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Desvendando o cubo mágico

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Brinquedo possui inúmeras versões; montá-lo é desafio que exige habilidade e muita concentração


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

06/09/2020 | 11:10


Tentar e não desistir quantas vezes forem necessárias. Esse é o lema de quem gosta de ser desafiado e de brincar com o cubo mágico – quebra-cabeça tridimensional. O objetivo é deixar cada parte do cubo com uma cor. Falando assim pode parecer fácil, mas, não é.

É preciso muito treino e raciocínio lógico para organizar e deixar as pecinhas de mesma cor em única face do cubo.

O estudante Isaac Lombardi Ragonha, 12 anos, de Mauá, começou a praticar há dois anos. “Fiquei interessado quando vi outras pessoas montarem no colégio.” Hoje, ele coleciona vários cubos – o 2x2, 3x3, 4x4, 5x5 e, até mesmo, de outras formas, como a pirâmide 3x3 e o dodecaedro com 12 faces. “Todos muito diferentes entre si.”

Ele conta que no início foi difícil, mas garante que depois que conseguiu montar a primeira vez, as demais ficaram fáceis. “Cheguei até a participar de um campeonato na escola e fiquei em primeiro lugar. Muitas pessoas não conseguem, porque pensam que precisam montar tudo de uma vez só. Então, comece montando uma face.”

Isaac conta que certa vez, antes de aprender a montar, ele queria muito ver o cubo montado corretamente, então soltou as peças e as colocou no lugar ‘montando o cubo’. “Mas nada se compara ao prazer de você conseguir resolver sozinho.”

Outro craque em desvendar cubos é Brunno Domingos Odlevati, 14 anos, de Santo André. Ele também começou há dois anos com a brincadeira. “Tenho sete cubos hoje e a principal diferença entre eles é a forma como se monta”, conta o garoto.

Brunno aconselha quem quer se aventurar e desenvolver a habilidade a procurar na internet alguém que ensine o básico para se montar e depois a regra é clara: treinar muito. “Fazendo isso, em duas semanas é possível montá-lo com muito mais facilidade. No dia que meus pais compraram os cubos eu fiquei duas horas tentando resolvê-los. Hoje levo cerca de 30 segundos.”

Quem não perde um desafio enquanto deseja se divertir também não pode deixar de lado jogos como tangram (quebra-cabeça chinês), torre de Hanói e os de tabuleiro, que exigem estratégia. 



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Desvendando o cubo mágico

Brinquedo possui inúmeras versões; montá-lo é desafio que exige habilidade e muita concentração

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

06/09/2020 | 11:10


Tentar e não desistir quantas vezes forem necessárias. Esse é o lema de quem gosta de ser desafiado e de brincar com o cubo mágico – quebra-cabeça tridimensional. O objetivo é deixar cada parte do cubo com uma cor. Falando assim pode parecer fácil, mas, não é.

É preciso muito treino e raciocínio lógico para organizar e deixar as pecinhas de mesma cor em única face do cubo.

O estudante Isaac Lombardi Ragonha, 12 anos, de Mauá, começou a praticar há dois anos. “Fiquei interessado quando vi outras pessoas montarem no colégio.” Hoje, ele coleciona vários cubos – o 2x2, 3x3, 4x4, 5x5 e, até mesmo, de outras formas, como a pirâmide 3x3 e o dodecaedro com 12 faces. “Todos muito diferentes entre si.”

Ele conta que no início foi difícil, mas garante que depois que conseguiu montar a primeira vez, as demais ficaram fáceis. “Cheguei até a participar de um campeonato na escola e fiquei em primeiro lugar. Muitas pessoas não conseguem, porque pensam que precisam montar tudo de uma vez só. Então, comece montando uma face.”

Isaac conta que certa vez, antes de aprender a montar, ele queria muito ver o cubo montado corretamente, então soltou as peças e as colocou no lugar ‘montando o cubo’. “Mas nada se compara ao prazer de você conseguir resolver sozinho.”

Outro craque em desvendar cubos é Brunno Domingos Odlevati, 14 anos, de Santo André. Ele também começou há dois anos com a brincadeira. “Tenho sete cubos hoje e a principal diferença entre eles é a forma como se monta”, conta o garoto.

Brunno aconselha quem quer se aventurar e desenvolver a habilidade a procurar na internet alguém que ensine o básico para se montar e depois a regra é clara: treinar muito. “Fazendo isso, em duas semanas é possível montá-lo com muito mais facilidade. No dia que meus pais compraram os cubos eu fiquei duas horas tentando resolvê-los. Hoje levo cerca de 30 segundos.”

Quem não perde um desafio enquanto deseja se divertir também não pode deixar de lado jogos como tangram (quebra-cabeça chinês), torre de Hanói e os de tabuleiro, que exigem estratégia. 

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