidas contra a covid-19 somam R$ 607 bilhões, valor que corresponde a mais de cinco vezes as despesas discricionárias.

Essa foi a primeira aparição pública de Rodrigues desde que o secretário foi alvo de críticas indiretas do presidente Jair Bolsonaro, há duas semanas. Waldery deu entrevista em que defendeu o fim da correção de benefícios previdenciários pela inflação. No dia seguinte, Bolsonaro disse que isso não ocorreria em seu governo e que quem defendesse a ideia receberia "cartão vermelho". À época, interlocutores do ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que ele esperava que o secretário pedisse demissão - uma das opções discutidas nos bastidores é que ele assuma um cargo em organismo internacional.



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Waldery: premissa é a manutenção de regras fiscais, em especial o teto de gastos


28/09/2020 | 11:19


O secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que, mesmo diante do aumento dos gastos para fazer frente ao novo coronavírus, a equipe econômica tem como premissa a manutenção de regras fiscais, em especial o teto de gastos.

Em audiência na Comissão Mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas para fazer frente à Covid-19, o secretário lembrou que, diante da pandemia, o governo foi dispensado por lei de cumprir neste ano a meta de resultado primário e da regra de ouro. "O teto de gastos continua válido", ressaltou.

Ele ressaltou que o impacto primário das medidas contra a covid-19 somam R$ 607 bilhões, valor que corresponde a mais de cinco vezes as despesas discricionárias.

Essa foi a primeira aparição pública de Rodrigues desde que o secretário foi alvo de críticas indiretas do presidente Jair Bolsonaro, há duas semanas. Waldery deu entrevista em que defendeu o fim da correção de benefícios previdenciários pela inflação. No dia seguinte, Bolsonaro disse que isso não ocorreria em seu governo e que quem defendesse a ideia receberia "cartão vermelho". À época, interlocutores do ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que ele esperava que o secretário pedisse demissão - uma das opções discutidas nos bastidores é que ele assuma um cargo em organismo internacional.

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