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Até o fim de fevereiro todos os moradores de São Paulo deverão estar vacinados, afirma Doria

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Primeiras 5 milhões de doses serão destinadas a médicos e paramédicos; imunizante teve 98% de eficiência


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

23/09/2020 | 12:45


O governador do Estado, João Doria (PSDB), prevê que toda população de São Paulo seja vacinada até o dia 28 de fevereiro. O anúncio acaba de ser feito em coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Segundo ele, a eficiência do imunizante na China chegou a 98% nos mais de 50 mil voluntários testados. "E poucos, cerca de 5,7%, tiveram efeitos adversos. A maioria apenas dor no local da vacina", ressaltou.

Segundo o tucano, o primeiro loge de 5 milhões de doses, que chegará em outubro, assim que liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), será destinada a médicos e paramédicos. "Até 31 de dezembro teremos mais 46 milhões de doses da Coronavac (produzidos no Butantan) e, até 28 de fevereiro, se completarão 60 milhões de doses da vacina que será o suficiente para a imunização de todos brasileiros de São Paulo". A população do Estado é de 44,04 milhões de pessoas.

Agora iniciará a fase de testagem, na China, em crianças e idosos, segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas. "Os resultados que envolveram os já 50 milhões de testes lá são muito animadores", ressaltou o diretor. Xing Han, representante da Sinovac na América Latina, também participou da coletiva e disse que a fase 3 de testes tem ido muito bem no país asiático. "Estamos confiantes nessa vacina tanto para segurança quanto para eficiência. Daqui um mês vai sair o resultado desta fase. Estamos trabalhando duro e conseguimos dentro de cinco meses construir uma fábrica nova somente para Coronavac. Vamos trabalhar dia e noite para garantir fornecimento e, até fevereiro, chegar a 60 milhões de doses para São Paulo", garantiu.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, confirmou ainda pela manhã o repasse de R$ 80 milhões para auxiliar na construção da nova fábrica do Instituto Butantan, o que deverá otimizar a produção da vacina para todo o País. O restande do dinheiro necessário, acrescentou Doria, foi doado pelo sistema privado. 

FUTEBOL

O médico José Medina, integrante do Centro de Contingência do novo coronavírus, disse que foi solicitado da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a retomada do público aos estádios, principalmente na partida que será realizada em outubro, entre Brasil e Bolívia, pelas eliminatórias da Copa do Mundo do Qatar. "Nós tivemos uma reunião ontem e, com base nas análises técnicas vimos que o cenário no estado não permite retomada de público a eventos associados a grandes aglomerações. O estado de São Paulo permanece em quarentena e ainda julgamos arriscado", afirmou.

O Brasil tem hoje 4.591.604 casos de contaminação pelo coronavírus e 138.108 mortes. Já em São Paulo, são 951.973 casos e 34.492 mortes. Ao todo, 46,1% de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na Grande São Paulo.



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Até o fim de fevereiro todos os moradores de São Paulo deverão estar vacinados, afirma Doria

Primeiras 5 milhões de doses serão destinadas a médicos e paramédicos; imunizante teve 98% de eficiência

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

23/09/2020 | 12:45


O governador do Estado, João Doria (PSDB), prevê que toda população de São Paulo seja vacinada até o dia 28 de fevereiro. O anúncio acaba de ser feito em coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Segundo ele, a eficiência do imunizante na China chegou a 98% nos mais de 50 mil voluntários testados. "E poucos, cerca de 5,7%, tiveram efeitos adversos. A maioria apenas dor no local da vacina", ressaltou.

Segundo o tucano, o primeiro loge de 5 milhões de doses, que chegará em outubro, assim que liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), será destinada a médicos e paramédicos. "Até 31 de dezembro teremos mais 46 milhões de doses da Coronavac (produzidos no Butantan) e, até 28 de fevereiro, se completarão 60 milhões de doses da vacina que será o suficiente para a imunização de todos brasileiros de São Paulo". A população do Estado é de 44,04 milhões de pessoas.

Agora iniciará a fase de testagem, na China, em crianças e idosos, segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas. "Os resultados que envolveram os já 50 milhões de testes lá são muito animadores", ressaltou o diretor. Xing Han, representante da Sinovac na América Latina, também participou da coletiva e disse que a fase 3 de testes tem ido muito bem no país asiático. "Estamos confiantes nessa vacina tanto para segurança quanto para eficiência. Daqui um mês vai sair o resultado desta fase. Estamos trabalhando duro e conseguimos dentro de cinco meses construir uma fábrica nova somente para Coronavac. Vamos trabalhar dia e noite para garantir fornecimento e, até fevereiro, chegar a 60 milhões de doses para São Paulo", garantiu.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, confirmou ainda pela manhã o repasse de R$ 80 milhões para auxiliar na construção da nova fábrica do Instituto Butantan, o que deverá otimizar a produção da vacina para todo o País. O restande do dinheiro necessário, acrescentou Doria, foi doado pelo sistema privado. 

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O médico José Medina, integrante do Centro de Contingência do novo coronavírus, disse que foi solicitado da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a retomada do público aos estádios, principalmente na partida que será realizada em outubro, entre Brasil e Bolívia, pelas eliminatórias da Copa do Mundo do Qatar. "Nós tivemos uma reunião ontem e, com base nas análises técnicas vimos que o cenário no estado não permite retomada de público a eventos associados a grandes aglomerações. O estado de São Paulo permanece em quarentena e ainda julgamos arriscado", afirmou.

O Brasil tem hoje 4.591.604 casos de contaminação pelo coronavírus e 138.108 mortes. Já em São Paulo, são 951.973 casos e 34.492 mortes. Ao todo, 46,1% de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na Grande São Paulo.

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