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Bolsas da Europa fecham na maioria em queda com covid no radar; Londres avança



25/09/2020 | 13:34


As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta, 25, encerrando de forma negativa uma semana marcada pela aversão ao risco nos mercados globais. O avanço recente do coronavírus no continente e os temores quanto à imposição de novas medidas de restrição de movimento pesaram sobre os negócios, pressionados ainda pela desaceleração da retomada econômica.

Nesse ambiente, o índice Stoxx 600 encerrou em baixa de 0,10%, a 355,51 com perda semanal de 3,60%, a mais acentuada em mais de três meses. O subíndice do setor bancário, por sua vez, recuou 1,23%, a 79,27 pontos, após ter batido durante o dia 78,89 pontos, no menor nível de sua história, ainda refletindo o escândalo bancário, revelado na segunda-feira, que denunciou transações suspeitas em pelo menos cinco grandes bancos. Na semana, o Stoxx 600 Banks caiu 7,83%.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 contrariou as demais praças e avançou 0,34%, a 5.842,67 pontos, mas caiu 2,74% na semana. O Reino Unido é um dos países mais atingidos pela nova onda de casos de coronavírus na Europa. Ontem, o país insular confirmou 6,6 mil diagnósticos da doença, avanço diário recorde desde o início da pandemia.

Para a Eurasia, esse cenário pressiona o governo britânico a chegar a um acordo comercial com a União Europeia, para o período subsequente ao Brexit, como é conhecido o processo de saída de Londres do bloco. "Por isso, nós elevamos a probabilidade de haver um pacto até o fim do ano para 60%, de 45% antes", revela a consultoria.

A França também renovou recorde de contaminações em apenas um dia ontem, com mais de 16 mil infecções confirmadas em 24 horas. Com isso, o índice CAC 40, referência em Paris, cedeu 0,69%, a 4.729,66 pontos, com perda semanal de 4,99%.

Em Frankfurt, o DAX perdeu 1,09%, a 12.469,20 pontos, queda de 4,93% em relação à última sexta-feira. O papel da Lufthansa caiu 2,99%, em meio a relatos de que a companhia aérea deve cortar mais de mil empregos de pilotos, por conta dos efeitos da crise provocada pela covid-19.

Na bolsa de Milão, o FTSE MIB baixou 1,10%, a 18.698,36 pontos, recuo de 4,23% no acumulado das últimas cinco sessões. Nos mercados ibéricos, o PSI 20, de Lisboa, diminuiu 1,33% hoje e 6,04% na semana, a 3.995,60 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, registrou baixa diária de 0,23% e semanal de 4,35%, a 6.628,30 pontos.



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Bolsas da Europa fecham na maioria em queda com covid no radar; Londres avança


25/09/2020 | 13:34


As bolsas da Europa fecharam em queda nesta sexta, 25, encerrando de forma negativa uma semana marcada pela aversão ao risco nos mercados globais. O avanço recente do coronavírus no continente e os temores quanto à imposição de novas medidas de restrição de movimento pesaram sobre os negócios, pressionados ainda pela desaceleração da retomada econômica.

Nesse ambiente, o índice Stoxx 600 encerrou em baixa de 0,10%, a 355,51 com perda semanal de 3,60%, a mais acentuada em mais de três meses. O subíndice do setor bancário, por sua vez, recuou 1,23%, a 79,27 pontos, após ter batido durante o dia 78,89 pontos, no menor nível de sua história, ainda refletindo o escândalo bancário, revelado na segunda-feira, que denunciou transações suspeitas em pelo menos cinco grandes bancos. Na semana, o Stoxx 600 Banks caiu 7,83%.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 contrariou as demais praças e avançou 0,34%, a 5.842,67 pontos, mas caiu 2,74% na semana. O Reino Unido é um dos países mais atingidos pela nova onda de casos de coronavírus na Europa. Ontem, o país insular confirmou 6,6 mil diagnósticos da doença, avanço diário recorde desde o início da pandemia.

Para a Eurasia, esse cenário pressiona o governo britânico a chegar a um acordo comercial com a União Europeia, para o período subsequente ao Brexit, como é conhecido o processo de saída de Londres do bloco. "Por isso, nós elevamos a probabilidade de haver um pacto até o fim do ano para 60%, de 45% antes", revela a consultoria.

A França também renovou recorde de contaminações em apenas um dia ontem, com mais de 16 mil infecções confirmadas em 24 horas. Com isso, o índice CAC 40, referência em Paris, cedeu 0,69%, a 4.729,66 pontos, com perda semanal de 4,99%.

Em Frankfurt, o DAX perdeu 1,09%, a 12.469,20 pontos, queda de 4,93% em relação à última sexta-feira. O papel da Lufthansa caiu 2,99%, em meio a relatos de que a companhia aérea deve cortar mais de mil empregos de pilotos, por conta dos efeitos da crise provocada pela covid-19.

Na bolsa de Milão, o FTSE MIB baixou 1,10%, a 18.698,36 pontos, recuo de 4,23% no acumulado das últimas cinco sessões. Nos mercados ibéricos, o PSI 20, de Lisboa, diminuiu 1,33% hoje e 6,04% na semana, a 3.995,60 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, registrou baixa diária de 0,23% e semanal de 4,35%, a 6.628,30 pontos.

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