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Paulo Serra é referendado e aposta na comparação

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Santo André fala que cidade evoluiu e população vai analisar com últimas gestões


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

12/09/2020 | 19:58


O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), foi referendado hoje em convenção dos partidos aliados para concorrer à reeleição na disputa sucessória ao lado do vice Luiz Zacarias (PTB), mantendo a chapa majoritária do pleito de 2016. Ao fim do evento, realizado no Clube Primeiro de Maio, o tucano declarou que irá apostar as fichas no trabalho de reconstrução, com o processo de limpeza do nome da cidade, e na comparação com os governos anteriores, principalmente em relação aos dois últimos, chefiados por Carlos Grana (PT) e Aidan Ravin (Republicanos).

“Estamos fazendo grande programa de governo, estudando aquilo que podemos evoluir mais, mas temos convicção grande que a cidade evoluiu em todas as áreas. Sabemos que as pessoas também vão comparar, especialmente com os oito anos anteriores à nossa gestão e vão poder verificar quanto a cidade evoluiu. A nossa avaliação é positiva, mas com muita responsabilidade e humildade pelos desafios que ainda virão (pela frente)”, pontuou Paulo Serra, que estava com a primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra e a filha Maria Carolina.

O arco de alianças contabiliza 11 legendas, com a inclusão do MDB, que desistiu de lançar nome próprio (confira mais abaixo). A convenção ficou dividida em duas datas para evitar aglomeração. PSDB, DEM, PV, PSD, PDT e PSL assinaram a ata de hoje, enquanto que Cidadania, Avante, PMB e PTB formalizam a atividade amanhã. Os emedebistas já tinham marcado o ato para dia 15. São 330 postulantes. O evento seguiu os protocolos de segurança, com restrição de convidados, medição de temperatura na entrada e obrigatoriedade de máscaras, além de não haver discurso – o prefeito apenas gravou vídeo individualizado com os candidatos à vereança.

Paulo Serra sustentou que a coligação formada “é consequência do trabalho iniciado há quatro anos”. A reconstrução da cidade se deu, segundo ele, porque Santo André estava endividada, sem capacidade de investimento. “Pegamos a casa desarrumada. Começamos lá atrás limpando o nome da cidade, restabelecendo a capacidade, fazendo com que a cidade pudesse captar recursos dos governos federal e do Estado, além de órgãos internacionais. Na saúde, por exemplo, foi difícil na ocasião do fechamento das sete unidades, só que hoje são 22 novas (entregues). Além disso, temos mais de R$ 1,1 bilhão em obras entregues e em execução para serem inauguradas nos próximos meses e anos”, disse, ao pontuar, contudo, que às ações de combate à pandemia continuam sendo prioridade do governo no momento.

O tucano se esquivou sobre a hipótese de eventual vitória no primeiro turno. “Política eleitoral se encara com naturalidade, como consequência de todo o trabalho realizado. Nós continuaremos vistoriando obras, tirando bos projetos do papel. Se a população enxergar que o resultado é novamente voto de confiança, essa hipótese pode acontecer”, ponderou. Sobre o histórico de não reeleição dos últimos prefeitos, Paulo Serra afirmou que a relação trata-se de entregar resultado. “É processo de construção, que começou há quatro anos e que agora vai ser julgado, de forma tranquila, transparência e equilíbrio.”  



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Paulo Serra é referendado e aposta na comparação

Prefeito de Santo André fala que cidade evoluiu e população vai analisar com últimas gestões

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

12/09/2020 | 19:58


O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), foi referendado hoje em convenção dos partidos aliados para concorrer à reeleição na disputa sucessória ao lado do vice Luiz Zacarias (PTB), mantendo a chapa majoritária do pleito de 2016. Ao fim do evento, realizado no Clube Primeiro de Maio, o tucano declarou que irá apostar as fichas no trabalho de reconstrução, com o processo de limpeza do nome da cidade, e na comparação com os governos anteriores, principalmente em relação aos dois últimos, chefiados por Carlos Grana (PT) e Aidan Ravin (Republicanos).

“Estamos fazendo grande programa de governo, estudando aquilo que podemos evoluir mais, mas temos convicção grande que a cidade evoluiu em todas as áreas. Sabemos que as pessoas também vão comparar, especialmente com os oito anos anteriores à nossa gestão e vão poder verificar quanto a cidade evoluiu. A nossa avaliação é positiva, mas com muita responsabilidade e humildade pelos desafios que ainda virão (pela frente)”, pontuou Paulo Serra, que estava com a primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra e a filha Maria Carolina.

O arco de alianças contabiliza 11 legendas, com a inclusão do MDB, que desistiu de lançar nome próprio (confira mais abaixo). A convenção ficou dividida em duas datas para evitar aglomeração. PSDB, DEM, PV, PSD, PDT e PSL assinaram a ata de hoje, enquanto que Cidadania, Avante, PMB e PTB formalizam a atividade amanhã. Os emedebistas já tinham marcado o ato para dia 15. São 330 postulantes. O evento seguiu os protocolos de segurança, com restrição de convidados, medição de temperatura na entrada e obrigatoriedade de máscaras, além de não haver discurso – o prefeito apenas gravou vídeo individualizado com os candidatos à vereança.

Paulo Serra sustentou que a coligação formada “é consequência do trabalho iniciado há quatro anos”. A reconstrução da cidade se deu, segundo ele, porque Santo André estava endividada, sem capacidade de investimento. “Pegamos a casa desarrumada. Começamos lá atrás limpando o nome da cidade, restabelecendo a capacidade, fazendo com que a cidade pudesse captar recursos dos governos federal e do Estado, além de órgãos internacionais. Na saúde, por exemplo, foi difícil na ocasião do fechamento das sete unidades, só que hoje são 22 novas (entregues). Além disso, temos mais de R$ 1,1 bilhão em obras entregues e em execução para serem inauguradas nos próximos meses e anos”, disse, ao pontuar, contudo, que às ações de combate à pandemia continuam sendo prioridade do governo no momento.

O tucano se esquivou sobre a hipótese de eventual vitória no primeiro turno. “Política eleitoral se encara com naturalidade, como consequência de todo o trabalho realizado. Nós continuaremos vistoriando obras, tirando bos projetos do papel. Se a população enxergar que o resultado é novamente voto de confiança, essa hipótese pode acontecer”, ponderou. Sobre o histórico de não reeleição dos últimos prefeitos, Paulo Serra afirmou que a relação trata-se de entregar resultado. “É processo de construção, que começou há quatro anos e que agora vai ser julgado, de forma tranquila, transparência e equilíbrio.”  

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