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UE indica sanções contra a Bielo-Rússia

Reprodução/Instagram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


14/08/2020 | 16:32


Após reunião emergencial com chanceleres da União Europeia (UE), o chefe da diplomacia do bloco, Josep Borrell, anunciou que o trabalho por "sanções contra os responsáveis por violência e fraude" na Bielo-Rússia terá início. No Twitter, Borrell indicou que a UE não aceita os resultados das eleições presidenciais do país, realizadas no último domingo. O pleito reelegeu Alexander Lukashenko, e levou a uma série de protestos e críticas sobre a sua validade.

O alto representante se manifestou ainda sobre a situação no Mediterrâneo oriental, que opõe dois membros do bloco, Grécia e Chipre, à Turquia. Borrel expressou solidariedade aos países membros, demandando de Ancara uma escalada nas tensões e o engajamento pelo diálogo. A questão envolve a exploração de energia em uma área de soberania questionada e, nos últimos dias, a possibilidade de conflito cresceu, com destaque para o choque entre fragatas da Grécia e da Turquia.



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UE indica sanções contra a Bielo-Rússia


14/08/2020 | 16:32


Após reunião emergencial com chanceleres da União Europeia (UE), o chefe da diplomacia do bloco, Josep Borrell, anunciou que o trabalho por "sanções contra os responsáveis por violência e fraude" na Bielo-Rússia terá início. No Twitter, Borrell indicou que a UE não aceita os resultados das eleições presidenciais do país, realizadas no último domingo. O pleito reelegeu Alexander Lukashenko, e levou a uma série de protestos e críticas sobre a sua validade.

O alto representante se manifestou ainda sobre a situação no Mediterrâneo oriental, que opõe dois membros do bloco, Grécia e Chipre, à Turquia. Borrel expressou solidariedade aos países membros, demandando de Ancara uma escalada nas tensões e o engajamento pelo diálogo. A questão envolve a exploração de energia em uma área de soberania questionada e, nos últimos dias, a possibilidade de conflito cresceu, com destaque para o choque entre fragatas da Grécia e da Turquia.

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