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Presidente da Câmara banca manutenção do valor dos salários


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

14/08/2020 | 00:40


Um dia depois de encaminhar aos gabinetes dos vereadores questionário sobre a possibilidade de aumento do salário de prefeito, vice, secretários e vereadores, o presidente da Câmara de Ribeirão Pires, Rato Teixeira (PTB), assegurou que não haverá majoração dos subsídios da classe política da cidade.

Em vídeo que divulgou em redes sociais, Rato salienta ser contrário à alta, mas que, como chefe do Legislativo, precisou cumprir o que determinam o regimento interno e a LOM (Lei Orgânica do Município) sobre fixação dos salários para a legislatura seguinte.

“Já me posicionei contrário a esse aumento e sou contrário como vereador. Como presidente da casa, tenho de cumprir a lei, que diz que 30 dias antes da eleição temos que colocar esse projeto de fixação do subsídio. A secretaria-geral da casa passou circular para todos os vereadores se manifestarem. Com essas circulares (preenchidas) apresento projeto que não terá aumento no subsídio dos vereadores”, bancou o petebista.

A proposta – de número 42/2020 – está em trâmite no Legislativo e, de fato, mantém os vencimentos da classe política: R$ 20.042,34 ao prefeito e R$ 10.021,17 para vice, secretários e vereadores. O texto, em vez da mesa diretora, foi protocolado com assinatura de todos os parlamentares, inclusive os da oposição, que já haviam criticado a possibilidade de reajuste.

A ideia, segundo Rato, é colocar o texto em votação na semana que vem. A despeito da garantia pública dele, é possível a inclusão de emendas para alterar os valores dos contracheques. No questionário que Rato enviou aos gabinetes, o salário do prefeito subiria para R$ 25.322,52, enquanto o vencimento dos vereadores, secretários e do vice-prefeito saltaria para R$ 12.661,25.

A possibilidade de majoração salarial em meio à pandemia de Covid-19 gerou forte crítica nos bastidores da política de Ribeirão. No município, 61 perderam a vida por causa do novo coronavírus. Até ontem, 824 casos de ribeirão-pirenses haviam sido confirmados. 



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Presidente da Câmara banca manutenção do valor dos salários

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

14/08/2020 | 00:40


Um dia depois de encaminhar aos gabinetes dos vereadores questionário sobre a possibilidade de aumento do salário de prefeito, vice, secretários e vereadores, o presidente da Câmara de Ribeirão Pires, Rato Teixeira (PTB), assegurou que não haverá majoração dos subsídios da classe política da cidade.

Em vídeo que divulgou em redes sociais, Rato salienta ser contrário à alta, mas que, como chefe do Legislativo, precisou cumprir o que determinam o regimento interno e a LOM (Lei Orgânica do Município) sobre fixação dos salários para a legislatura seguinte.

“Já me posicionei contrário a esse aumento e sou contrário como vereador. Como presidente da casa, tenho de cumprir a lei, que diz que 30 dias antes da eleição temos que colocar esse projeto de fixação do subsídio. A secretaria-geral da casa passou circular para todos os vereadores se manifestarem. Com essas circulares (preenchidas) apresento projeto que não terá aumento no subsídio dos vereadores”, bancou o petebista.

A proposta – de número 42/2020 – está em trâmite no Legislativo e, de fato, mantém os vencimentos da classe política: R$ 20.042,34 ao prefeito e R$ 10.021,17 para vice, secretários e vereadores. O texto, em vez da mesa diretora, foi protocolado com assinatura de todos os parlamentares, inclusive os da oposição, que já haviam criticado a possibilidade de reajuste.

A ideia, segundo Rato, é colocar o texto em votação na semana que vem. A despeito da garantia pública dele, é possível a inclusão de emendas para alterar os valores dos contracheques. No questionário que Rato enviou aos gabinetes, o salário do prefeito subiria para R$ 25.322,52, enquanto o vencimento dos vereadores, secretários e do vice-prefeito saltaria para R$ 12.661,25.

A possibilidade de majoração salarial em meio à pandemia de Covid-19 gerou forte crítica nos bastidores da política de Ribeirão. No município, 61 perderam a vida por causa do novo coronavírus. Até ontem, 824 casos de ribeirão-pirenses haviam sido confirmados. 

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