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Bach diz que COI e organizadores estudam vários cenários para os Jogos de Tóquio



24/09/2020 | 09:01


O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, disse nesta quinta-feira que, em razão da incerteza de como será a situação da pandemia do novo coronavírus em 2021, os Jogos Olímpicos Tóquio-2020, adiados justamente por conta do surto global da covid-19, estão sendo preparados para se adaptarem a diferentes cenários.

Bach destacou que nos últimos meses ocorreram desenvolvimentos notáveis que levam ao otimismo em relação à disputa dos Jogos de Tóquio, incluindo o desenvolvimento de uma vacina ou a "retomada de um grande número de eventos esportivos" em todo o mundo. O presidente do COI, que discursou durante uma reunião da comissão de coordenação entre o COI e os organizadores dos Jogos Olímpicos, por videoconferência, considerou Tóquio-2020 um evento próprio para "um mundo pós-covid-19".

O dirigente ressaltou que jogos das principais ligas esportivas do Japão, realizados no último final de semana, tiveram pela primeira vez a presença de mais de 5.000 espectadores nas arquibancadas e usou outros exemplos como "eventos complexos como a Volta da França", competição de ciclismo de estrada que acabou no último domingo.

"Isso demonstra que podemos desenvolver eventos esportivos mesmo sem a vacina", disse Bach, que, no entanto, admitiu a impossibilidade de se saber com detalhe a evolução da pandemia nos próximos 10 meses, bem como as respostas médicas contra a covid-19.

No atual contexto de incertezas causadas pelo vírus, "os governos de muitos países não podem nem garantir que alguém poderá entrar ou sair na próxima semana" devido às restrições que são aplicadas nas viagens, disse o presidente do COI. "O que podemos fazer é estabelecer princípios com os quais trabalhar e isso consiste em organizar Jogos adequados para o mundo pós-covid-19 e uma série de medidas que podemos tomar quando chegar a hora e de acordo com o cenário", explicou.

Bach pediu, por isso, "sacrifícios" e "criatividade" a todos os envolvidos no movimento olímpico para "tomar decisões no momento adequado" quanto às condições de movimentação dos atletas em território japonês e mudanças nas regras e regulamentos que se aplicam ao Jogos de Tóquio.

Apesar de todas as dificuldades, o dirigente expressou a sua confiança de que os Jogos Olímpicos programados para o verão de 2021 em Tóquio (de 23 de julho a 8 de agosto) "serão um sucesso", bem como "históricos em muitos aspectos".

As reuniões entre o COI e os organizadores da Olimpíada acontecerão até esta sexta-feira e se concentrarão nos últimos avanços dos preparativos e nas propostas para "simplificar" o evento. O presidente do Comitê Organizador, Yoshiro Mori, explicou que a prioridade consiste em identificar formas de reduzir os custos e a complexidade dos Jogos, além de definir medidas de segurança sanitária para os atletas. São tarefas que esperam concluir até o final do ano.



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Bach diz que COI e organizadores estudam vários cenários para os Jogos de Tóquio


24/09/2020 | 09:01


O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, disse nesta quinta-feira que, em razão da incerteza de como será a situação da pandemia do novo coronavírus em 2021, os Jogos Olímpicos Tóquio-2020, adiados justamente por conta do surto global da covid-19, estão sendo preparados para se adaptarem a diferentes cenários.

Bach destacou que nos últimos meses ocorreram desenvolvimentos notáveis que levam ao otimismo em relação à disputa dos Jogos de Tóquio, incluindo o desenvolvimento de uma vacina ou a "retomada de um grande número de eventos esportivos" em todo o mundo. O presidente do COI, que discursou durante uma reunião da comissão de coordenação entre o COI e os organizadores dos Jogos Olímpicos, por videoconferência, considerou Tóquio-2020 um evento próprio para "um mundo pós-covid-19".

O dirigente ressaltou que jogos das principais ligas esportivas do Japão, realizados no último final de semana, tiveram pela primeira vez a presença de mais de 5.000 espectadores nas arquibancadas e usou outros exemplos como "eventos complexos como a Volta da França", competição de ciclismo de estrada que acabou no último domingo.

"Isso demonstra que podemos desenvolver eventos esportivos mesmo sem a vacina", disse Bach, que, no entanto, admitiu a impossibilidade de se saber com detalhe a evolução da pandemia nos próximos 10 meses, bem como as respostas médicas contra a covid-19.

No atual contexto de incertezas causadas pelo vírus, "os governos de muitos países não podem nem garantir que alguém poderá entrar ou sair na próxima semana" devido às restrições que são aplicadas nas viagens, disse o presidente do COI. "O que podemos fazer é estabelecer princípios com os quais trabalhar e isso consiste em organizar Jogos adequados para o mundo pós-covid-19 e uma série de medidas que podemos tomar quando chegar a hora e de acordo com o cenário", explicou.

Bach pediu, por isso, "sacrifícios" e "criatividade" a todos os envolvidos no movimento olímpico para "tomar decisões no momento adequado" quanto às condições de movimentação dos atletas em território japonês e mudanças nas regras e regulamentos que se aplicam ao Jogos de Tóquio.

Apesar de todas as dificuldades, o dirigente expressou a sua confiança de que os Jogos Olímpicos programados para o verão de 2021 em Tóquio (de 23 de julho a 8 de agosto) "serão um sucesso", bem como "históricos em muitos aspectos".

As reuniões entre o COI e os organizadores da Olimpíada acontecerão até esta sexta-feira e se concentrarão nos últimos avanços dos preparativos e nas propostas para "simplificar" o evento. O presidente do Comitê Organizador, Yoshiro Mori, explicou que a prioridade consiste em identificar formas de reduzir os custos e a complexidade dos Jogos, além de definir medidas de segurança sanitária para os atletas. São tarefas que esperam concluir até o final do ano.

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