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Câmbio: dólar sobe mais de 1% e vai a R$ 5,57 com aversão ao risco no exterior



25/09/2020 | 10:11


Dólar opera em alta nesta sexta-feira marcada por cautela do no mercado internacional, com os investidores atentos ao aumento de casos de covid-19 na Europa e à busca dos países por novos estímulos econômicos, principalmente nos Estados Unidos. A valorização da moeda americana é quase generalizada ante divisas fortes e de países emergentes, o que leva a cotação de volta ao patamar dos R$ 5,57 por aqui. As bolsas da Europa recuam e os índices futuros da bolsa de Nova York seguem na mesma tendência.

Diante do aumento dos casos de infecção pelo novo coronavírus, o governo da Espanha recomendou às autoridades de Madri que retomem a quarentena local, ampliando as restrições à circulação de pessoas e à atividade econômica para todas as regiões da capital espanhola. França e Alemanha também registram aumento do número de casos da doença. Com isso, as bolsas europeias recuam, levando a aversão ao risco a outros mercados. Nos Estados Unidos, combinada com a queda dos índices de ações, num sinal de fuga do risco, há aumento de procura por ativos de proteção, como os títulos do Tesouro.

Às 10h01 desta sexta, o dólar à vista era cotado a R$ 5,5700, em alta de 1,08%. No mercado futuro, o dólar para liquidação em outubro subia 1,11%, aos R$ 5,5710. O Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,23%.

No Brasil, a sexta-feira é de agenda fraca em termos de indicadores econômicos, o que retira parte da referência dos negócios. Destaque nesta manhã para o Índice de Confiança da Construção (ICST), que acelerou pela quinta vez seguida em setembro, ao subir aos 91,5 pontos, de 87,8 em agosto, na série com ajuste sazonal. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV).



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Câmbio: dólar sobe mais de 1% e vai a R$ 5,57 com aversão ao risco no exterior


25/09/2020 | 10:11


Dólar opera em alta nesta sexta-feira marcada por cautela do no mercado internacional, com os investidores atentos ao aumento de casos de covid-19 na Europa e à busca dos países por novos estímulos econômicos, principalmente nos Estados Unidos. A valorização da moeda americana é quase generalizada ante divisas fortes e de países emergentes, o que leva a cotação de volta ao patamar dos R$ 5,57 por aqui. As bolsas da Europa recuam e os índices futuros da bolsa de Nova York seguem na mesma tendência.

Diante do aumento dos casos de infecção pelo novo coronavírus, o governo da Espanha recomendou às autoridades de Madri que retomem a quarentena local, ampliando as restrições à circulação de pessoas e à atividade econômica para todas as regiões da capital espanhola. França e Alemanha também registram aumento do número de casos da doença. Com isso, as bolsas europeias recuam, levando a aversão ao risco a outros mercados. Nos Estados Unidos, combinada com a queda dos índices de ações, num sinal de fuga do risco, há aumento de procura por ativos de proteção, como os títulos do Tesouro.

Às 10h01 desta sexta, o dólar à vista era cotado a R$ 5,5700, em alta de 1,08%. No mercado futuro, o dólar para liquidação em outubro subia 1,11%, aos R$ 5,5710. O Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,23%.

No Brasil, a sexta-feira é de agenda fraca em termos de indicadores econômicos, o que retira parte da referência dos negócios. Destaque nesta manhã para o Índice de Confiança da Construção (ICST), que acelerou pela quinta vez seguida em setembro, ao subir aos 91,5 pontos, de 87,8 em agosto, na série com ajuste sazonal. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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