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Cai de 71% para 52% o porcentual de trabalhadores em home office, mostra pesquisa

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


25/08/2020 | 18:01


O número de pessoas que está trabalhando de casa durante a pandemia diminuiu muito no último mês em todo o País. Segundo uma pesquisa com 1000 usuários do Ticket Restaurante e do Ticket Alimentação, entre os dias 4 e 20 de agosto, 52% disseram que estavam em home office. Em julho, eram 71%. E a previsão é que a volta ao trabalho nos escritórios aumente nas próximas semanas.

Esta é a quinta rodada da pesquisa da Ticket desde o início da pandemia. Esta última edição aponta que, entre as principais medidas adotadas pelas empresas para a retomada das atividades nos escritórios estão a escalonagem de dia e horário (13%), a flexibilidade de horários (11%), a mudança de layout (10%) e a redução dos treinamentos e reuniões presenciais (10%).

Também foram citadas a proibição de participação em eventos presenciais (9%) e a oferta de novas alternativas para deslocamento (5%). O plano desenhado para o processo de retomada ainda não foi comunicado pelas empresas de 24% dos entrevistados. Do ponto de vista dos trabalhadores, a principal vantagem de voltar ao escritório é o melhor controle sobre o horário de trabalho (52%).

A manutenção do home office até o fim de 2020 é opção para apenas 9% das empresas onde os entrevistados trabalham. No contexto dos investimentos para a retomada das atividades presenciais, 51% dos trabalhadores disseram que gostariam de voltar para os escritórios, 32% desejam permanecer no sistema de teletrabalho e 19% ainda apresentam indecisão sobre o tema.

Entre os aspectos que levam parte dos trabalhadores a ansiar pela volta à rotina do trabalho fora de casa estão: o relacionamento com colegas de trabalho (28%); a sensação de apresentar maior produtividade e concentração no escritório (21%); aspectos relacionados à saúde mental (20%); preocupação com os resultados do negócio (15%); e a estrutura física oferecida pelas empresas (11%).

Do outro lado, os aspectos que contribuem para o desejo de permanência no sistema de teletrabalho estão: o medo de contrair o coronavírus (18%); a possibilidade de evitar deslocamentos (17%); a maior produtividade e concentração em casa (15%); o ganho de tempo para a realização de atividades particulares (15%); maior facilidade para administrar a realização de tarefas domésticas ou familiares (11%); o relacionamento com a família (10%); e aspectos relacionados à saúde mental (12%).

Para 64% dos entrevistados, os times em sistema de teletrabalho foram capazes de manter as entregas em dia e com a mesma qualidade de quando o trabalho era executado nos escritórios. E 46% entendem que a quantidade e qualidade das entregas foi superior após a adoção do home office.

Com relação à integração e aos momentos de descontração realizados pelas empresas durante a pandemia, 47% dos entrevistados disseram que as empresas se preocuparam em proporcionar atividades neste sentido, mas 26% entendem que a frequência esteve abaixo do esperado. Outros 53% disseram que a empresa não realizou ações com esse foco.



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Cai de 71% para 52% o porcentual de trabalhadores em home office, mostra pesquisa


25/08/2020 | 18:01


O número de pessoas que está trabalhando de casa durante a pandemia diminuiu muito no último mês em todo o País. Segundo uma pesquisa com 1000 usuários do Ticket Restaurante e do Ticket Alimentação, entre os dias 4 e 20 de agosto, 52% disseram que estavam em home office. Em julho, eram 71%. E a previsão é que a volta ao trabalho nos escritórios aumente nas próximas semanas.

Esta é a quinta rodada da pesquisa da Ticket desde o início da pandemia. Esta última edição aponta que, entre as principais medidas adotadas pelas empresas para a retomada das atividades nos escritórios estão a escalonagem de dia e horário (13%), a flexibilidade de horários (11%), a mudança de layout (10%) e a redução dos treinamentos e reuniões presenciais (10%).

Também foram citadas a proibição de participação em eventos presenciais (9%) e a oferta de novas alternativas para deslocamento (5%). O plano desenhado para o processo de retomada ainda não foi comunicado pelas empresas de 24% dos entrevistados. Do ponto de vista dos trabalhadores, a principal vantagem de voltar ao escritório é o melhor controle sobre o horário de trabalho (52%).

A manutenção do home office até o fim de 2020 é opção para apenas 9% das empresas onde os entrevistados trabalham. No contexto dos investimentos para a retomada das atividades presenciais, 51% dos trabalhadores disseram que gostariam de voltar para os escritórios, 32% desejam permanecer no sistema de teletrabalho e 19% ainda apresentam indecisão sobre o tema.

Entre os aspectos que levam parte dos trabalhadores a ansiar pela volta à rotina do trabalho fora de casa estão: o relacionamento com colegas de trabalho (28%); a sensação de apresentar maior produtividade e concentração no escritório (21%); aspectos relacionados à saúde mental (20%); preocupação com os resultados do negócio (15%); e a estrutura física oferecida pelas empresas (11%).

Do outro lado, os aspectos que contribuem para o desejo de permanência no sistema de teletrabalho estão: o medo de contrair o coronavírus (18%); a possibilidade de evitar deslocamentos (17%); a maior produtividade e concentração em casa (15%); o ganho de tempo para a realização de atividades particulares (15%); maior facilidade para administrar a realização de tarefas domésticas ou familiares (11%); o relacionamento com a família (10%); e aspectos relacionados à saúde mental (12%).

Para 64% dos entrevistados, os times em sistema de teletrabalho foram capazes de manter as entregas em dia e com a mesma qualidade de quando o trabalho era executado nos escritórios. E 46% entendem que a quantidade e qualidade das entregas foi superior após a adoção do home office.

Com relação à integração e aos momentos de descontração realizados pelas empresas durante a pandemia, 47% dos entrevistados disseram que as empresas se preocuparam em proporcionar atividades neste sentido, mas 26% entendem que a frequência esteve abaixo do esperado. Outros 53% disseram que a empresa não realizou ações com esse foco.

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