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NordVPN: por que está na hora de você usar redes virtuais privadas

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Bianca Bellucci
Do 33Giga

02/09/2020 | 09:48


A NordVPN é uma ferramenta que permite aos usuários criar redes virtuais privadas (virtual private network, ou simplesmente VPN). A plataforma está ganhando, aos poucos, mais usuários no Brasil e tem se mostrado uma boa solução para quem está preocupado em aumentar a segurança – seja em casa, na empresa, em um misto (como home office) ou mesmo em trânsito.

Entretanto, antes de falar da NordVPN, é importante fazer uma breve explicação sobre o que são redes virtuais privadas. No Brasil, esse mercado ainda é incipiente e pouco se fala sobre a ferramenta.

Leia mais:
Site mostra se seus dados já foram vazados por hackers
Site prova que Janela Anônima não é sigilosa; veja como navegar sem deixar vestígios
Hackers famosos: 15 histórias que vale a pena conhecer

Para que serve uma VPN?

VPN, em bom português, são redes virtuais privadas. Como o próprio nome entrega, a ideia é criar uma rede de computadores e outros dispositivos – como celulares e tablets – que vão se interligar via internet. As informações trocadas entre os aparelhos são criptografadas, tornando a comunicação segura e a intercepção difícil.

Do ponto de vista comercial, a VPN pode ser usada por meio de cabos que vão conectar os aparelhos ou com a criação de links, que serão distribuídos via satélite. Independentemente da escolha, a ideia é oferecer uma infraestrutura segura para pessoas acessarem e trocarem dados. Sob o prisma corporativo, o uso de redes virtuais privadas é ainda mais relevante quando a companhia tem filiais ou um grande número de pessoas trabalhando remotamente.

No Brasil, entretanto, VPNs são mais conhecidas por seu uso pessoal. Principalmente quando alguém utiliza a tecnologia para mascarar seu IP – uma espécie de CPF que identifica as máquinas – e acessar serviços e conteúdos que não estão disponíveis no País. Aqui, o exemplo mais emblemático é a possibilidade de navegar pelo catálogo norte-americano da Netflix, que é diferente em cada região.

Seja pessoal ou empresarial, ainda é importante destacar que a VPN pode ser acessada por redes gratuitas ou pagas. Os serviços pagos, no entanto, são os mais recomendados. Isso porque são mais seguros, uma vez que oferecem uma infraestrutura robusta e difícil de hackear, bem como uma melhor velocidade e também suporte técnico.

Entre as plataformas pagas, a NordVPN foi eleita a melhor contratação em 2020. O levantamento foi realizado pelo site vpnMentor, especializado no tema e em avaliar plataformas de VPN.

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga

Conheça a NordVPN

A NordVPN tem 5.390 servidores espalhados em 55 países. A sede fica no Panamá, país que não possui leis de retenção de dados obrigatórias e não participa da aliança Five Eyes (tratado entre nações que visa formar uma rede de vigilância eletrônica global).

Quando o assunto é segurança, o serviço conta com uma série de soluções. A mais importante delas é a AES 256-bit, algoritmo de criptografia que oculta dados e é usado até mesmo por agências governamentais para proteger arquivos ultrassecretos.

Essa tecnologia é utilizada por diferentes redes de VPN. Mas apenas a NordVPN tem o NordLynx, baseado no protocolo WireGuard. Ele criptografa informações e é bem mais simples e rápido que o OpenVPN e o IKEv2, os mais usados e considerados mais seguros e velozes da atualidade.

Outro recurso de proteção que merece destaque é o Kill Switch. Na prática, se a NordVPN parar de funcionar por algum motivo, a conexão é cortada automaticamente, garantindo que seu endereço IP real não seja revelado acidentalmente.

A solução PFS faz com que cada sessão dentro da VPN seja nova. Isso significa que qualquer dado ou atividade do acesso anterior é completamente apagado e não tem relação com a próxima conexão. A respeito da velocidade, a NordVPN usa a localização do usuário para encontrar o servidor mais próximo, rápido e disponível. Independentemente da base conectada, o serviço entrega streaming em UHD (4K) sem problemas de buffer.

Ainda vale destacar que a NordVPN permite acessar mais de 400 serviços diferentes. Entre eles: Netflix, Disney+, HBO GO e Hulu. Sem contar a possibilidade de usar plataformas populares de torrent, como uTorrent, BitTorrent e Vuze. A conexão pode ser feita por aplicativo para Windows, macOS, iOS, Android, Linux, Amazon Fire TV ou Android TV, além de extensões para os navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox.

Serviço


A NordVPN pode ser contratada pelo site oficial. O pacote mais vantajoso sai por US$ 3,71 (cerca de R$ 20) ao mês durante dois anos – uma economia de 68% perante os outros planos disponíveis. Caso não curta a experiência, o usuário pode cancelar o serviço em até 30 dias e receber o dinheiro de volta. Já se precisar de assistência, o suporte via chat está disponível 24 horas por dia, sete dias na semana.



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NordVPN: por que está na hora de você usar redes virtuais privadas

Bianca Bellucci
Do 33Giga

02/09/2020 | 09:48


A NordVPN é uma ferramenta que permite aos usuários criar redes virtuais privadas (virtual private network, ou simplesmente VPN). A plataforma está ganhando, aos poucos, mais usuários no Brasil e tem se mostrado uma boa solução para quem está preocupado em aumentar a segurança – seja em casa, na empresa, em um misto (como home office) ou mesmo em trânsito.

Entretanto, antes de falar da NordVPN, é importante fazer uma breve explicação sobre o que são redes virtuais privadas. No Brasil, esse mercado ainda é incipiente e pouco se fala sobre a ferramenta.

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VPN, em bom português, são redes virtuais privadas. Como o próprio nome entrega, a ideia é criar uma rede de computadores e outros dispositivos – como celulares e tablets – que vão se interligar via internet. As informações trocadas entre os aparelhos são criptografadas, tornando a comunicação segura e a intercepção difícil.

Do ponto de vista comercial, a VPN pode ser usada por meio de cabos que vão conectar os aparelhos ou com a criação de links, que serão distribuídos via satélite. Independentemente da escolha, a ideia é oferecer uma infraestrutura segura para pessoas acessarem e trocarem dados. Sob o prisma corporativo, o uso de redes virtuais privadas é ainda mais relevante quando a companhia tem filiais ou um grande número de pessoas trabalhando remotamente.

No Brasil, entretanto, VPNs são mais conhecidas por seu uso pessoal. Principalmente quando alguém utiliza a tecnologia para mascarar seu IP – uma espécie de CPF que identifica as máquinas – e acessar serviços e conteúdos que não estão disponíveis no País. Aqui, o exemplo mais emblemático é a possibilidade de navegar pelo catálogo norte-americano da Netflix, que é diferente em cada região.

Seja pessoal ou empresarial, ainda é importante destacar que a VPN pode ser acessada por redes gratuitas ou pagas. Os serviços pagos, no entanto, são os mais recomendados. Isso porque são mais seguros, uma vez que oferecem uma infraestrutura robusta e difícil de hackear, bem como uma melhor velocidade e também suporte técnico.

Entre as plataformas pagas, a NordVPN foi eleita a melhor contratação em 2020. O levantamento foi realizado pelo site vpnMentor, especializado no tema e em avaliar plataformas de VPN.

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Conheça a NordVPN

A NordVPN tem 5.390 servidores espalhados em 55 países. A sede fica no Panamá, país que não possui leis de retenção de dados obrigatórias e não participa da aliança Five Eyes (tratado entre nações que visa formar uma rede de vigilância eletrônica global).

Quando o assunto é segurança, o serviço conta com uma série de soluções. A mais importante delas é a AES 256-bit, algoritmo de criptografia que oculta dados e é usado até mesmo por agências governamentais para proteger arquivos ultrassecretos.

Essa tecnologia é utilizada por diferentes redes de VPN. Mas apenas a NordVPN tem o NordLynx, baseado no protocolo WireGuard. Ele criptografa informações e é bem mais simples e rápido que o OpenVPN e o IKEv2, os mais usados e considerados mais seguros e velozes da atualidade.

Outro recurso de proteção que merece destaque é o Kill Switch. Na prática, se a NordVPN parar de funcionar por algum motivo, a conexão é cortada automaticamente, garantindo que seu endereço IP real não seja revelado acidentalmente.

A solução PFS faz com que cada sessão dentro da VPN seja nova. Isso significa que qualquer dado ou atividade do acesso anterior é completamente apagado e não tem relação com a próxima conexão. A respeito da velocidade, a NordVPN usa a localização do usuário para encontrar o servidor mais próximo, rápido e disponível. Independentemente da base conectada, o serviço entrega streaming em UHD (4K) sem problemas de buffer.

Ainda vale destacar que a NordVPN permite acessar mais de 400 serviços diferentes. Entre eles: Netflix, Disney+, HBO GO e Hulu. Sem contar a possibilidade de usar plataformas populares de torrent, como uTorrent, BitTorrent e Vuze. A conexão pode ser feita por aplicativo para Windows, macOS, iOS, Android, Linux, Amazon Fire TV ou Android TV, além de extensões para os navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox.

Serviço


A NordVPN pode ser contratada pelo site oficial. O pacote mais vantajoso sai por US$ 3,71 (cerca de R$ 20) ao mês durante dois anos – uma economia de 68% perante os outros planos disponíveis. Caso não curta a experiência, o usuário pode cancelar o serviço em até 30 dias e receber o dinheiro de volta. Já se precisar de assistência, o suporte via chat está disponível 24 horas por dia, sete dias na semana.

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