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Organização busca doações para ajudar famílias carentes

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Instituto Jêsue, que oferece serviços para crianças e idosos, sofre com os reflexos da pandemia


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

18/09/2020 | 00:01


Os reflexos da pandemia do novo coronavírus foram e continuam sendo devastadores. Diversos setores sentiram o peso da crise, principalmente instituições filantrópicas que dependem de doações para sobreviver. Exemplo disso é a organização beneficente Lar Escola Jêsue Frantz – Instituto Jêsue, que tem unidades em São Bernardo e Diadema. Além de suspender as atividades temporariamente, a entidade sofre com escassez das doações, não só de alimentos, mas também de produtos de higiene e medicamentos, que são destinados às famílias em situação de vulnerabilidade e, agora, também às vítimas da Covid-19.

De segunda a sexta-feira, a instituição oferecia atividades no contraturno escolar para crianças e adolescentes, de zero a 17 anos, incluindo alimentação, além de programação para idosos, que também podiam frequentar os locais para oficinas e cursos.

A entidade atendia 2.704 crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade, contemplando cerca de 10 mil familiares e aproximadamente 19 mil pessoas da comunidade, que também sentem os impactos das ações.

Há 38 anos, a instituição recebe doações de pessoas físicas e jurídicas e sempre buscou alternativas para angariar fundos para as unidades, como a realização de eventos e lojas que são mantidas com a renda revertida totalmente para a organização.

Uma das principais voluntárias do instituto é Leonora Fornazeiro de Paula, 52 anos, que destaca a dificuldade que o espaço vem atravessando desde março – início da pandemia –, com a falta de doações, principalmente porque boa parte da população da região também teve sua renda comprometida. “Como nossas atividades não estão funcionando 100%, não estamos recebendo todas as doações também”, lamenta Leonora.

Mesmo com dificuldade, o Instituto Jêsue continua com seu trabalho social. Ontem, a equipe de reportagem acompanhou a entrega de doações para 18 famílias, previamente cadastradas no sistema da organização.

Para driblar este cenário controverso, o instituto promove eventos, como feijoada beneficente, para conseguir fundos. “Tentamos buscar doações financeiras, pois, além de cestas de alimentos, fazemos doações de produtos de higiene e medicamentos, além de promover atendimento psicossocial”, ressalta Leonora.

Apesar de não estar com as portas abertas como de costume, o instituto segue funcionando de forma virtual. As contribuições podem ser feitas por meio do site www.institutojesue.org.br ou em depósito no Banco do Brasil, agência 3131-3, conta-corrente 4220-X. 



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Organização busca doações para ajudar famílias carentes

Instituto Jêsue, que oferece serviços para crianças e idosos, sofre com os reflexos da pandemia

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

18/09/2020 | 00:01


Os reflexos da pandemia do novo coronavírus foram e continuam sendo devastadores. Diversos setores sentiram o peso da crise, principalmente instituições filantrópicas que dependem de doações para sobreviver. Exemplo disso é a organização beneficente Lar Escola Jêsue Frantz – Instituto Jêsue, que tem unidades em São Bernardo e Diadema. Além de suspender as atividades temporariamente, a entidade sofre com escassez das doações, não só de alimentos, mas também de produtos de higiene e medicamentos, que são destinados às famílias em situação de vulnerabilidade e, agora, também às vítimas da Covid-19.

De segunda a sexta-feira, a instituição oferecia atividades no contraturno escolar para crianças e adolescentes, de zero a 17 anos, incluindo alimentação, além de programação para idosos, que também podiam frequentar os locais para oficinas e cursos.

A entidade atendia 2.704 crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade, contemplando cerca de 10 mil familiares e aproximadamente 19 mil pessoas da comunidade, que também sentem os impactos das ações.

Há 38 anos, a instituição recebe doações de pessoas físicas e jurídicas e sempre buscou alternativas para angariar fundos para as unidades, como a realização de eventos e lojas que são mantidas com a renda revertida totalmente para a organização.

Uma das principais voluntárias do instituto é Leonora Fornazeiro de Paula, 52 anos, que destaca a dificuldade que o espaço vem atravessando desde março – início da pandemia –, com a falta de doações, principalmente porque boa parte da população da região também teve sua renda comprometida. “Como nossas atividades não estão funcionando 100%, não estamos recebendo todas as doações também”, lamenta Leonora.

Mesmo com dificuldade, o Instituto Jêsue continua com seu trabalho social. Ontem, a equipe de reportagem acompanhou a entrega de doações para 18 famílias, previamente cadastradas no sistema da organização.

Para driblar este cenário controverso, o instituto promove eventos, como feijoada beneficente, para conseguir fundos. “Tentamos buscar doações financeiras, pois, além de cestas de alimentos, fazemos doações de produtos de higiene e medicamentos, além de promover atendimento psicossocial”, ressalta Leonora.

Apesar de não estar com as portas abertas como de costume, o instituto segue funcionando de forma virtual. As contribuições podem ser feitas por meio do site www.institutojesue.org.br ou em depósito no Banco do Brasil, agência 3131-3, conta-corrente 4220-X. 

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