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Via Varejo abre 300 postos com possibilidade de trabalho remoto

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dessas, 180 chances são da área tecnológica; companhia quer ampliar presença no on-line


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

13/08/2020 | 00:10


A Via Varejo, empresa varejista de capital aberto sediada em São Caetano, anunciou a abertura de 300 vagas. Como o modelo é o de trabalho totalmente remoto, mesmo que as oportunidades estejam ligadas à sede, profissionais de todo o País podem se candidatar. Mais da metade das demandas (180) está relacionada à área de tecnologia.

A empresa anunciou que está passando por um turnaround (ou seja, um processo de mudança) e, para acompanhar essa nova fase da empresa, busca um time multidisciplinar, diverso e com vontade de inovar. Com relação às contratações da área de tecnologia, o objetivo é, segundo a empresa, impulsionar a transformação digital e garantir a cultura de dados da companhia.

As vagas são para início imediato, com remuneração e benefícios compatíveis com o mercado, de acordo com a Via Varejo. Todas as etapas do processo seletivo serão realizadas de maneira virtual, e os contratados receberão o equipamento necessário em casa, além de todo o suporte e capacitação, que também serão on-line.

O modelo de trabalho totalmente remoto denominado officeless ganhou ainda mais força no cenário nacional após o início da quarentena, necessária para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A proposta é que o profissional contratado inicie suas atividades 100% a distância.

“Diferente do home office, visto como um tipo de benefício e que já faz parte da nossa rotina de trabalho, o officeless é um método que acredita no trabalho remoto realizado totalmente a distância, com relações profissionais baseadas em autonomia, propósito e confiança”, explicou a diretora de pessoas e performance da empresa, Rosi Purceti Balabran.

Há diversas demandas neste momento, principalmente as relacionadas à TI (Tecnologia da Informação), especificamente para os segmentos de qualidade de software, cyber security (cyber segurança), infraestrutura cloud (infraestrutura de nuvem), UX (User Experience, ou experiência do usuário em português), Agile (expressão que vem do inglês software development, ou seja, desenvolvimento ágil de software) e dados, para diferentes níveis de senioridade.

Os interessados podem cadastrar seus dados e currículo por meio do LinkedIn (www.linkedin.com/company/viavarejo) da empresa ou por meio portal da Via Varejo (www.viavarejo.com.br/carreiras).

“Acreditamos que, mais do que uma ferramenta para diminuir a exposição de funcionários, o officeless é uma tendência disruptiva e alinhada às novas tendências do mercado de trabalho”, conclui Rosi.

DIGITAL

O investimento nas plataformas digitais já era uma demanda do mercado de varejo, que se mostrou ainda mais necessária nos tempos atuais. A responsável pelas plataformas da Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.com, vem investindo no on-line desde o início deste ano, após ter ficado atrás do Magazine Luiza, uma de suas principais concorrentes, no quesito e-commerce.

No início de 2020, a Via Varejo anunciou a compra de uma startup de logística. Em maio, foi concluída a aquisição do banQi, plataforma responsável pela conta digital usada pela companhia desde o ano passado. No fim de julho, o e-commerce da Casas Bahia anunciou o reposicionamento da marca e mudou o logo, mirando também o público de alta renda.


Empresa cresce no e-commerce, mas continua no prejuízo

A Via Varejo divulgou os resultados do segundo trimestre do ano passado ontem. A companhia reportou reversão de prejuízo para o lucro líquido contábil no período, saindo de R$ 162 milhões no negativo para R$ 65 milhões no azul. Entretanto, apresentou prejuízo operacional de R$ 176 milhões no período.

No ano passado, os números do segundo trimestre haviam ficado negativo em R$ 296 milhões. “Tal resultado reflete o desempenho da operação com excelente performance do e-commerce, mais desalavancagem operacional por conta da queda de receita, custos fixos vinculados ao fechamento de lojas na pandemia e aumento da despesa financeira”, informou a empresa.

O e-commerce aumentou sua participação de 27% no faturamento total do primeiro trimestre para 70% no segundo, No pregão de ontem, as ações da empresa fecharam com queda de 3,09%, aos R$ 18,16. 



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Via Varejo abre 300 postos com possibilidade de trabalho remoto

Dessas, 180 chances são da área tecnológica; companhia quer ampliar presença no on-line

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

13/08/2020 | 00:10


A Via Varejo, empresa varejista de capital aberto sediada em São Caetano, anunciou a abertura de 300 vagas. Como o modelo é o de trabalho totalmente remoto, mesmo que as oportunidades estejam ligadas à sede, profissionais de todo o País podem se candidatar. Mais da metade das demandas (180) está relacionada à área de tecnologia.

A empresa anunciou que está passando por um turnaround (ou seja, um processo de mudança) e, para acompanhar essa nova fase da empresa, busca um time multidisciplinar, diverso e com vontade de inovar. Com relação às contratações da área de tecnologia, o objetivo é, segundo a empresa, impulsionar a transformação digital e garantir a cultura de dados da companhia.

As vagas são para início imediato, com remuneração e benefícios compatíveis com o mercado, de acordo com a Via Varejo. Todas as etapas do processo seletivo serão realizadas de maneira virtual, e os contratados receberão o equipamento necessário em casa, além de todo o suporte e capacitação, que também serão on-line.

O modelo de trabalho totalmente remoto denominado officeless ganhou ainda mais força no cenário nacional após o início da quarentena, necessária para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A proposta é que o profissional contratado inicie suas atividades 100% a distância.

“Diferente do home office, visto como um tipo de benefício e que já faz parte da nossa rotina de trabalho, o officeless é um método que acredita no trabalho remoto realizado totalmente a distância, com relações profissionais baseadas em autonomia, propósito e confiança”, explicou a diretora de pessoas e performance da empresa, Rosi Purceti Balabran.

Há diversas demandas neste momento, principalmente as relacionadas à TI (Tecnologia da Informação), especificamente para os segmentos de qualidade de software, cyber security (cyber segurança), infraestrutura cloud (infraestrutura de nuvem), UX (User Experience, ou experiência do usuário em português), Agile (expressão que vem do inglês software development, ou seja, desenvolvimento ágil de software) e dados, para diferentes níveis de senioridade.

Os interessados podem cadastrar seus dados e currículo por meio do LinkedIn (www.linkedin.com/company/viavarejo) da empresa ou por meio portal da Via Varejo (www.viavarejo.com.br/carreiras).

“Acreditamos que, mais do que uma ferramenta para diminuir a exposição de funcionários, o officeless é uma tendência disruptiva e alinhada às novas tendências do mercado de trabalho”, conclui Rosi.

DIGITAL

O investimento nas plataformas digitais já era uma demanda do mercado de varejo, que se mostrou ainda mais necessária nos tempos atuais. A responsável pelas plataformas da Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.com, vem investindo no on-line desde o início deste ano, após ter ficado atrás do Magazine Luiza, uma de suas principais concorrentes, no quesito e-commerce.

No início de 2020, a Via Varejo anunciou a compra de uma startup de logística. Em maio, foi concluída a aquisição do banQi, plataforma responsável pela conta digital usada pela companhia desde o ano passado. No fim de julho, o e-commerce da Casas Bahia anunciou o reposicionamento da marca e mudou o logo, mirando também o público de alta renda.


Empresa cresce no e-commerce, mas continua no prejuízo

A Via Varejo divulgou os resultados do segundo trimestre do ano passado ontem. A companhia reportou reversão de prejuízo para o lucro líquido contábil no período, saindo de R$ 162 milhões no negativo para R$ 65 milhões no azul. Entretanto, apresentou prejuízo operacional de R$ 176 milhões no período.

No ano passado, os números do segundo trimestre haviam ficado negativo em R$ 296 milhões. “Tal resultado reflete o desempenho da operação com excelente performance do e-commerce, mais desalavancagem operacional por conta da queda de receita, custos fixos vinculados ao fechamento de lojas na pandemia e aumento da despesa financeira”, informou a empresa.

O e-commerce aumentou sua participação de 27% no faturamento total do primeiro trimestre para 70% no segundo, No pregão de ontem, as ações da empresa fecharam com queda de 3,09%, aos R$ 18,16. 

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