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Governo de São Paulo mantém volta opcional
às aulas do ensino médio para 7 de outubro

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Municípios não precisam seguir cronograma de retomada; prefeituras têm autonomia para decidir


Vanessa Soares
Do Dgabc.com.br

18/09/2020 | 13:10


Em coletiva de imprensa realizada no início da tarde desta sexta-feira (18), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o retorno das aulas presenciais para o Ensino Médio da rede estadual está mantido para 7 de outubro. Apesar disso, a retomada para o ensino fundamental foi postergado para 3 de novembro se as regiões continuarem cumprindo as condições adequadas impostas pelo Plano São Paulo, que estabelece as regras de retomada das atividades, entre elas, que as regiões estejam há pelo menos 28 dias na fase amarela.

Vale ressaltar que o retorno escalonado anunciado pelo governo de São Paulo é para a rede estadual. Para as redes municipais e particulares, os 645 municípios do estado têm autonomia para decidir sobre o retorno e não é obrigatório acompanhar o cronograma proposto. "Como governador, quero reforçar que a volta às aulas tanto na rede estadual quanto nas redes municipais e particulares está condicionada à autorização das prefeituras. Os prefeitos têm autonomia para tomar está decisão, afirmou Doria.

Mesmo na rede estadual o retorno é opcional em outubro. De acordo com o secretário de educação, Rossieli Soares, a prioridade é para o 3º ano do Ensino Médio. Enquanto isso, para os demais níveis de ensino, atividade extracurriculares estão autorizadas.  Além disso, para que as escolas se preparem para o retorno, Doria anunciou a liberação de R$ 50 milhões para manuntenção dos prédios por meio do programa Dinheiro Direto na Escola.

Todas as escolas estaduais precisarão apresentar um plano de retorno e precisam já ter recebido material e equipamentos de proteção enviados pelo governo para poder efetivar a retomada. Sem cumprir essas exigências, a Secretária de Educação pode impedir que determinada escola volte a funcionar. Para garantir a segurança, a Secretaria de Educação vai distribuir 12 milhões de máscaras de tecido, 300 protetores faciais de acrílico, 10.168 termômetros a laser, 10 mil totens de álcool em gel, 221 mil litros de sabonete líquido, 78 milhões de copos descartáveis, 112 mil litros de álcool em gel e 100 milhões de unidades de papel toalha.



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Governo de São Paulo mantém volta opcional
às aulas do ensino médio para 7 de outubro

Municípios não precisam seguir cronograma de retomada; prefeituras têm autonomia para decidir

Vanessa Soares
Do Dgabc.com.br

18/09/2020 | 13:10


Em coletiva de imprensa realizada no início da tarde desta sexta-feira (18), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o retorno das aulas presenciais para o Ensino Médio da rede estadual está mantido para 7 de outubro. Apesar disso, a retomada para o ensino fundamental foi postergado para 3 de novembro se as regiões continuarem cumprindo as condições adequadas impostas pelo Plano São Paulo, que estabelece as regras de retomada das atividades, entre elas, que as regiões estejam há pelo menos 28 dias na fase amarela.

Vale ressaltar que o retorno escalonado anunciado pelo governo de São Paulo é para a rede estadual. Para as redes municipais e particulares, os 645 municípios do estado têm autonomia para decidir sobre o retorno e não é obrigatório acompanhar o cronograma proposto. "Como governador, quero reforçar que a volta às aulas tanto na rede estadual quanto nas redes municipais e particulares está condicionada à autorização das prefeituras. Os prefeitos têm autonomia para tomar está decisão, afirmou Doria.

Mesmo na rede estadual o retorno é opcional em outubro. De acordo com o secretário de educação, Rossieli Soares, a prioridade é para o 3º ano do Ensino Médio. Enquanto isso, para os demais níveis de ensino, atividade extracurriculares estão autorizadas.  Além disso, para que as escolas se preparem para o retorno, Doria anunciou a liberação de R$ 50 milhões para manuntenção dos prédios por meio do programa Dinheiro Direto na Escola.

Todas as escolas estaduais precisarão apresentar um plano de retorno e precisam já ter recebido material e equipamentos de proteção enviados pelo governo para poder efetivar a retomada. Sem cumprir essas exigências, a Secretária de Educação pode impedir que determinada escola volte a funcionar. Para garantir a segurança, a Secretaria de Educação vai distribuir 12 milhões de máscaras de tecido, 300 protetores faciais de acrílico, 10.168 termômetros a laser, 10 mil totens de álcool em gel, 221 mil litros de sabonete líquido, 78 milhões de copos descartáveis, 112 mil litros de álcool em gel e 100 milhões de unidades de papel toalha.

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