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Retenção escolar em tempos de Covid


Do Diário do Grande ABC

20/09/2020 | 11:15


Ainda sem perspectiva de retorno para as atividades escolares presenciais, escolas, representantes da educação, municípios e Estados tentam compreender como será a dinâmica das atividades escolares para o fim do ano letivo em 2020 e início em 2021.

Sabendo que a volta às aulas presenciais dependerá de protocolos sanitários, decisões estaduais e dos municípios, o CNR (Conselho Nacional de Educação) disponibilizou um novo parecer, no qual recomenda que as escolas públicas e privadas evitem a retenção dos alunos em 2020, em virtude da crise do coronavírus. Esse documento, que será ainda homologado pelo MEC (Ministério da Educação), oferece sugestões para as escolas quanto à idealização de novo calendário para a volta às aulas.

Com a suspensão das aulas presenciais, em março, as redes de ensino precisarão reorganizar o calendário escolar, podendo seguir algumas sugestões do documento, como aumentar os dias letivos do calendário de 2021, por meio da antecipação do início do ano letivo. Outra recomendação é a ampliação da carga horária diária e a continuidade das atividades remotas em complementação às aulas presenciais.

De acordo com Maria Helena Guimarães, integrante do Conselho Nacional de Educação, o parecer possibilita a flexibilização dos calendários escolares, a escola pode cumprir o seu currículo até dezembro ou pode replanejar o seu currículo de 2021. A escola também tem a opção de selecionar aqueles conteúdos ou objetivos de aprendizagem mais essenciais para garantir o aprendizado dos alunos até o fim de dezembro e no próximo ano iniciar com o calendário de 2021, independentemente de 2020.

Com base no documento, recomenda-se a não reprovação para que o aluno não seja mais penalizado do que já foi durante o período de pandemia, embora o documento indique uma flexibilização regulatória, que possibilita que a escola pode ou não reprovar o aluno.

A retenção em si já é um assunto muito polêmico sem o evento da pandemia. Nesse sentido, imaginar, planejar e regulamentar os caminhos para aprovação justa ou a reprovação justa será talvez o maior desafio para professores, instituições de ensino e órgãos educacionais para este fim de ano letivo.

Então, cabe a pergunta: na sua opinião, se necessário, o aluno deve ser retido este ano?

Karlla Tathyanne Coelho é especialista em tutoria e professora da área de educação da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter. 

35 anos de democracia

Meu Deus! Em que trágica situação os políticos deixaram este País e seu povo. Para mim, e entendo que também para a maioria dos brasileiros, a herança que recebemos dos militares não foi tão devastadora como a que estamos recebendo deles agora. Em sua maioria, extremamente egoístas, querem o poder; governar, não! Nunca fomos tão explorados, com 13 milhões de desempregados, tanta miséria, fome, a economia esfacelada e eles, cegos e surdos na berlinda. Para termos o Brasil de hoje não precisaríamos de tantos deputados, senadores, vereadores, suplentes, uma penca de assessores e milhões de servidores pendurados nas tetas do poder. Como aposentado ganhando um mísero benefício, reduzido ano a ano, pergunto se a reforma administrativa vai cortar essa imoralidade agora, como a situação exige, ou somente quando não estivermos mais aqui? Onde eles arrumaram o índice de apenas um digito da inflação? É revoltante os constantes e abusivos aumentos nos gêneros de primeira. Nestes 35 anos de desgoverno, de corrupção e impunidade, na região mais pobre do País, municípios inteiros dependem dos aposentados, que sustentam filhos e netos. São Paulo, hoje com ruas, praças, viadutos e jardins, tomados por ambulantes, indigentes e drogados, com lixo por todo canto, cercada de favelas com muita miséria, fome, crime e violência, em nada lembra a bela e saudosa cidade que tivemos no passado.

Nilson Martins Altran

São Caetano

Caixa-d’água 

É inacredivável saber que a caixa-d’água que desabou no dia 23 de agosto, assustando moradores em Diadema, siga no mesmo lugar. É o retrato de como o povo é tratado. Enquanto aquele símbolo da ineficiência do poder público segue exposto a olhos dos curiosos, quem teve seus carros danificados aguarda por posicionamento. E a investigação sobre os culpados? Uma caixa-d’água imensa cai entre diversos prédios, por sorte a tragédia não foi pior, e fica por isso mesmo?

José Carlos Pires dos Santos

Diadema

Verões passados

Fui um dos 57,7 milhões de eleitores que optou por varrer o PT do governo federal. Apoiei Jair Bolsonaro mais para tirar o PT do poder do que propriamente por defender todas as ideias do hoje presidente, embora comungue com algumas delas, em especial a defesa da família. Não morro de amores por esse governo, acho que o presidente tem muito a se explicar. Mas daí a ignorar todos os casos de corrupção que envolveram o PT é demais. Petistas querem nos fazer crer que são santos e que a aparição de deslizes de Bolsonaro serve como borracha para apagar o passado. A eleição municipal está chegando, o PT vai apostar em velhos conhecidos em cidades consideradas estratégicas para eles retornarem ao poder. Mas saibam: o eleitor segue atento. E sem esquecer o que fizeram nos verões passados.

Eliza Sarinho dos Santos

Mauá

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Retenção escolar em tempos de Covid

Do Diário do Grande ABC

20/09/2020 | 11:15


Ainda sem perspectiva de retorno para as atividades escolares presenciais, escolas, representantes da educação, municípios e Estados tentam compreender como será a dinâmica das atividades escolares para o fim do ano letivo em 2020 e início em 2021.

Sabendo que a volta às aulas presenciais dependerá de protocolos sanitários, decisões estaduais e dos municípios, o CNR (Conselho Nacional de Educação) disponibilizou um novo parecer, no qual recomenda que as escolas públicas e privadas evitem a retenção dos alunos em 2020, em virtude da crise do coronavírus. Esse documento, que será ainda homologado pelo MEC (Ministério da Educação), oferece sugestões para as escolas quanto à idealização de novo calendário para a volta às aulas.

Com a suspensão das aulas presenciais, em março, as redes de ensino precisarão reorganizar o calendário escolar, podendo seguir algumas sugestões do documento, como aumentar os dias letivos do calendário de 2021, por meio da antecipação do início do ano letivo. Outra recomendação é a ampliação da carga horária diária e a continuidade das atividades remotas em complementação às aulas presenciais.

De acordo com Maria Helena Guimarães, integrante do Conselho Nacional de Educação, o parecer possibilita a flexibilização dos calendários escolares, a escola pode cumprir o seu currículo até dezembro ou pode replanejar o seu currículo de 2021. A escola também tem a opção de selecionar aqueles conteúdos ou objetivos de aprendizagem mais essenciais para garantir o aprendizado dos alunos até o fim de dezembro e no próximo ano iniciar com o calendário de 2021, independentemente de 2020.

Com base no documento, recomenda-se a não reprovação para que o aluno não seja mais penalizado do que já foi durante o período de pandemia, embora o documento indique uma flexibilização regulatória, que possibilita que a escola pode ou não reprovar o aluno.

A retenção em si já é um assunto muito polêmico sem o evento da pandemia. Nesse sentido, imaginar, planejar e regulamentar os caminhos para aprovação justa ou a reprovação justa será talvez o maior desafio para professores, instituições de ensino e órgãos educacionais para este fim de ano letivo.

Então, cabe a pergunta: na sua opinião, se necessário, o aluno deve ser retido este ano?

Karlla Tathyanne Coelho é especialista em tutoria e professora da área de educação da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter. 

35 anos de democracia

Meu Deus! Em que trágica situação os políticos deixaram este País e seu povo. Para mim, e entendo que também para a maioria dos brasileiros, a herança que recebemos dos militares não foi tão devastadora como a que estamos recebendo deles agora. Em sua maioria, extremamente egoístas, querem o poder; governar, não! Nunca fomos tão explorados, com 13 milhões de desempregados, tanta miséria, fome, a economia esfacelada e eles, cegos e surdos na berlinda. Para termos o Brasil de hoje não precisaríamos de tantos deputados, senadores, vereadores, suplentes, uma penca de assessores e milhões de servidores pendurados nas tetas do poder. Como aposentado ganhando um mísero benefício, reduzido ano a ano, pergunto se a reforma administrativa vai cortar essa imoralidade agora, como a situação exige, ou somente quando não estivermos mais aqui? Onde eles arrumaram o índice de apenas um digito da inflação? É revoltante os constantes e abusivos aumentos nos gêneros de primeira. Nestes 35 anos de desgoverno, de corrupção e impunidade, na região mais pobre do País, municípios inteiros dependem dos aposentados, que sustentam filhos e netos. São Paulo, hoje com ruas, praças, viadutos e jardins, tomados por ambulantes, indigentes e drogados, com lixo por todo canto, cercada de favelas com muita miséria, fome, crime e violência, em nada lembra a bela e saudosa cidade que tivemos no passado.

Nilson Martins Altran

São Caetano

Caixa-d’água 

É inacredivável saber que a caixa-d’água que desabou no dia 23 de agosto, assustando moradores em Diadema, siga no mesmo lugar. É o retrato de como o povo é tratado. Enquanto aquele símbolo da ineficiência do poder público segue exposto a olhos dos curiosos, quem teve seus carros danificados aguarda por posicionamento. E a investigação sobre os culpados? Uma caixa-d’água imensa cai entre diversos prédios, por sorte a tragédia não foi pior, e fica por isso mesmo?

José Carlos Pires dos Santos

Diadema

Verões passados

Fui um dos 57,7 milhões de eleitores que optou por varrer o PT do governo federal. Apoiei Jair Bolsonaro mais para tirar o PT do poder do que propriamente por defender todas as ideias do hoje presidente, embora comungue com algumas delas, em especial a defesa da família. Não morro de amores por esse governo, acho que o presidente tem muito a se explicar. Mas daí a ignorar todos os casos de corrupção que envolveram o PT é demais. Petistas querem nos fazer crer que são santos e que a aparição de deslizes de Bolsonaro serve como borracha para apagar o passado. A eleição municipal está chegando, o PT vai apostar em velhos conhecidos em cidades consideradas estratégicas para eles retornarem ao poder. Mas saibam: o eleitor segue atento. E sem esquecer o que fizeram nos verões passados.

Eliza Sarinho dos Santos

Mauá

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.

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