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MP paulista refuta blindagem a Morando em processo

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Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/08/2020 | 00:03


O Ministério Público paulista rechaçou qualquer blindagem em processos envolvendo o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB).

Em nota, a promotoria alegou que refuta “energicamente” o que classifica como “ataques desferidos” pelo Diário, a despeito de o jornal ter, em síntese, divulgado representação de munícipe, responsável por acionar o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que solicitou ao órgão, espécie de corregedoria da entidade, apuração sobre a conduta de promotores de São Bernardo e também de profissionais na esfera estadual.

De acordo com o pedido formal de averiguação, denúncias contra o tucano “não avançam” na instituição. O Diário procurou a assessoria do MP em mais de uma oportunidade – entre quinta e segunda-feira – para obter manifestação, mas não houve resposta a respeito da acusação.

“Nenhuma notícia de ilícitos fica sem uma rigorosa investigação”, sustentou o órgão. “Mas o eventual ajuizamento de ação não se subordina a interesses políticos, estejam eles onde estiverem, até mesmo na mídia, que jamais pautará a atividade de persecução penal por parte do Ministério Público paulista.”

A representação foi firmada após o Diário mostrar que a PGJ (Procuradoria-Geral de Justiça) determinou o arquivamento de parte do inquérito que apura se Morando lavou dinheiro com transações imobiliárias. O processo, conduzido pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), envolve o tucano, o vereador afastado Mario de Abreu (PDT, então no PSDB) e o empresário Clóvis Rueda, doador da campanha.

O órgão registrou ainda que a atuação do MP “alicerça-se sempre na técnica e nos valores éticos”. Segundo a nota, cerca de 2.000 promotores e procuradores em todo o Estado “combatem, de maneira incansável, todos aqueles que insistem em agir à margem da lei”. Os posicionamentos da entidade, prossegue a manifestação, “se pautam pela realidade fática examinada à luz da legislação penal e processual penal”. 



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MP paulista refuta blindagem a Morando em processo

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/08/2020 | 00:03


O Ministério Público paulista rechaçou qualquer blindagem em processos envolvendo o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB).

Em nota, a promotoria alegou que refuta “energicamente” o que classifica como “ataques desferidos” pelo Diário, a despeito de o jornal ter, em síntese, divulgado representação de munícipe, responsável por acionar o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), que solicitou ao órgão, espécie de corregedoria da entidade, apuração sobre a conduta de promotores de São Bernardo e também de profissionais na esfera estadual.

De acordo com o pedido formal de averiguação, denúncias contra o tucano “não avançam” na instituição. O Diário procurou a assessoria do MP em mais de uma oportunidade – entre quinta e segunda-feira – para obter manifestação, mas não houve resposta a respeito da acusação.

“Nenhuma notícia de ilícitos fica sem uma rigorosa investigação”, sustentou o órgão. “Mas o eventual ajuizamento de ação não se subordina a interesses políticos, estejam eles onde estiverem, até mesmo na mídia, que jamais pautará a atividade de persecução penal por parte do Ministério Público paulista.”

A representação foi firmada após o Diário mostrar que a PGJ (Procuradoria-Geral de Justiça) determinou o arquivamento de parte do inquérito que apura se Morando lavou dinheiro com transações imobiliárias. O processo, conduzido pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), envolve o tucano, o vereador afastado Mario de Abreu (PDT, então no PSDB) e o empresário Clóvis Rueda, doador da campanha.

O órgão registrou ainda que a atuação do MP “alicerça-se sempre na técnica e nos valores éticos”. Segundo a nota, cerca de 2.000 promotores e procuradores em todo o Estado “combatem, de maneira incansável, todos aqueles que insistem em agir à margem da lei”. Os posicionamentos da entidade, prossegue a manifestação, “se pautam pela realidade fática examinada à luz da legislação penal e processual penal”. 

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