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Saul Klein vem para moralizar, diz Palacio

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidato do PSD em S.Caetano revela diálogo com herdeiro da Casas Bahia sobre vice: ‘Ou faz direito ou lhe derrubo’


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/09/2020 | 00:01


Candidato do PSD à Prefeitura de São Caetano, o ex-vereador Fabio Palacio declarou que a escolha pelo empresário Saul Klein (PSD), herdeiro da Casas Bahia, como seu vice tem como mote, além de buscar atrair empresas para o município, moralizar o poder público.

Em visita ao Diário, o pessedista revelou trechos da conversa que teve com Saul ao convidá-lo a compor a chapa. “Ele me disse: ‘Nunca fui político,sempre tive todas as restrições a entrar na política, mas vou entrar do seu lado e você não vai dar uma vírgula de motivo para eu me envergonhar e desistir. Porque não desisto, eu derrubo. Ou faz direito ou estou fora’. Eu consenti com ele.”

Palacio assegurou que a questão jurídica de Saul – que conseguiu, na semana passada, liminar confirmando a transferência de sua filiação partidária do PSD da Capital para São Caetano – está bem fundamentada, comprovando que o aliado tem toda sua vida em São Caetano. “Ele mora em São Paulo, mas vive mesmo em São Caetano. Vem para moralizar, pela história dele, da família dele, da Casas Bahia e por tudo que fez na iniciativa privada.”

Depois de mandatos na Câmara e passagem como secretário executivo do Consórcio Intermunicipal, Palacio disse ter aglutinado bagagem que coloca sua campanha de agora muito mais robusta na comparação com a de 2016, quando foi a surpresa do pleito, ao atingir 19.291 votos. “Depois de 2018, me dediquei a estudar São Caetano, a partir de tudo que aprendi no Consórcio, que foi uma espécie de pós-graduação”, citou o pessedista, dizendo que sua empreitada será na discussão de futuro da cidade.

“As pessoas estão saindo de São Caetano no momento em que teriam de ficar, gerar riqueza. Passam pelo ensino até a universidade e, ao procurar emprego, saem da cidade, pois não há política a elas. Hoje temos duas grandes fontes de receita, a GM (General Motors) e o recurso da Petrobras do refino do petróleo. São duas atividades que passam por transformação e tendem, ao longo do tempo, reduzir sua atuação. Precisamos discutir alternativas enquanto essas duas fontes existem. Depois, será tarde”, avaliou.

A respeito do cenário eleitoral, evitou aprofundar críticas ao impasse jurídico vivido pelo prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), seu adversário no pleito, a despeito de classificar como “triste” esse assunto protagonizar as rodas políticas da cidade. Vice-líder de Auricchio na primeira passagem do tucano na Prefeitura, ele disse que se afastou justamente por ver, de dentro, como a política auricchista é conduzida.

Já sobre o ex-prefeito Paulo Pinheiro (DEM), seu aliado, declarou que o democrata foi vítima de “bomba relógio” financeira armada por Auricchio. “O doutor Paulo colocou a casa em ordem e o atual gestor se coloca como salvador da pátria. Não foi”, disparou Palacio, assegurando que, se eleito, vai acabar com a taxa do lixo. 



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Saul Klein vem para moralizar, diz Palacio

Candidato do PSD em S.Caetano revela diálogo com herdeiro da Casas Bahia sobre vice: ‘Ou faz direito ou lhe derrubo’

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

17/09/2020 | 00:01


Candidato do PSD à Prefeitura de São Caetano, o ex-vereador Fabio Palacio declarou que a escolha pelo empresário Saul Klein (PSD), herdeiro da Casas Bahia, como seu vice tem como mote, além de buscar atrair empresas para o município, moralizar o poder público.

Em visita ao Diário, o pessedista revelou trechos da conversa que teve com Saul ao convidá-lo a compor a chapa. “Ele me disse: ‘Nunca fui político,sempre tive todas as restrições a entrar na política, mas vou entrar do seu lado e você não vai dar uma vírgula de motivo para eu me envergonhar e desistir. Porque não desisto, eu derrubo. Ou faz direito ou estou fora’. Eu consenti com ele.”

Palacio assegurou que a questão jurídica de Saul – que conseguiu, na semana passada, liminar confirmando a transferência de sua filiação partidária do PSD da Capital para São Caetano – está bem fundamentada, comprovando que o aliado tem toda sua vida em São Caetano. “Ele mora em São Paulo, mas vive mesmo em São Caetano. Vem para moralizar, pela história dele, da família dele, da Casas Bahia e por tudo que fez na iniciativa privada.”

Depois de mandatos na Câmara e passagem como secretário executivo do Consórcio Intermunicipal, Palacio disse ter aglutinado bagagem que coloca sua campanha de agora muito mais robusta na comparação com a de 2016, quando foi a surpresa do pleito, ao atingir 19.291 votos. “Depois de 2018, me dediquei a estudar São Caetano, a partir de tudo que aprendi no Consórcio, que foi uma espécie de pós-graduação”, citou o pessedista, dizendo que sua empreitada será na discussão de futuro da cidade.

“As pessoas estão saindo de São Caetano no momento em que teriam de ficar, gerar riqueza. Passam pelo ensino até a universidade e, ao procurar emprego, saem da cidade, pois não há política a elas. Hoje temos duas grandes fontes de receita, a GM (General Motors) e o recurso da Petrobras do refino do petróleo. São duas atividades que passam por transformação e tendem, ao longo do tempo, reduzir sua atuação. Precisamos discutir alternativas enquanto essas duas fontes existem. Depois, será tarde”, avaliou.

A respeito do cenário eleitoral, evitou aprofundar críticas ao impasse jurídico vivido pelo prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), seu adversário no pleito, a despeito de classificar como “triste” esse assunto protagonizar as rodas políticas da cidade. Vice-líder de Auricchio na primeira passagem do tucano na Prefeitura, ele disse que se afastou justamente por ver, de dentro, como a política auricchista é conduzida.

Já sobre o ex-prefeito Paulo Pinheiro (DEM), seu aliado, declarou que o democrata foi vítima de “bomba relógio” financeira armada por Auricchio. “O doutor Paulo colocou a casa em ordem e o atual gestor se coloca como salvador da pátria. Não foi”, disparou Palacio, assegurando que, se eleito, vai acabar com a taxa do lixo. 

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