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ETI Lauro Gomes e uma hipótese

Atento às notícias publicadas em Memória, o professor Alexandre Takara, nosso orientador, analisa a série de depoimentos aqui divulgados por profissionais formados há 35 anos e que seguiram carreiras vitoriosas


Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

15/08/2020 | 00:01


Meritocracia

Texto: Alexandre Takara

Há um termo que define bem os ex-alunos da ETI, turma de 1984: meritocracia. Estudaram, sacrificaram-se, entraram no mercado de trabalho e são bem-sucedidos. 

Os depoentes da turma de 1984 talvez sejam filhos ou netos de migrantes que procuraram o Grande ABC em busca de melhores condições de vida. O sucesso profissional deles revela a ascensão de suas famílias – possivelmente, netos de avós apenas com o ensino primário (hoje, fundamental); e filhos de pais com ensino secundário (hoje, médio), alguns com o curso universitário. 

Os ex-etianos, todos universitários, ocupam cargos de chefia, se não de diretoria nas grandes empresas, ou com suas próprias empresas, todos contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. 

Alguns trabalham no Exterior. A escala social deles significa também a ascensão social, econômica e cultural de famílias.

A hipótese que levanto se fundamenta num dado histórico. Com a implantação de indústrias automobilísticas, ampliou-se o mercado de trabalho, porquanto o fenômeno da industrialização provocou o fenômeno de migração e, consequentemente, de urbanização. 

Cumprimentos, pois, aos ex-etianos.

Apelidos

Texto: Ricardo Criez

Uma curiosidade dos principais cursos na Lauro Gomes, e que nutria a rivalidade entre os alunos do Diurno (Integral). Os mecânicos eram chamados de “lambe-graxa”, os eletrônicos de “chupa-lâmpada” e os eletrotécnicos de “macacos de poste”. 

Até hoje essas coisas são lembradas, agora com muita nostalgia – mas, na época escolar, as pessoas ficavam bem bravas com tais ‘apelidos’ dados aos cursos. Nós éramos felizes e, ouso dizer, sabíamos disso.

Tom Jobim gelou a GCM

Texto: Milton Parron

Tom Jobim foi contratado por uma determinada produtora para produzir um jingle para a Chevrolet. No dia da gravação, além do staff da produtora e da agência de publicidade detentora da conta, também estava presente boa parte do executiveboard da General Motors. Afinal, Tom Jobim não era figura banalizada no mercado. 

Antes de ser iniciada a gravação, conversa vai, conversa vem, muitas fotos, abraços e autógrafos e o compositor faz uma declaração que literalmente gelou os diretores da agência que o havia contratado, agência que, por sinal, tinha a milionária conta da GM. 

Ao ser perguntado por um dos presentes sobre a importância da propaganda, disse ele:

– Publicidade é um negócio engraçado. Publicidade é linguagem de ladrão.

“Perdemos o cliente”, foi o cochicho que tomou conta do até então festivo ambiente. 

Como terminou a constrangedora cena? No programa Memória deste fim de semana pela Rádio Bandeirantes vocês saberão pela boca de um dos produtores, que participou da cena.

EM PAUTA – Rádio Bandeirantes AM (840) e FM (90,9) – Jingles Eternos – segunda parte e final. Produção e apresentação: Milton Parron. Hoje, em novo horário, às 22h, com reprise amanhã, domingo, às 5h. Na internet: www.radiobandeirantes.com.br. 

Diário há meio século

Sábado, 15 de agosto de 1970 – ano 13, edição 1310

São Bernardo – Inaugurada a I Feira Industrial de São Bernardo, no Paço Municipal. Trinta indústrias presentes ocupando área de 7.000 metros quadrados.

Em 15 de agosto de...

1915 – Alice Zerrenner (Galuzio de casada) nasce em Santo André, na Avenida Portugal. Autora do livro Minha Vida Vivida.

Em jogo disputado em Santo André, o Primeiro de Maio local vence o Primeiro de Maio da Lapa por 3 a 2; deu empate em 1 a 1 no encontro dos segundos quadros.

Em Paranapiacaba jogam Serrano local e Rio Grande.

1930 – Mais dez reservistas aprovados em Santo André: João Antonio Milani, José Arimatheus Salvador, José Manuel Garçon, José Nalle, José Francisco Bandeira Filho, João Abud, João Dias Carrasqueira Junior, João Bandoni, Jurandyr Pedroso, Luiz Fleury de Camargo. Continua.

1935 – Armando Ceccon é admitido pela Cerâmica Manetti Pedotti & Cia., mais conhecida como Paulista, em Mauá, onde trabalharia mais de 50 anos.

1950 – Desfile de esportistas marca a instituição do Dia do Atleta, em Santo André, por iniciativa da Liga Santoandreense de Futebol. A festa se repetiria em 1951. 

1970 – Realizada a primeira Bienal do Livro de São Paulo.

Hoje

- Dia do Atleta de Santo André

- Dia da Informática

- Dia dos Solteiros

Santos do dia

- Tarcísio

- Alípio de Tagaste

Municípios brasileiros

- Hoje é o aniversário de Jaú, Paraíso, Pedregulho, Pitangueiras, Pontalinda e Sorocaba, “a Manchester Paulista”.

- Por conta da padroeira Nossa Senhora Assunção, hoje também é feriado em Araras, Itápolis, Jundiaí, Lorena, Piedade, Porto Feliz, São Manuel, Socorro, Tietê e Tupi Paulista.



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ETI Lauro Gomes e uma hipótese

Atento às notícias publicadas em Memória, o professor Alexandre Takara, nosso orientador, analisa a série de depoimentos aqui divulgados por profissionais formados há 35 anos e que seguiram carreiras vitoriosas

Ademir Medici
Do Diário do Grande ABC

15/08/2020 | 00:01


Meritocracia

Texto: Alexandre Takara

Há um termo que define bem os ex-alunos da ETI, turma de 1984: meritocracia. Estudaram, sacrificaram-se, entraram no mercado de trabalho e são bem-sucedidos. 

Os depoentes da turma de 1984 talvez sejam filhos ou netos de migrantes que procuraram o Grande ABC em busca de melhores condições de vida. O sucesso profissional deles revela a ascensão de suas famílias – possivelmente, netos de avós apenas com o ensino primário (hoje, fundamental); e filhos de pais com ensino secundário (hoje, médio), alguns com o curso universitário. 

Os ex-etianos, todos universitários, ocupam cargos de chefia, se não de diretoria nas grandes empresas, ou com suas próprias empresas, todos contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. 

Alguns trabalham no Exterior. A escala social deles significa também a ascensão social, econômica e cultural de famílias.

A hipótese que levanto se fundamenta num dado histórico. Com a implantação de indústrias automobilísticas, ampliou-se o mercado de trabalho, porquanto o fenômeno da industrialização provocou o fenômeno de migração e, consequentemente, de urbanização. 

Cumprimentos, pois, aos ex-etianos.

Apelidos

Texto: Ricardo Criez

Uma curiosidade dos principais cursos na Lauro Gomes, e que nutria a rivalidade entre os alunos do Diurno (Integral). Os mecânicos eram chamados de “lambe-graxa”, os eletrônicos de “chupa-lâmpada” e os eletrotécnicos de “macacos de poste”. 

Até hoje essas coisas são lembradas, agora com muita nostalgia – mas, na época escolar, as pessoas ficavam bem bravas com tais ‘apelidos’ dados aos cursos. Nós éramos felizes e, ouso dizer, sabíamos disso.

Tom Jobim gelou a GCM

Texto: Milton Parron

Tom Jobim foi contratado por uma determinada produtora para produzir um jingle para a Chevrolet. No dia da gravação, além do staff da produtora e da agência de publicidade detentora da conta, também estava presente boa parte do executiveboard da General Motors. Afinal, Tom Jobim não era figura banalizada no mercado. 

Antes de ser iniciada a gravação, conversa vai, conversa vem, muitas fotos, abraços e autógrafos e o compositor faz uma declaração que literalmente gelou os diretores da agência que o havia contratado, agência que, por sinal, tinha a milionária conta da GM. 

Ao ser perguntado por um dos presentes sobre a importância da propaganda, disse ele:

– Publicidade é um negócio engraçado. Publicidade é linguagem de ladrão.

“Perdemos o cliente”, foi o cochicho que tomou conta do até então festivo ambiente. 

Como terminou a constrangedora cena? No programa Memória deste fim de semana pela Rádio Bandeirantes vocês saberão pela boca de um dos produtores, que participou da cena.

EM PAUTA – Rádio Bandeirantes AM (840) e FM (90,9) – Jingles Eternos – segunda parte e final. Produção e apresentação: Milton Parron. Hoje, em novo horário, às 22h, com reprise amanhã, domingo, às 5h. Na internet: www.radiobandeirantes.com.br. 

Diário há meio século

Sábado, 15 de agosto de 1970 – ano 13, edição 1310

São Bernardo – Inaugurada a I Feira Industrial de São Bernardo, no Paço Municipal. Trinta indústrias presentes ocupando área de 7.000 metros quadrados.

Em 15 de agosto de...

1915 – Alice Zerrenner (Galuzio de casada) nasce em Santo André, na Avenida Portugal. Autora do livro Minha Vida Vivida.

Em jogo disputado em Santo André, o Primeiro de Maio local vence o Primeiro de Maio da Lapa por 3 a 2; deu empate em 1 a 1 no encontro dos segundos quadros.

Em Paranapiacaba jogam Serrano local e Rio Grande.

1930 – Mais dez reservistas aprovados em Santo André: João Antonio Milani, José Arimatheus Salvador, José Manuel Garçon, José Nalle, José Francisco Bandeira Filho, João Abud, João Dias Carrasqueira Junior, João Bandoni, Jurandyr Pedroso, Luiz Fleury de Camargo. Continua.

1935 – Armando Ceccon é admitido pela Cerâmica Manetti Pedotti & Cia., mais conhecida como Paulista, em Mauá, onde trabalharia mais de 50 anos.

1950 – Desfile de esportistas marca a instituição do Dia do Atleta, em Santo André, por iniciativa da Liga Santoandreense de Futebol. A festa se repetiria em 1951. 

1970 – Realizada a primeira Bienal do Livro de São Paulo.

Hoje

- Dia do Atleta de Santo André

- Dia da Informática

- Dia dos Solteiros

Santos do dia

- Tarcísio

- Alípio de Tagaste

Municípios brasileiros

- Hoje é o aniversário de Jaú, Paraíso, Pedregulho, Pitangueiras, Pontalinda e Sorocaba, “a Manchester Paulista”.

- Por conta da padroeira Nossa Senhora Assunção, hoje também é feriado em Araras, Itápolis, Jundiaí, Lorena, Piedade, Porto Feliz, São Manuel, Socorro, Tietê e Tupi Paulista.

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