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Arrumar defesa do Corinthians, a grande missão de Coelho até jogo com Atlético-GO



24/09/2020 | 19:18


O Corinthians se acostumou a ganhar títulos nos últimos anos graças a suas defesas sólidas. Foram verdadeiros paredões. Em 2020, o setor vem decepcionando, levando gol em quase todos os jogos e, por consequência, o time acumula vexames. Enquanto não fecha com um treinador fixo, o interino Dyego Coelho quebra a cabeça para arrumar o setor.

Sem jogo no fim de semana, o treinador terá mais sete dias para resgatar a marca registrada corintiana. O time que quase não era vazado, agora já soma 17 gols sofridos em 11 partidas no Brasileirão. Apenas o Grêmio não anotou diante do Corinthians.

A derrota por 1 a 0 diante do Sport veio após um pênalti de mão na bola. Mesmo assim, os pernambucanos exigiram muito de Cássio. O goleiro vem salvando o time de ser vazado ainda mais, o que mostra a falta de proteção.

Gil já não é um menino e anda chegando atrasado em muitos lances. O improvisado Danilo Avelar alterna altos e baixos e falta cobertura para ajudá-los. Pedro Henrique foi negociado por não passar confiança e não se firmar, e falta um reserva que possa fazer sombra nos titulares.

Coelho vem adotando o papel de elevar o moral do elenco e prefere não fazer críticas. Ao menos em público. Após mais uma derrota - a quinta em 11 jogos - ele optou por dizer que viu "evolução no time". Sabe, porém, que não é verdade.

Mesmo diante de rivais de menos tradição no cenário nacional, e com situação instável, a defesa não sobressaiu. O Corinthians levou gol de Goiás, Botafogo, Coritiba, Fortaleza e Sport, todos adversários que não brigarão pelo topo da tabela. Contra os mais fortes, mais de um, casos de Palmeiras, São Paulo e Atlético-MG.

Para quem tinha médias de menos de um gol por jogo nos últimos anos, levar 17 em 11 ligou o sinal de alerta. Ou a defesa melhora, ou a ameaça de queda vai rondar o time o campeonato todo.

Para piorar, Fagner ainda está suspenso e não encara o Atlético-GO, quarta-feira, na Neo Química Arena. E se engana quem acha que o problema surgiu no Brasileirão. Ele é crônico. Vêm desde o início do ano e custou vaga na fase de grupos da Libertadores. Depois de levar 1 a 0 do Guaraní, no Paraguai, vencia por 2 a 0 em casa e avançava. Mas a defesa não fez seu papel e o gol sofrido como mandante decretou o vexame.

No Paulistão, apesar da decisão do título nos pênaltis, foram muitos gols sofridos (11) e derrotas amargas diante de Água Santa, Inter de Limeira e Ponte Preta.



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Arrumar defesa do Corinthians, a grande missão de Coelho até jogo com Atlético-GO


24/09/2020 | 19:18


O Corinthians se acostumou a ganhar títulos nos últimos anos graças a suas defesas sólidas. Foram verdadeiros paredões. Em 2020, o setor vem decepcionando, levando gol em quase todos os jogos e, por consequência, o time acumula vexames. Enquanto não fecha com um treinador fixo, o interino Dyego Coelho quebra a cabeça para arrumar o setor.

Sem jogo no fim de semana, o treinador terá mais sete dias para resgatar a marca registrada corintiana. O time que quase não era vazado, agora já soma 17 gols sofridos em 11 partidas no Brasileirão. Apenas o Grêmio não anotou diante do Corinthians.

A derrota por 1 a 0 diante do Sport veio após um pênalti de mão na bola. Mesmo assim, os pernambucanos exigiram muito de Cássio. O goleiro vem salvando o time de ser vazado ainda mais, o que mostra a falta de proteção.

Gil já não é um menino e anda chegando atrasado em muitos lances. O improvisado Danilo Avelar alterna altos e baixos e falta cobertura para ajudá-los. Pedro Henrique foi negociado por não passar confiança e não se firmar, e falta um reserva que possa fazer sombra nos titulares.

Coelho vem adotando o papel de elevar o moral do elenco e prefere não fazer críticas. Ao menos em público. Após mais uma derrota - a quinta em 11 jogos - ele optou por dizer que viu "evolução no time". Sabe, porém, que não é verdade.

Mesmo diante de rivais de menos tradição no cenário nacional, e com situação instável, a defesa não sobressaiu. O Corinthians levou gol de Goiás, Botafogo, Coritiba, Fortaleza e Sport, todos adversários que não brigarão pelo topo da tabela. Contra os mais fortes, mais de um, casos de Palmeiras, São Paulo e Atlético-MG.

Para quem tinha médias de menos de um gol por jogo nos últimos anos, levar 17 em 11 ligou o sinal de alerta. Ou a defesa melhora, ou a ameaça de queda vai rondar o time o campeonato todo.

Para piorar, Fagner ainda está suspenso e não encara o Atlético-GO, quarta-feira, na Neo Química Arena. E se engana quem acha que o problema surgiu no Brasileirão. Ele é crônico. Vêm desde o início do ano e custou vaga na fase de grupos da Libertadores. Depois de levar 1 a 0 do Guaraní, no Paraguai, vencia por 2 a 0 em casa e avançava. Mas a defesa não fez seu papel e o gol sofrido como mandante decretou o vexame.

No Paulistão, apesar da decisão do título nos pênaltis, foram muitos gols sofridos (11) e derrotas amargas diante de Água Santa, Inter de Limeira e Ponte Preta.

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