Fechar
Publicidade

Domingo, 28 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Futebol se despede de Luiz Carlos Ferreira, o Rei do Acesso

Banco de dados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-treinador de Santo André e São Caetano morreu no domingo e ganhou homenagens


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/09/2020 | 23:59


Foi enterrado ontem, em Leme-SP, aquele que muitos consideram o maior treinador da história do Santo André. Aos 68 anos, Luiz Carlos Ferreira não resistiu a um câncer de cabeça e morreu no domingo à noite. Familiares, amigos da bola e admiradores estiveram no cemitério São João Batista, na cidade do Interior, para a despedida. O técnico deixa quatro filhos, sendo duas mulheres e dois homens, Gustavo, ex-goleiro do Ramalhão e atual integrante da comissão técnica da base do Cruzeiro-MG, e André, preparador físico do Paysandu-PA.

Nas redes sociais, foram prestadas centenas de manifestações de condolências e homenagens a Ferreirão, conhecido ainda como Rei do Acesso, que ganhou este apelido pelas campanhas de sucesso com diversos times – sobretudo paulistas –, premiados com a subida de divisão, como Juventus, São Caetano e Santo André.

No Ramalhão, por exemplo, onde acumulou pelo menos dez passagens, teve sucesso em algumas delas, como no acesso à Série A-1 do Paulista, em 2001, no título da Copa Estado, em 2003, na promoção para a Série B do Brasileiro, também em 2003, e foi ele quem iniciou a campanha que terminou na maior conquista do clube, a a Copa do Brasil de 2004. Aliás, por mais de uma vez ele deixou claro que a saída para o Sport, no meio da campanha, foi seu maior arrependimento profissional.

“Foi um treinador de vitórias, um cara vencedor, diferente. Deixou sua marca e ajudou o Santo André a chegar onde chegou. Só tenho o que agradecer a ele”, destacou o presidente do conselho deliberativo do Ramalhão, Celso Luiz de Almeida. O clube inclusive, fez homenagem nas redes sociais e mandou uma coroa de flores ao sepultamento do treinador. “Muito triste. É uma pessoa que tem importância muito grande na minha transição de atleta para comissão. Foi cara com quem aprendi muito. Foi um dos responsáveis para me tornar treinador, inclusive no Santo André. É com muito pesar que recebo a notícia, mas deixa legado muito grande no futebol brasileiro, em especial no paulista”, afirmou Sérgio Soares, atualmente técnico e que foi jogador de Ferreira.

No São Caetano, o Rei do Acesso participou de duas importantes promoções, na Série C do Brasileiro e na A-3 do Paulista, ambas em 1998. “Falar sobre o Ferreira é emocionante, porque foi um treinador muito bacana, muito profissional, daqueles caxias, que queria o melhor, a perfeição, nunca estava bom. Isso foi muito importante no meu crescimento profissional. Me ensinou muita coisa: respeito, comando, a ser sempre perseverante em busca da perfeição. Ele foi me buscar no Juventus e me ensinou a amar o São Caetano”, declarou o atual diretor do Azulão (que também publicou homenagem), Márcio Griggio, então atleta nas campanhas de 22 anos atrás. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Futebol se despede de Luiz Carlos Ferreira, o Rei do Acesso

Ex-treinador de Santo André e São Caetano morreu no domingo e ganhou homenagens

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

14/09/2020 | 23:59


Foi enterrado ontem, em Leme-SP, aquele que muitos consideram o maior treinador da história do Santo André. Aos 68 anos, Luiz Carlos Ferreira não resistiu a um câncer de cabeça e morreu no domingo à noite. Familiares, amigos da bola e admiradores estiveram no cemitério São João Batista, na cidade do Interior, para a despedida. O técnico deixa quatro filhos, sendo duas mulheres e dois homens, Gustavo, ex-goleiro do Ramalhão e atual integrante da comissão técnica da base do Cruzeiro-MG, e André, preparador físico do Paysandu-PA.

Nas redes sociais, foram prestadas centenas de manifestações de condolências e homenagens a Ferreirão, conhecido ainda como Rei do Acesso, que ganhou este apelido pelas campanhas de sucesso com diversos times – sobretudo paulistas –, premiados com a subida de divisão, como Juventus, São Caetano e Santo André.

No Ramalhão, por exemplo, onde acumulou pelo menos dez passagens, teve sucesso em algumas delas, como no acesso à Série A-1 do Paulista, em 2001, no título da Copa Estado, em 2003, na promoção para a Série B do Brasileiro, também em 2003, e foi ele quem iniciou a campanha que terminou na maior conquista do clube, a a Copa do Brasil de 2004. Aliás, por mais de uma vez ele deixou claro que a saída para o Sport, no meio da campanha, foi seu maior arrependimento profissional.

“Foi um treinador de vitórias, um cara vencedor, diferente. Deixou sua marca e ajudou o Santo André a chegar onde chegou. Só tenho o que agradecer a ele”, destacou o presidente do conselho deliberativo do Ramalhão, Celso Luiz de Almeida. O clube inclusive, fez homenagem nas redes sociais e mandou uma coroa de flores ao sepultamento do treinador. “Muito triste. É uma pessoa que tem importância muito grande na minha transição de atleta para comissão. Foi cara com quem aprendi muito. Foi um dos responsáveis para me tornar treinador, inclusive no Santo André. É com muito pesar que recebo a notícia, mas deixa legado muito grande no futebol brasileiro, em especial no paulista”, afirmou Sérgio Soares, atualmente técnico e que foi jogador de Ferreira.

No São Caetano, o Rei do Acesso participou de duas importantes promoções, na Série C do Brasileiro e na A-3 do Paulista, ambas em 1998. “Falar sobre o Ferreira é emocionante, porque foi um treinador muito bacana, muito profissional, daqueles caxias, que queria o melhor, a perfeição, nunca estava bom. Isso foi muito importante no meu crescimento profissional. Me ensinou muita coisa: respeito, comando, a ser sempre perseverante em busca da perfeição. Ele foi me buscar no Juventus e me ensinou a amar o São Caetano”, declarou o atual diretor do Azulão (que também publicou homenagem), Márcio Griggio, então atleta nas campanhas de 22 anos atrás. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;