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Santo André une lados do Adib Chammas

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Viaduto entra em fase de acabamento e deve ficar pronto em 40 dias; Prefeitura inicia recuperação do Complexo Viário Castelo Branco


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

26/09/2020 | 00:01


A Prefeitura de Santo André anunciou ontem que a duplicação do Viaduto Adib Chammas será entregue em até 40 dias – início de novembro – para passagem de veículos. Ontem, foi finalizado trecho importante da obra, que une o 1º e o 2º subdistritos da cidade, o que deveria ter sido feito há 27 anos, quando foi executado o projeto original do viaduto. Agora, resta acabamento para que o local seja liberado.

O projeto estava previsto para ser concluído em janeiro de 2021 e a decisão da antecipação foi divulgada no início deste ano, quando a intervenção adotou o sistema de cimbramento, método mais tecnológico. Nele, as instalações das aduelas – estruturas que ficarão acima da Avenida dos Estados e do Rio Tamanduateí –, que seriam colocadas a cada 14 dias, teve o tempo reduzido pela metade.

De acordo com o prefeito Paulo Serra (PSDB), cerca de 6.000 veículos passam por hora pelo viaduto e, com a intervenção, os motoristas vão reduzir em 30% o tempo de viagem para quem precisa trafegar pelo trecho. O investimento da obra é de R$ 15,9 milhões, fruto de financiamento junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

Em paralelo, ainda segundo o chefe do Executivo, conforme planejado desde o início do projeto, assim que a intervenção do Viaduto Adib Chammas entrasse na fase final, a Prefeitura daria início a recuperação do Complexo Viário Castelo Branco, que liga a Avenida Prestes Maia à Avenida dos Estados e o bairro Santa Terezinha. A previsão é que as obras comecem na próxima semana.

“A obra no Castelo Branco será dividida em duas fases. A primeira, de recuperação do viaduto, que pode demorar entre 60 e 90 dias. Na sequência, serão feitas as obras de reforço do local, que podem chegar há dois anos para ficarem prontas”, detalha o prefeito.

O projeto prevê a recuperação continuada do Castelo Branco até a Alameda Martins Fontes. O objetivo é eliminar cruzamentos da Avenida dos Estados. No eixo circulam, aproximadamente, 94 mil veículos por dia. Os ganhos projetados nos tempos de viagens podem chegar a 300% se comparados com as medições atuais. “Ficarão duas alças alteadas, tirando o semáforo do local e deixando o tráfego expresso”, explica Paulo Serra.

As novas pistas expressas sem semáforos, de acordo com prefeito, privilegiará também o eixo que vem da Avenida Prestes Maia pela Castelo Branco. A região também receberá um retorno elevado, para pessoas que trafegam em direção a São Caetano e precisam retornar para o sentido Mauá. O projeto ainda prevê mais duas pontes, na altura das ruas Santa Adélia e Acre, além de ciclovias e paisagismo.

“Essas interferências são necessárias pela mobilidade em toda região. Vai melhorar todo trânsito, fluindo melhor, além dos pontos de integrações dos locais”, detalha Serra.

O projeto terá investimento de R$ 140 milhões também pelo fruto de financiamento do BID. “É um desafio para todos nós, já que é uma obra aguardada por muito tempo, de complexidade maior, mas que vai resolver todo problema de trânsito”, finaliza o prefeito. 



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Santo André une lados do Adib Chammas

Viaduto entra em fase de acabamento e deve ficar pronto em 40 dias; Prefeitura inicia recuperação do Complexo Viário Castelo Branco

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

26/09/2020 | 00:01


A Prefeitura de Santo André anunciou ontem que a duplicação do Viaduto Adib Chammas será entregue em até 40 dias – início de novembro – para passagem de veículos. Ontem, foi finalizado trecho importante da obra, que une o 1º e o 2º subdistritos da cidade, o que deveria ter sido feito há 27 anos, quando foi executado o projeto original do viaduto. Agora, resta acabamento para que o local seja liberado.

O projeto estava previsto para ser concluído em janeiro de 2021 e a decisão da antecipação foi divulgada no início deste ano, quando a intervenção adotou o sistema de cimbramento, método mais tecnológico. Nele, as instalações das aduelas – estruturas que ficarão acima da Avenida dos Estados e do Rio Tamanduateí –, que seriam colocadas a cada 14 dias, teve o tempo reduzido pela metade.

De acordo com o prefeito Paulo Serra (PSDB), cerca de 6.000 veículos passam por hora pelo viaduto e, com a intervenção, os motoristas vão reduzir em 30% o tempo de viagem para quem precisa trafegar pelo trecho. O investimento da obra é de R$ 15,9 milhões, fruto de financiamento junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

Em paralelo, ainda segundo o chefe do Executivo, conforme planejado desde o início do projeto, assim que a intervenção do Viaduto Adib Chammas entrasse na fase final, a Prefeitura daria início a recuperação do Complexo Viário Castelo Branco, que liga a Avenida Prestes Maia à Avenida dos Estados e o bairro Santa Terezinha. A previsão é que as obras comecem na próxima semana.

“A obra no Castelo Branco será dividida em duas fases. A primeira, de recuperação do viaduto, que pode demorar entre 60 e 90 dias. Na sequência, serão feitas as obras de reforço do local, que podem chegar há dois anos para ficarem prontas”, detalha o prefeito.

O projeto prevê a recuperação continuada do Castelo Branco até a Alameda Martins Fontes. O objetivo é eliminar cruzamentos da Avenida dos Estados. No eixo circulam, aproximadamente, 94 mil veículos por dia. Os ganhos projetados nos tempos de viagens podem chegar a 300% se comparados com as medições atuais. “Ficarão duas alças alteadas, tirando o semáforo do local e deixando o tráfego expresso”, explica Paulo Serra.

As novas pistas expressas sem semáforos, de acordo com prefeito, privilegiará também o eixo que vem da Avenida Prestes Maia pela Castelo Branco. A região também receberá um retorno elevado, para pessoas que trafegam em direção a São Caetano e precisam retornar para o sentido Mauá. O projeto ainda prevê mais duas pontes, na altura das ruas Santa Adélia e Acre, além de ciclovias e paisagismo.

“Essas interferências são necessárias pela mobilidade em toda região. Vai melhorar todo trânsito, fluindo melhor, além dos pontos de integrações dos locais”, detalha Serra.

O projeto terá investimento de R$ 140 milhões também pelo fruto de financiamento do BID. “É um desafio para todos nós, já que é uma obra aguardada por muito tempo, de complexidade maior, mas que vai resolver todo problema de trânsito”, finaliza o prefeito. 

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