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Em Diadema, Vaguinho antecipa convenção de olho na vice de Filippi

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Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

02/09/2020 | 00:04


Ex-prefeiturável de Diadema, Vaguinho do Conselho antecipou a convenção do seu partido, o Solidariedade, para amanhã a fim de conquistar a vaga de vice na chapa do ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT). A estratégia visa pressionar a Justiça Eleitoral a se manifestar sobre sua elegibilidade, já que o ex-prefeiturável foi condenado no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) e seu recurso segue parado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A ideia é a de que, após o ato, a defesa de Vaguinho ingresse com medida cautelar na Justiça Eleitoral em busca de acelerar a definição sobre a viabilidade de candidatura e, em enfim, amarrar acordo com o PT. “Estou antecipando (a convenção) para que eu possa estar apto para estar nas urnas”, explicou Vaguinho, que foi condenado pela Justiça Eleitoral de Diadema e pelo TRE-SP por abuso do poder econômico e religioso em atos ligados à campanha ao Paço de 2016.

Enquanto tenta ganhar sobrevida na disputa pela vice de Filippi, Vaguinho também aposta na aliança do petismo com o PSB, a despeito de o presidente da legenda, o vereador Marcos Michels, bancar candidatura a prefeito. Assim, caso não viabilize sua própria candidatura a vice, indicaria o filho, Gustavo Feitoza (PSB), para a vaga – o nome do vereador Cicinho (PSB) é cogitado.

No PT, há ceticismo em torno da elegibilidade de Vaguinho. O partido teme que qualquer insegurança jurídica em torno da chapa Filippi-Vaguinho prejudique politicamente o projeto e não quer correr esse risco. O Diário apurou que o partido aposta prioritariamente na aliança com o PSB, que pode interferir de cima para baixo e rifar a candidatura de Marcos, via estadual. 



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Em Diadema, Vaguinho antecipa convenção de olho na vice de Filippi

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

02/09/2020 | 00:04


Ex-prefeiturável de Diadema, Vaguinho do Conselho antecipou a convenção do seu partido, o Solidariedade, para amanhã a fim de conquistar a vaga de vice na chapa do ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT). A estratégia visa pressionar a Justiça Eleitoral a se manifestar sobre sua elegibilidade, já que o ex-prefeiturável foi condenado no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) e seu recurso segue parado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A ideia é a de que, após o ato, a defesa de Vaguinho ingresse com medida cautelar na Justiça Eleitoral em busca de acelerar a definição sobre a viabilidade de candidatura e, em enfim, amarrar acordo com o PT. “Estou antecipando (a convenção) para que eu possa estar apto para estar nas urnas”, explicou Vaguinho, que foi condenado pela Justiça Eleitoral de Diadema e pelo TRE-SP por abuso do poder econômico e religioso em atos ligados à campanha ao Paço de 2016.

Enquanto tenta ganhar sobrevida na disputa pela vice de Filippi, Vaguinho também aposta na aliança do petismo com o PSB, a despeito de o presidente da legenda, o vereador Marcos Michels, bancar candidatura a prefeito. Assim, caso não viabilize sua própria candidatura a vice, indicaria o filho, Gustavo Feitoza (PSB), para a vaga – o nome do vereador Cicinho (PSB) é cogitado.

No PT, há ceticismo em torno da elegibilidade de Vaguinho. O partido teme que qualquer insegurança jurídica em torno da chapa Filippi-Vaguinho prejudique politicamente o projeto e não quer correr esse risco. O Diário apurou que o partido aposta prioritariamente na aliança com o PSB, que pode interferir de cima para baixo e rifar a candidatura de Marcos, via estadual. 

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