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Polícia instaura inquérito para averiguar crime contra Fava

Diretor-geral da central de convênios da FUABC ficou uma semana de férias depois de sofrer tentativa de homicídio


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

13/08/2020 | 00:02


A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar o episódio envolvendo o diretor-geral da central de convênios da FUABC (Fundação do ABC), Carlos Eduardo Fava, que sofreu tentativa de homicídio a caminho da sede da entidade, no dia 30 de julho. O advogado foi alvo de três tiros de arma de fogo, disparados por motoqueiro, sozinho, que o perseguia, vestido com capa de chuva e capacete. Como primeiro ato formal da medida, o órgão expediu ordem de serviço para buscar imagens de câmeras de monitoramento do trajeto do advogado até o local de trabalho.

A ordem de serviço é justamente o procedimento em que o delegado que preside a averiguação, no caso Luís Guilherme a partir de agora, determina aos investigadores o que deseja no processo. As requisições das imagens estão sendo firmadas a diversos estabelecimentos, tanto privado quanto público, tendo como objetivo verificar o desenrolar da movimentação de Fava em todo o percurso até o local do ocorrido, entre as avenidas Prestes Maia e Lauro Gomes, próximo à FUABC. O crime ocorreu no momento da passagem por baixo do Viaduto Rotary, sentido São Bernardo.

Segundo BO (Boletim de Ocorrência), registrado no 4º DP (Jardim), de Santo André, o advogado percebeu a presença do motoqueiro, ocasião em que ele levantou a arma e, sem anunciar eventual roubo, atirou em sua direção. Todos os projéteis acertaram o veículo, mas não atingiram o diretor da Fundação, que acelerou, entrou no estacionamento da entidade e foi acudido por funcionários. A princípio, a natureza jurídica do caso é tratada como crime contra o patrimônio. Não estão descartadas, contudo, outras motivações, a serem apuradas no decorrer do inquérito.

Após susto e tirar saldo de férias pendentes no total de seis dias, Fava retornou às atividades na segunda-feira. De acordo com a entidade, o advogado segue cumprindo suas funções em sistema de home office, modalidade instituída na sede administrativa da central de convênios no início da pandemia. “Não houve pedido de desligamento por parte do colaborador”, pontuou, ao acrescentar que a Fundação mantém apoio neste período delicado de pós-trauma.  



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Polícia instaura inquérito para averiguar crime contra Fava

Diretor-geral da central de convênios da FUABC ficou uma semana de férias depois de sofrer tentativa de homicídio

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

13/08/2020 | 00:02


A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar o episódio envolvendo o diretor-geral da central de convênios da FUABC (Fundação do ABC), Carlos Eduardo Fava, que sofreu tentativa de homicídio a caminho da sede da entidade, no dia 30 de julho. O advogado foi alvo de três tiros de arma de fogo, disparados por motoqueiro, sozinho, que o perseguia, vestido com capa de chuva e capacete. Como primeiro ato formal da medida, o órgão expediu ordem de serviço para buscar imagens de câmeras de monitoramento do trajeto do advogado até o local de trabalho.

A ordem de serviço é justamente o procedimento em que o delegado que preside a averiguação, no caso Luís Guilherme a partir de agora, determina aos investigadores o que deseja no processo. As requisições das imagens estão sendo firmadas a diversos estabelecimentos, tanto privado quanto público, tendo como objetivo verificar o desenrolar da movimentação de Fava em todo o percurso até o local do ocorrido, entre as avenidas Prestes Maia e Lauro Gomes, próximo à FUABC. O crime ocorreu no momento da passagem por baixo do Viaduto Rotary, sentido São Bernardo.

Segundo BO (Boletim de Ocorrência), registrado no 4º DP (Jardim), de Santo André, o advogado percebeu a presença do motoqueiro, ocasião em que ele levantou a arma e, sem anunciar eventual roubo, atirou em sua direção. Todos os projéteis acertaram o veículo, mas não atingiram o diretor da Fundação, que acelerou, entrou no estacionamento da entidade e foi acudido por funcionários. A princípio, a natureza jurídica do caso é tratada como crime contra o patrimônio. Não estão descartadas, contudo, outras motivações, a serem apuradas no decorrer do inquérito.

Após susto e tirar saldo de férias pendentes no total de seis dias, Fava retornou às atividades na segunda-feira. De acordo com a entidade, o advogado segue cumprindo suas funções em sistema de home office, modalidade instituída na sede administrativa da central de convênios no início da pandemia. “Não houve pedido de desligamento por parte do colaborador”, pontuou, ao acrescentar que a Fundação mantém apoio neste período delicado de pós-trauma.  

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