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Quatro anos após promessa, Atila encaminha reforma de terminal

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Paço de Mauá classificou empresa que ficará responsável
por obra, com direito à exploração comercial por 35 anos


Raphael Rocha

08/09/2020 | 00:01


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), encaminhou somente no último ano de seu governo uma promessa de campanha feita no pleito de 2016, quando venceu o então prefeito Donisete Braga (ex-PT, atual PDT) no segundo turno: a revitalização do terminal rodoviário do Centro.

Na sexta-feira, a gestão socialista tornou público que está próxima a assinatura de contrato para a concessão do equipamento, localizado na Praça 22 de novembro. O acordo visa reforma e modernização da estação, além da exploração comercial da área pelo período de 35 anos por parte da empresa vencedora do certame. O Paço receberá R$ 81,7 milhões ao longo desse período.

A gestão Atila publicou no Diário Oficial a classificação da empresa Demac Construções Empreendimentos e Participações, sediada em Jundiaí, e que apresentou a maior oferta para obter a concessão – o prazo pode ser prorrogado por igual período. Essa fase é preliminar a assinatura e homologação do contrato, o que deve ocorrer nos próximos dias, após o prazo para interposição de recursos.

Prometidas na campanha e reforçadas no início do mandato, as obras para reforma do terminal rodoviário consistem em melhorias do terminal e intervenções de infraestrutura de toda a área, interna e externa, da rodoviária. O edital prevê obras no entorno do terminal, nos espaços abertos e de uso público, como calçada, praça, monumentos e sinalização. Ao todo, a administração estimou em cerca de R$ 15 milhões o valor mínimo para investimento.

A empresa contratada é que ficará responsável pelos custos do projeto. A administração mauaense não desembolsará recursos para viabilizar as intervenções, já que a contrapartida do município será exclusivamente a concessão para a exploração comercial do espaço, que pode durar até 70 anos.

O governo Atila encaminhou no fim do ano passado projeto pedindo autorização da Câmara para assinar PPP (Parceria Público-Privada) visando a concessão e modernização do terminal. Esse processo só avança agora, nove meses depois. Segundo o edital, o prazo para a conclusão das intervenções é de dois anos.

A ideia de modernizar o terminal rodoviário central já se arrasta há pelo menos uma década. Em 2010, o então prefeito Oswaldo Dias (PT) falou em demolir a estação e construir uma nova, de dois andares.

REFORMA E CONSTRUÇÃO
Além da concessão do terminal rodoviário central, a gestão Atila também encaminhou recentemente a construção e reforma de três terminais de ônibus, nos Jardins Itapark, Itapeva e Jardim Zaíra. Ao todo, a administração pretende desembolsar R$ 13,7 milhões.

Assim como a modernização do terminal rodoviário, as intervenções nos três terminais também ficaram no papel durante anos. Esses últimos projetos, por exemplo, são prometidos desde meados de 2013, na gestão de Donisete.  



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Quatro anos após promessa, Atila encaminha reforma de terminal

Paço de Mauá classificou empresa que ficará responsável
por obra, com direito à exploração comercial por 35 anos

Raphael Rocha

08/09/2020 | 00:01


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), encaminhou somente no último ano de seu governo uma promessa de campanha feita no pleito de 2016, quando venceu o então prefeito Donisete Braga (ex-PT, atual PDT) no segundo turno: a revitalização do terminal rodoviário do Centro.

Na sexta-feira, a gestão socialista tornou público que está próxima a assinatura de contrato para a concessão do equipamento, localizado na Praça 22 de novembro. O acordo visa reforma e modernização da estação, além da exploração comercial da área pelo período de 35 anos por parte da empresa vencedora do certame. O Paço receberá R$ 81,7 milhões ao longo desse período.

A gestão Atila publicou no Diário Oficial a classificação da empresa Demac Construções Empreendimentos e Participações, sediada em Jundiaí, e que apresentou a maior oferta para obter a concessão – o prazo pode ser prorrogado por igual período. Essa fase é preliminar a assinatura e homologação do contrato, o que deve ocorrer nos próximos dias, após o prazo para interposição de recursos.

Prometidas na campanha e reforçadas no início do mandato, as obras para reforma do terminal rodoviário consistem em melhorias do terminal e intervenções de infraestrutura de toda a área, interna e externa, da rodoviária. O edital prevê obras no entorno do terminal, nos espaços abertos e de uso público, como calçada, praça, monumentos e sinalização. Ao todo, a administração estimou em cerca de R$ 15 milhões o valor mínimo para investimento.

A empresa contratada é que ficará responsável pelos custos do projeto. A administração mauaense não desembolsará recursos para viabilizar as intervenções, já que a contrapartida do município será exclusivamente a concessão para a exploração comercial do espaço, que pode durar até 70 anos.

O governo Atila encaminhou no fim do ano passado projeto pedindo autorização da Câmara para assinar PPP (Parceria Público-Privada) visando a concessão e modernização do terminal. Esse processo só avança agora, nove meses depois. Segundo o edital, o prazo para a conclusão das intervenções é de dois anos.

A ideia de modernizar o terminal rodoviário central já se arrasta há pelo menos uma década. Em 2010, o então prefeito Oswaldo Dias (PT) falou em demolir a estação e construir uma nova, de dois andares.

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Além da concessão do terminal rodoviário central, a gestão Atila também encaminhou recentemente a construção e reforma de três terminais de ônibus, nos Jardins Itapark, Itapeva e Jardim Zaíra. Ao todo, a administração pretende desembolsar R$ 13,7 milhões.

Assim como a modernização do terminal rodoviário, as intervenções nos três terminais também ficaram no papel durante anos. Esses últimos projetos, por exemplo, são prometidos desde meados de 2013, na gestão de Donisete.  

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