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Biden critica influência de Cuba na Venezuela

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Democrata afirmou em entrevista a uma afiliada da rede NBC que Cuba, China e Rússia contribuíram para o impasse político na Venezuela e a política de Trump em relação a Caracas foi um "fracasso abjeto" que fortaleceu Maduro



03/09/2020 | 07:11


O candidato presidencial democrata, Joe Biden, afirmou em entrevista a uma afiliada da rede NBC que Cuba, China e Rússia contribuíram para o impasse político na Venezuela e a política de Donald Trump em relação a Caracas foi um "fracasso abjeto" que fortaleceu o presidente Nicolás Maduro.

"Cuba, juntamente com a Rússia e a China, contribuíram para o impasse político na Venezuela", disse Biden à Antena do Sul da Flórida, em um trecho de entrevista divulgado ontem. A íntegra da conversa será transmitida no domingo.

"As pessoas (na Venezuela) estão em uma situação pior, passando por uma das piores crises humanas do mundo e o país não está mais perto de realizar eleições livres", disse o ex-vice-presidente do governo Barack Obama (2009-2017).

A Flórida é um Estado fundamental para conquistar a Casa Branca e concentra um grande número de cubanos e venezuelanos. De acordo com pesquisas compiladas pelo Real Clear Politics, Biden tem 49% das intenções de voto na região e Trump, 45,3%. Em todo o país, o democrata está na frente, com 49,7%, do presidente, 42,2%.

Trump defende uma estratégia de máxima pressão contra a Venezuela, com sanções progressivas para obrigar Maduro a deixar o poder. O governo do republicano foi o primeiro a reconhecer o líder do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, como presidente interino no início de 2019, mas, desde então, Maduro se fortaleceu no poder.

Racismo

Biden, e sua mulher, Jill, viajarão hoje para Kenosha, no Estado de Wisconsin, após os protestos e distúrbios das últimas semanas e dois dias após Trump visitar a cidade. Os protestos foram uma resposta a mais um episódio de violência policial no país, em que Jacob Blake, um negro, ficou gravemente ferido após ser baleado pelas costas em abordagem feita por um policial branco.

A campanha do candidato democrata informou que Biden se reunirá com a família de Blake, além de fazer uma "reunião comunitária" para "unir os americanos" e enfrentar os desafios do país.

Trump esteve na terça-feira na cidade, onde visitou escombros de imóveis destruídos durante os tumultos da semana passada. Na sua visita, ele reafirmou seu apoio às forças de segurança e acusou os participantes dos protestos de envolvimento em "terrorismo doméstico". "Não estaríamos aqui sem nossas forças de ordem pública", disse o presidente.

Durante os distúrbios em Kenosha, duas pessoas morreram e outra ficou ferida após um adolescente de 17 anos atirar contra elas com um fuzil AR-15. O adolescente foi preso e acusado de homicídio em primeiro grau.

Esta será a primeira visita de Biden como candidato democrata a Wisconsin, um Estado importante nas eleições de 3 de novembro, já que nele Trump derrotou a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, em 2016, com uma vantagem de menos de 1 ponto porcentual. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Biden critica influência de Cuba na Venezuela

Democrata afirmou em entrevista a uma afiliada da rede NBC que Cuba, China e Rússia contribuíram para o impasse político na Venezuela e a política de Trump em relação a Caracas foi um "fracasso abjeto" que fortaleceu Maduro


03/09/2020 | 07:11


O candidato presidencial democrata, Joe Biden, afirmou em entrevista a uma afiliada da rede NBC que Cuba, China e Rússia contribuíram para o impasse político na Venezuela e a política de Donald Trump em relação a Caracas foi um "fracasso abjeto" que fortaleceu o presidente Nicolás Maduro.

"Cuba, juntamente com a Rússia e a China, contribuíram para o impasse político na Venezuela", disse Biden à Antena do Sul da Flórida, em um trecho de entrevista divulgado ontem. A íntegra da conversa será transmitida no domingo.

"As pessoas (na Venezuela) estão em uma situação pior, passando por uma das piores crises humanas do mundo e o país não está mais perto de realizar eleições livres", disse o ex-vice-presidente do governo Barack Obama (2009-2017).

A Flórida é um Estado fundamental para conquistar a Casa Branca e concentra um grande número de cubanos e venezuelanos. De acordo com pesquisas compiladas pelo Real Clear Politics, Biden tem 49% das intenções de voto na região e Trump, 45,3%. Em todo o país, o democrata está na frente, com 49,7%, do presidente, 42,2%.

Trump defende uma estratégia de máxima pressão contra a Venezuela, com sanções progressivas para obrigar Maduro a deixar o poder. O governo do republicano foi o primeiro a reconhecer o líder do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, como presidente interino no início de 2019, mas, desde então, Maduro se fortaleceu no poder.

Racismo

Biden, e sua mulher, Jill, viajarão hoje para Kenosha, no Estado de Wisconsin, após os protestos e distúrbios das últimas semanas e dois dias após Trump visitar a cidade. Os protestos foram uma resposta a mais um episódio de violência policial no país, em que Jacob Blake, um negro, ficou gravemente ferido após ser baleado pelas costas em abordagem feita por um policial branco.

A campanha do candidato democrata informou que Biden se reunirá com a família de Blake, além de fazer uma "reunião comunitária" para "unir os americanos" e enfrentar os desafios do país.

Trump esteve na terça-feira na cidade, onde visitou escombros de imóveis destruídos durante os tumultos da semana passada. Na sua visita, ele reafirmou seu apoio às forças de segurança e acusou os participantes dos protestos de envolvimento em "terrorismo doméstico". "Não estaríamos aqui sem nossas forças de ordem pública", disse o presidente.

Durante os distúrbios em Kenosha, duas pessoas morreram e outra ficou ferida após um adolescente de 17 anos atirar contra elas com um fuzil AR-15. O adolescente foi preso e acusado de homicídio em primeiro grau.

Esta será a primeira visita de Biden como candidato democrata a Wisconsin, um Estado importante nas eleições de 3 de novembro, já que nele Trump derrotou a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, em 2016, com uma vantagem de menos de 1 ponto porcentual. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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