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Ensino em xeque


Do Diário do Grande ABC

16/09/2020 | 12:00


O Grande ABC tem encontrado dificuldades para ensinar noções elementares de língua portuguesa e matemática aos seus alunos. Os números da região no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), divulgados ontem pelo Ministério da Educação, mostram que estudantes de escolas do ciclo fundamental 1, do 1º ao 5º anos, geridas por quatro das sete cidades registraram em 2019 desempenho menor do que o obtido em 2017. Dois municípios – Santo André e Diadema – não conseguiram sequer alcançar a meta estipulada pelo MEC, o que denuncia grave problema curricular.

Ao tornar público o aproveitamento dos alunos de escolas públicas nas provas que medem a eficiência do ensino no Brasil, o MEC contribui para a identificação dos gargalos que atravancam a educação no País. Ao tomarem conhecimento do desempenho de seus estudantes, os gestores municipais precisam agir para corrigir as eventuais lacunas que permitiram o baixo índice de acertos em questões matemáticas e da língua pátria, exatamente os pilares educacionais das nações.

Santo André, São Caetano, Diadema e Ribeirão Pires, cujo desempenho dos alunos no Ideb regrediu em 2019, têm bastante trabalho pela frente. Após identificadas as razões da ineficiência, é preciso atacar os problemas de modo sistemático. Bons administradores não terão dificuldades de fazê-lo, principalmente porque 25% do orçamento municipal precisam ser investidos no setor. Obrigatoriamente.

Em poucos dias, o eleitor do Grande ABC começará a ser bombardeado pelos candidatos que pretendem governar os sete municípios pelos próximos quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2021. Seria interessante cobrar deles quais as propostas para a melhoria da qualidade do ensino. Pela importância que possui no desenvolvimento socioeconômico das cidades, a educação precisa ser alçada ao centro do debate político. Esta é a hora. O pífio desempenho dos estudantes no mais recente Ideb certamente reflete o descaso dos governantes com o tema – e, infelizmente, nada irá mudar se o cidadão não exigir. 



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Ensino em xeque

Do Diário do Grande ABC

16/09/2020 | 12:00


O Grande ABC tem encontrado dificuldades para ensinar noções elementares de língua portuguesa e matemática aos seus alunos. Os números da região no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), divulgados ontem pelo Ministério da Educação, mostram que estudantes de escolas do ciclo fundamental 1, do 1º ao 5º anos, geridas por quatro das sete cidades registraram em 2019 desempenho menor do que o obtido em 2017. Dois municípios – Santo André e Diadema – não conseguiram sequer alcançar a meta estipulada pelo MEC, o que denuncia grave problema curricular.

Ao tornar público o aproveitamento dos alunos de escolas públicas nas provas que medem a eficiência do ensino no Brasil, o MEC contribui para a identificação dos gargalos que atravancam a educação no País. Ao tomarem conhecimento do desempenho de seus estudantes, os gestores municipais precisam agir para corrigir as eventuais lacunas que permitiram o baixo índice de acertos em questões matemáticas e da língua pátria, exatamente os pilares educacionais das nações.

Santo André, São Caetano, Diadema e Ribeirão Pires, cujo desempenho dos alunos no Ideb regrediu em 2019, têm bastante trabalho pela frente. Após identificadas as razões da ineficiência, é preciso atacar os problemas de modo sistemático. Bons administradores não terão dificuldades de fazê-lo, principalmente porque 25% do orçamento municipal precisam ser investidos no setor. Obrigatoriamente.

Em poucos dias, o eleitor do Grande ABC começará a ser bombardeado pelos candidatos que pretendem governar os sete municípios pelos próximos quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2021. Seria interessante cobrar deles quais as propostas para a melhoria da qualidade do ensino. Pela importância que possui no desenvolvimento socioeconômico das cidades, a educação precisa ser alçada ao centro do debate político. Esta é a hora. O pífio desempenho dos estudantes no mais recente Ideb certamente reflete o descaso dos governantes com o tema – e, infelizmente, nada irá mudar se o cidadão não exigir. 

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