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Dólar sobe com cautela fiscal após 'debandada' no Ministério da Economia

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


12/08/2020 | 09:39


O dólar reage em alta aos riscos fiscais no Brasil e de eventual saída do ministro da Economia, Paulo Guedes, após a "debandada no ministério", conforme admitiu o "posto Ipiranga" do governo após a saída de mais dois integrantes de sua equipe: Salim Mattar (Privatizações) e Paulo Uebel (Desburocratização).

O estrategista Jefferson Laatus, do Grupo Laatus, diz que o mercado repercutiu em alta na abertura à debandada na equipe econômica e o risco fiscal. No entanto, Guedes garantiu que Bolsonaro está comprometido com o teto de gastos e, nesta manhã em entrevista à TC News, o presidente também falou que a responsabilidade fiscal e teto de gastos são nortes do governo, o que ajuda na desaceleração pontual do dólar à vista, afirma o profissional. De todo modo, o mercado mantém um viés de cautela e a moeda americana voltou a ampliar o ganho intradia.

As vendas no varejo no Brasil vieram melhores em junho, com alta de 8,00% na margem, mas ficam em segundo plano no câmbio.

Às 9h35, o dólar à vista subia 0,44%, a R$ 5,4376. O dólar futuro para setembro avançava 1,03%, a R$ 5,4390.



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Dólar sobe com cautela fiscal após 'debandada' no Ministério da Economia


12/08/2020 | 09:39


O dólar reage em alta aos riscos fiscais no Brasil e de eventual saída do ministro da Economia, Paulo Guedes, após a "debandada no ministério", conforme admitiu o "posto Ipiranga" do governo após a saída de mais dois integrantes de sua equipe: Salim Mattar (Privatizações) e Paulo Uebel (Desburocratização).

O estrategista Jefferson Laatus, do Grupo Laatus, diz que o mercado repercutiu em alta na abertura à debandada na equipe econômica e o risco fiscal. No entanto, Guedes garantiu que Bolsonaro está comprometido com o teto de gastos e, nesta manhã em entrevista à TC News, o presidente também falou que a responsabilidade fiscal e teto de gastos são nortes do governo, o que ajuda na desaceleração pontual do dólar à vista, afirma o profissional. De todo modo, o mercado mantém um viés de cautela e a moeda americana voltou a ampliar o ganho intradia.

As vendas no varejo no Brasil vieram melhores em junho, com alta de 8,00% na margem, mas ficam em segundo plano no câmbio.

Às 9h35, o dólar à vista subia 0,44%, a R$ 5,4376. O dólar futuro para setembro avançava 1,03%, a R$ 5,4390.

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